quarta-feira, 22 de junho de 2011

Relato da reunião com o Governo

O Sind-UTE procurou a Assembleia Legislativa informando o início da greve e solicitando reunião com os blocos em que os deputados se organizaram. O bloco Minas sem Censura já reuniu com o Sindicato. Mas os demais blocos não haviam se pronunciado.
Ontem, o Deputado Estadual Luiz Humberto, líder do Governo na Assembleia se dispôs em agendar uma reunião com o Governo, o que foi marcada para esta quarta-feira, dia 22/06, 10:30.
Pelo Governo do Estado participaram: Ana Lúcia Gazzola (Secretária de Estado da Educação)Maria Ceres (Secretária Adjunta da Educação) e dois assessores da Secretaria. Pelo Sind-UTE participaram Beatriz Cerqueira, Lecioni Pinto e Marilda Abreu.

A primeira questão informada pela Secretária é de que esta reunião não era de negociação. De acordo com a Secretária, o governo não negociará durante a greve. Ainda de acordo com ela, a negociação será retomada com o fim da greve.

Mesmo diante desta posição, iniciamos a discussão lendo o Termo de Acordo assinado em 2010 em que o compromisso assumido pelo Governo era de

realização de estudo para viabilizar a modificação dos vencimentos básicos e alteração do padrão remuneratório da carreira da educação de todos os servidores públicos da educação de Minas Gerais de modo a buscar o Piso Salarial Profissional Nacional.”
Resgatamos o comportamento do Governo do Estado que optou por não discutir os problemas que o subsídio trazia à categoria e que, por 2 meses após a votação da constitucionalidade do Piso Salarial, não quis discutir a adequação das tabelas de vencimento básico para cumprir a legislação federal. A categoria aprovou o indicativo de greve no dia 29 de março e mesmo assim o Governo optou por não discutir a questão salarial. Foi informado do início da greve no dia 1o. de junho e novamente optou por não discutir o Piso Salarial.
Outro problema diz respeito a jornada do professor. Apontamos que o Governo precisa também responder esta demanda, uma vez que a atual organização da jornada do professor não preserva o mínimo de 1/3 para atividades fora da regência, prevista na Lei 11.738/08. Para o Governo do Estado, a lei "não é vinculante" e portanto não teria que cumprí-la. Argumentamos que nenhuma lei precisa ser vinculante para ser cumprida e o Estado precisa se manifestar claramente a respeito desta organização de jornada para o professor.
Também apresentamos à Secretaria um ofício que o sindicato protocolou em seu gabinete no início deste ano solicitando a discussão dos problemas que a Secretaria de Educação não quis discutir em 2010 a respeito da reposição. Não aceitamos a afirmação de que faltaram mais de um milhão de horas para reposição. A categoria fez a reposição da greve trabalhando sábados, feriados, recessos, os meses de julho e dezembro. O problema é que o sistema que fez este levantamento de horas é o mesmo que está processando a opção das pessoas pelo retorno à remuneração de dezembro e ainda não conseguiu, é o mesmo que processa as aposentadorias da categoria que chega a esperar 10 anos para aposentar. Não aceitamos a afirmação da Secretaria sobre a reposição de 2010.

Questionamos a questão do concurso público, que o Governo havia assumido o compromisso de apresentar a minuta no dia 30/05, o que não aconteceu, além de realizar negociação do edital com entidade que não foi partícipe da conquista da sua realização, que há questões que precisam ser discutidas como a organização da jornada, a forma de remuneração, a organização das vagas, etc. De acordo com a Secretaria, ela não fez negociação de edital com nenhuma entidade, apenas informou a data, dentro do cronograma de Secretaria, de lançamento do edital que será no dia 12/07. Como ela não estava autorizada a realizar negociação, este ponto não discutido, mas informou que o governo investirá no subsídio como o futura da remuneração e, por isso, o novo concursado entra automaticamente nesta forma de remuneração sem direito de opção.
Questionamos a posição do governo de afirmar que realizará o corte do ponto, o que comprometerá a reposição. O Governo no momento de realizar o desconto, desconta um valor, mas no momento de realizar o pagamento pela reposição, o valor pago é sempre menor do que aquele que foi descontado, que esta prática era da equipe anterior da Secretaria. Ao realizar o corte, não há motivo para que a categoria realize a reposição e coloca a negociação num patamar conflituoso. Este ponto também não avançou, não era uma reunião de negociação.
Questionamos também a forma que o governo trata a questão do efetivado pela Lei Complementar 100 como "questão de governo", sempre atrelado a uma fragilidade na legislação, que a questão mais gritante que era a situação da escolaridade não estava resolvida, que hoje há uma instabilidade na escola, que as medidas anunciadas pela Secretaria não resolveram os problemas, que o quadro da escola ficou confuso e sem critério. Este ponto também não avançou, não era uma reunião de negociação.
Em síntese, esta a primeira leitura que faço da reunião realizada hoje. Há um impasse que explicitamos à Secretaria. Novamente, o governo afirma que somente negociará quando a greve acabar. No entanto, aguardamos 6 meses de negociação e o governo não apresentou nenhuma proposta salarial. Que a greve está em todo o Estado e é necessária uma proposta de adequação das tabelas de vencimento básico para o pagamento do Piso Salarial. Sem negociação, a greve não será suspensa.
Observação: Peço desculpas a todos que acompanham o Blog por postar tão tarde o relato desta reunião. Hoje foi um dia muito cheio: participei do início da assembleia do Sind-Saúde, reunião com o Presidente da Comissão de Educação, manifestação do Dia D em BH além de várias demandas da imprensa e demandas internas do sindicato.

99 comentários:

Anônimo disse...

Força Beatriz! Força Sindute-MG!
Esta reunião mostrou o desespero do governo e da Secretária de Educação, os quais não sabem o que fazer e como se deve tratar os profissionais da educação em MG.

Rodolfo.

Leandro Galo disse...

impressionante o descaso com a categoria..acho q não deveriamos aceitar nem o valor de 1.597 reais pra ensino médio,ainda mais esse valor insignificante q nos pagam...o momento é agora...devemos dicar de greve até o fim do ano se preciso mas temos q conseguir nosso piso..........a lutaaaaaa

Anderson - Movimento Quem Luta Educa disse...

A greve na rede estadual de educação de Minas Gerais de 2011 é uma greve histórica . É uma greve como nenhuma outra na história deste país , como dizia aquele presidente . É uma greve para reduzir os salários .
Esta conclusão foi tirada a partir da leitura de carta da Secretária de Planejamento Renata Vilhena ao jornal O Tempo , que transcrevo abaixo :

“ Outra reivindicação do sindicato é a necessidade de o governo de Minas pagar o piso salarial. Ocorre que, com o subsídio, o Estado já paga acima do piso. Segundo o MEC, o piso nacional é de R$ 1.187 para uma jornada de 40 horas semanais, o que representa R$ 712,20 para 24 horas.
Em Minas Gerais, o rendimento inicial de um professor de educação básica, no nível médio, para 24 horas semanais, é de RS 1.122, ou seja, 57,54% acima do piso.”

O mais intrigante é que até agora o Governo do Estado de Minas Gerais não aceitou a proposta do Sind-UTE . Isto reduziria muito a folha de pagamentos do Estado e o limite prudencial de gastos com pessoal conforme a Lei de Responsabilidade Fiscal . Poderia antecipar o reajuste do pessoal da segurança pública e até conceder um aumento ainda maior .Sobraria dinheiro para aumentar a capacidade do estádio Mineirão propiciando aos educadores mineiros assistir os jogos da Copa gratuitamente , como forma de recompensa pelo ato de proporem a redução de salários .
Neste momento é importante o Sind-UTE intensificar as ações para aumentar as adesões ao movimento . Vamos alcançar a tão desejada redução de salários . Na próxima semana receberemos apoio dos pais e a imprensa cobrirá diariamente nossas ações .A justiça mineira encontrará alguma lacuna na legislação permitindo a redução de salários . O quadro será muito favorável para alcançarmos 100% de adesão .
Vamos à luta companheiros e entrar para a história . No futuro , teremos bustos construídos em praças e escolas públicas receberão nossos nomes como homenagem.
Anderson - Pará de Minas

Wanderley José Cardoso disse...

Beatriz,

A grande frustração é tentar convencer os colegas de profissão sobre as arbitrariedades do governo. Não só o governo é fora da lei,mas aquele que usufrui da ação de um fora da lei em benefício próprio também é um fora da lei. E,infelizmente, os efetivados estão nessa situação. Penso que seja o momento de pensarmos o que é ser educador, formador de opinião e de cidadãos críticos.O efetivado deveria se envergonhar desses "direitos" adquiridos.Isso corrobora com a ideia de que a capacidade intelectual não é importante e que através do "jeitinho" (desonesto), conseguimos vencer na vida. Que condições um professor efetivado que, usufrui desses "direitos", tem para falar de ética, honestidade, perspectiva de um mundo melhor através da justiça para seus alunos?
Espero que os professores que ainda não estejam participando dessa greve, se junte aos que estão, não apenas pela busca de direitos garantidos por lei, mas para mostrar que ser professor é algo bem maior que um aumento no salário e de um "direito" a remoção de escola.

Anônimo disse...

A categoria não pode aceitar essa posição truculenta do governo. Temos que ficar parados até que a lei seja cumprida em MG.

Túlio disse...

Beatriz, seria bom que o Sind-ute colocasse na mídia a questão que consta na lei do piso quanto ao fato de que estados e Municípios que não tiverem caixa para pagar o mínimo ao professores a União complementará. Então, creio eu, a lei de responsabilidade fiscal não é impecilho para o pagamentodo piso. Falta de verba ou dinheiro, não é impecilho para o pagamento do piso. Então, o que está por trás dessa atitude do Governo de não cumprir a Lei do piso??? Seria bom questionarmos isso e divulgarmos a toda sociedade mineira.

Língua e Literatura disse...

Que papelão o da secretária,hein!Reuniu só para dizer que está aberta ao diálogo... Haja força, companheiros!!!

Anônimo disse...

Perguntas que náo querem calar?
Por que o Governo prorrogou o prazo por mais sessenta dias para adesões à carreira antiga?
Por que aqueles que optaram pela carreira antiga até o final do mês de abril não foram reposicionados?
Se é ilegal reduzir salários, por que o Governo deixou essa brecha na Lei?
Aqui em Uberlândia a greve é parcial, porém onde trabalho( escola com 22 turmas) só está funcionando algumas turmas do 1º ao 5º ano - o restante que representa a grande maioria está em greve.

Anônimo disse...

Beatriz,
Será que a secretaria não tem vergonha de iniciar uma reunião com o sindicato afirmando de cara que é uma marionete,que não tem autonomia para negociar nada.Tadinha,ganha muito dinheiro para ouvir, relatar e falar sim senhor.Deve pensar que professor deve ganhar uma miséria e ficar quietinho na sala de aula sem atrapalhar a vidinha dela. Que chato para ela não.Cristina,Sete Lagoas.

Murilo Sueth disse...

É só colocar nosso querido governador na sala de aula durante um mês, e que ele receba o salário de professor, (sem receber seu salário de governador) para ver se ele consegue pagar suas contas. Depois que ele tiver essa experiência estou certo que ele aprova o piso.

Murilo Sueth disse...

É só colocar nosso querido governador na sala de aula durante um mês, e que ele receba o salário de professor, (sem receber seu salário de governador) para ver se ele consegue pagar suas contas. Depois que ele tiver essa experiência estou certo que ele aprova o piso.

Anônimo disse...

Temos que continuar na luta. Parabéns.Sou professor do interior (sre Manhuaçu), muitos diretores estão pressionando os contratados, os da lei 100 e até os efetivos; inspetoras revestiram-se de um poder que acreditam possuirem. SOS , SOS, SOS ...

BARRETO disse...

NO FAMIGERADO TRANCREDO NEVES, GOSTAVA DE FALAR : "LIBERDADE É O OUTRO LADO DE MINAS" - MAS, O POVO DO PSDB (Partido do Senador que Dirige Bêbado), mudou isso, agora a lei em Minas é : Ditadura é o outro nome de Minas - é a tática do GOVERNO MINEIRO, repetir uma mentira centenas de vezes, até que isso torna-se uma verdade na cabeça das pessoas, que não leem - haja estômago para aguentar um DESCASO com a educação - enquanto isso, aqui, no Alto Rio Pardo, o NORTÃO DE MINAS, o deserto do Brasil , continua o povo acreditando que O GOVERNO do PSDB é eficiente : fez asfalto , não tem mais poeira, tambão sô, o arraiá tá bão - enquanto isso, o Senador Aecinho da Rádio está de licença, estava cavalgando, so Deus sabe, se ele tomara ou não uns quentões no arraiá da enganação
CONTINUE FIRME BEATRIZ - sinto muito em não participar das ASSEMBLÊIAS EM BH, ainda estou em choque devido o acidente.

Anônimo disse...

Não podemos voltar novamente só com promessas de um governo tucano.
Seria concordar com o discurso daqueles que continuam trabalhando com discurso que lutar não vale a pena.

Cristina Costa disse...

Infelizmente Beatriz, o governo mais uma vez quer medir forças com os profissionais da educação.
Está querendo ver até onde conseguimos levar esta greve.

Falo por mim e muitos colegas, vamos levar esta greve até as últimas consequências se ele não nos pagar o PISO.

Quero meu piso , quero meus direitos de volta. O ano passado quase adoeci de tanto lutar e no fim morrer na praia.

Agora, não podemos recuar de jeito nenhum.Temos que mostrar nossa força e determinação.Temos a Lei a nosso favor.

Acho que temos que cobrar a publicação das opções de remuneração o mais rápido possível e consequentemente a aplicação do piso. Nem que se seja o proporcional , para depois, continuar com a luta até alcançarmos o de direito!!

Beatriz, que Deus te ilumine para encaminhar esta nossa luta da melhor maneira possível.

Acho que talvez tenhamos que desenhar para “eles” entenderem a diferença de subsídio e piso...

Força na luta!! Tenho certeza que você já percebeu que quem abraçou esta causa não está disposto a recuar... e as declarações mentirosas e até levianas da dita secretária está também mexendo com o brio dos colegas que ainda não aderiram ao movimento. Tenho certeza que a tendência é de crescimento.

Portanto... vamos para conquistar este PISO e resgatar um pouco de nossa dignidade.

Um abraço.
Cristina, professora com 25 anos de magistério, esperando idade para aposentar e querendo aposentar com todas as conquistas de uma vida na educação.Tenho direito a isto!!!

Blog da Dri disse...

Beatriz, sou professora, dois cargos, há mais de 23 anos, em Vespasiano. Quero careira, quero piso, quero de volta as nossas conquistas. Acho pouco ético a secretária questionar a reposição das aulas, pois a outra secretária, a Vanessa, tinha uma equipe responsável para acompanhar a reposição, se Maria Lúcia tem dúvidas, questione a Vanessa e sua equipe.Sei que trabalhei todos os feriados, férias, dias santos. Dos 30 dias de cada mês, trabalhei 26 (folgando apenas aos domingos, mesmo assim, dedicando ao planejamento das aulas. O ano letivo e escolar, na escola em que trabalho, foi concluído. Acho muito feio Maria Lúcia ficar falando da gestão anterior nos noticiários. Roupa suja a gente lava em casa. Eu tenho como provar os dias que trabalhei: livro de ponto, calendário encaminhado à SRE, entre outros. Eu acho que a Vanessa, antiga secretária, deveria tirar isto a limpo, afinal, o trabalho dela está sendo questionado por sua sucessora. Sua presença, Beatriz,a frente do Sindute, faz com que eu confie mais em nossa luta. Força, energia e que Deus nos abençoe. A batalha é dura, mas nós termos forças e armas para lutar. Obrigada. Adriana

Anônimo disse...

OLA BEATRIZ.
SINTO QUE O SINDICATO DE MANEIRA GERAL ESTA DETERMINADO A LUTAR PELOS DIREITO DOS EDUCADORES .ATE MESMO PORQUE E SUA ATRIBUIÇÃO.( CONFESSO QUE ESTAVA COM DUVIDA .ME DESCULPE SE ESTIVER ERRADA).COMO VOCÊ ESTA REPRESENTANDO TANTAS PESSOAS, NÃO E JUSTO QUE SEJA TRATADA COM DESCASO POR NINGUÉM. VOCÊ E UMA AUTORIDADE E TEM QUE SER RESPEITADA POR ISSO. POR SER UMA CIDADÃ. UMA TRABALHADORA.SEI DA SUA CAPACIDADE E COMPETÊNCIA.ABRE UM PROCESSO POR DESACATO CONTRA ESSE GOVERNO INCOMPETENTE E SUA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO.
FORÇA NA LUTA

itamarati disse...

Parabéns professora.
Pessoas como vc nos fazem rever conceitos e acreditar mais.

Anônimo disse...

Estou de queixo caído, beje, passada! Então a Sra. Gazzola convoca uma reunião com o SIND UTE, num momento tão importante e critico, para dizer quase NADA? Isso é demais para a minha cabeça. Ah, gente, socorro!!! Eu quero ir para Parságada. Lá, eu sou amiga do rei. Só rindo mesmo.
Abraços a todos força na luta!

Edna Costa disse...

Meu caro Wanderlei José Cardoso ..Nós Efetivados não somos culpados de estar nesta situação, ninguém sabia da Lei 100 ela simplismente apareceu e nós quer queira ou não integrados às normas da mesma....Saiba que a nossa LUTA É POR UNIÃO DA CATEGORIA E NÃO FICAR BRIGANDO POR ALGO QUE NÃO DEPENDE DE NÓS...PERGUNTO: SE VC FOSSE EFETIVADO PEDIRIA PRA SER EXONERADO? CLARO QUE NÃO...nem venha com a idéia que sim...que isso seria falsidade sua. Olha meu amigo VAMOS À LIUTA CONTRA ESTA POLITICA SALARIAL DO GOVERNO E NÃO CONTRA NÓS MESMO...ISSO É BURRICE ALIÁS SEU NOME FOI COPIADO SUA MÃE ERA FÃ DO CANTOR WANDERLEI CARDOSO?

Rui Gonçalves Pires disse...

Parabéns Beatriz! Gostei da postura do nosso sindicato frente ao discurso ensaiado do Governo. A fala arrogante e mentirosa do Governo deve servir de estímulo para a continuidade da nossa greve.

Rui - Santa Luzia

Janaíne Costa disse...

Infelizmente na minha região nem todas as escolas aderiram a greve e as que estavam, segunda feira vão retomar as atividades... fico triste por alguns não terem coragem e nem esperança de levar até o final essa luta.

Anônimo disse...

O governo de Minas Gerais, mais uma vez, dá provas de que é incompetente
paera lidar com a Educação. Não falta dinheiro para construir estádio, cidades administrativas, pagar políticos desonestos, investir em campanhas milionárias, pagar jornais e Tv´s, além do aumento para a polícia (que realmente merece), mas a Llei de (i)rresponsabilidade fiscal não permite aumento para a Educação. Que Estado é este???????

Anônimo disse...

Olá Beatriz. Diante dessa posição do governo e suas secretárias, não nos resta outra alternativa a não ser continuarmos em greve por tempo indeterminado. Será que eles pensam que estão lhe dando com um bando de idiotas, que cairão nessa armadilha? Que governo é esse que se acha acima da Lei? Devemos manter a greve e a negociação tem que ser feita nesse período sim, não seremos bobos de voltarmos às escolas e sermos novamente ludibriados. Greve é desgastante (assim como nossa jornada tripla de trabalho), mas não sairemos dessa luta de mãos abanando, nem resignados nem esperando negociações com a volta às aulas. Acho inclusive que deve ser feito um trabalho a convencer as escolas que ainda não aderiram a entrar em greve, pois não é possível que nossa categoria seja tão humilhada, passada para trás e fica tudo por isso mesmo. GREVE até a Vitória! Admiro sua força e agradeço por estar à nossa frente, nos ajudando nessa batalha. Somos milhares e juntos vamos vencer. Ah vamos, dessa vez esse governo não escapa. Bjs!

Anônimo disse...

Olá Beatriz, tudo bem? Primeiramente quero manifestar minha profunda indignação com esse governo, que "pegou a categoria da educação para Cristo" e quer nos prejudicar de tudo quanto é forma. Nós estamos apenas pedindo o que é nosso por direito, é Lei, e esse senhor governador não quer cumprir e acha que vamos voltar às aulas para depois negociar. Me poupe! Só voltaremos com o Piso. Outra coisa, é sobre o tão polêmico assunto da efetivação. Vi que também nada avançou em relação à esse tema, mas depois da nota no site da SEE, fiquei muito preocupada, pois consta que não será mandada as vagas dos efetivados para concurso. Beatriz, creio que esse é o momento do Sindicato também falar nesse assunto e ajudar a lutar para que isso não aconteça. Não que queiramos algo contra os colegas efetivados, mas devemos, sim, exigir o cumprimento da Constituição que fala que efetivo é somente aquele que fez concurso e foi aprovado. Os efetivados precisam entender que a qualquer momento isso pode ser revogado, assim como o governo mudou alguns decretos agora, ele pode mudar novamente, prejudicando-os, pois todos sabemos da inconstitucionalidade dessa Lei 100. Vamos também aproveitar esse greve para lutar para que o concurso seja para todos aqueles que não são concursados, e que as vagas doe efetivados sejam disponibilizadas para concurso sim. Um grande abraço e força na luta, estamos com você! Juliana

Anônimo disse...

Bom dia Beatriz e demais colegas! Meu nome é Joyce e fui efetivada pela lei 100 com 12 aulas de geografia. Ao contrário do que muitos pensam, eu não estou satisfeita com essa situação, pois sei que essa lei não é correta, e o tempo todo, eu e meus colegas efetivados estamos inseguros em relação ao nosso destino. Essas publicações feitas pela secretária não nos aliviou, pois tememos que seja manobra política para acabar com esse greve. Eu estou em greve, mas alguns colegas efetivados não aderiram por medo de perder a efetivação. Peço aos colegas e a Beatriz que nos ajude a lutar contra essa Lei 100 (não fomos nós que pedimos isso!) e que o concurso coloque tudo nos eixos. Eu vou fazer o concurso e estou falando para meus colegas efetivados fazerem também, pois é um sofrimento viver com medo da queda dessa Lei. Peço ao sindicato que converse com os representantes do governo para que acabe com essa lei, disponibilize todas as vagas no concurso para que possamos fazer e finalmente sermos efetivos e acabar com nossa agonia. Obrigada. Joyce Brandão, Montes Claros, MG.

culturaindustrial disse...

ESTADO COVARDE

Anônimo disse...

Lendo atentamente o post, duas situações me indignaram: primeiramente o cinismo do governo de querer negociar após o fim da greve. É claro que não podemos aceitar isso ou seremos mais uma vez ludibriados. Outra coisa que me chamou a atenção é em relação ao que se refere às indefinições do concurso público. Fui informado que a vaga dos servidores efetivados não irão para o concurso e não devemos e nem podemos concordar com isso, pois estaremos reforçando as atitudes do governo em descumprir leis. Creio que é hora e momento do sindiute se posicionar perante o governo e exigir que nesse edital conste sim as vagas dos efetivados para que todos tenham igual direito de fazer a prova e entrar na carreira pública como deve ser, sendo aprovado e aí sim se tornando efetivo e detentor de um cargo público. Isso é coisa muito séria e não podemos ser omissos. Rubem Furtado.

Anônimo disse...

Sindicato! Sou professor designado e estou pasmo com o fato do concurso não contar com a vaga dos efetivados. O que será de nós, que vamos prestar o concurso? Que vagas não restarão uma vez que existem 96 mil efetivados. Moro em uma cidade pequena e se as vagas dos efetivados não forem para o edital, nem adianta eu fazer concurso, porque não vai ter vaga! O Sindicato precisa fazer alguma coisa e olhar por nós! Somos trabalhadores e pais de famílias, porque estão fazendo isso com a gente? Eu não me conformo, essa situação precisa ser revertida antes da publicação do edital? Como o Ministério Público vê isso? Isso ainda não foi parar no STF não? Não pode ser assim. Eu até engolia essa efetivação porque não havia tido concurso ainda, mas agora que vai ter, porque essa discriminação? Porque beneficiar uns e prejudicar outros tantos. Por favor sindicato, olhe por nós, nós não temos acesso direto ao governo, vocês têm, façam alguma coisa, peça para mudar esse edital e constar a vaga dos efetivados, caso o contrário será a amargura de muitos! Estou extremamente aflito!

Anônimo disse...

Beatriz, tendo em vista que a Lei 100 foi feita arrumar uma bagunça do governo em relação à aposentadoria de servidores antigos no Estado, ele deveria ter feito a coisa direito e só ter efetivado aqueles que tivessem 18, 20 anos de "casa", que realmente estivessem prestes a aposentar e não ter feito o que fez, colocar todo mundo na mesma "gaiola" e sair efetivando pessoas sem licenciatura, pessoas que nem ainda haviam se formado (e inclusive deixando servidores antigos que por algum motivo não estavam nas escolas nas datas estabelecidas para a tal efetivação). Como nunca concordei com tal prática, sugiro ao Sindicato que proponha ao governo arrumar de vez essa bagunça. Veja só: não acho justo que um servidor com 20 anos de casa, prestes a aposentar seja "desefetivado", mas aqueles novatinhos, que se beneficiaram com a lei, devem fazer o concurso. Me sinto a vontade para falar disso, pois sou efetiva, e vejo casos na minha escola de professores que nem tem licenciatura dando aulas, enquanto alguns designados não têm como trabalhar mesmo com habilitação. Proponho que o Sindicato reveja isso com o governo, de forma que se faça uma espécie de "apanhado" e aqueles efetivados que tiverem menos de 15, 18, 20 anos de contribuição por exemplo, sejam sim, obrigados a fazerem o concurso e que a vaga deles estejam no edital. Isso seria mais democrático e não prejudicaria tanta gente. Um servidor com 5, 6 anos de carreira e está se beneficiando dessa lei fora da lei, deve sim fazer concurso para se tornar efetivo por meios legais. Um abraço e força na luta! Manhuaçu aos poucos vai aderindo cada vez mais ao movimento!

Anônimo disse...

O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO, OU NO CASO, O PROFESSOR É O ÚNICO QUE ACEITA TRABALHAR SEM VALE TRANSPORTE, REFEIÇÃO E AINDA ACEITA CONTINUAR TRABALHANDO SABENDO QUE O SALÁRIO QUE RECEBE É INJUSTO, QUE ESTE TRABALHA MAIS QUE DO QUE A SUA JORNADA DE TRABALHO EXIGE. INFELIZMENTE AQUELES QUE CONTINUAM EM SALA DE AULA ACEITAM ALEGREMENTE O REGIME ESCRAVOCRATA A QUE ESTAMOS SUJEITOS.

Anônimo disse...

O PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO, OU NO CASO, O PROFESSOR É O ÚNICO QUE ACEITA TRABALHAR SEM VALE TRANSPORTE, REFEIÇÃO E AINDA ACEITA CONTINUAR TRABALHANDO SABENDO QUE O SALÁRIO QUE RECEBE É INJUSTO, QUE ESTE TRABALHA MAIS QUE DO QUE A SUA JORNADA DE TRABALHO EXIGE. INFELIZMENTE AQUELES QUE CONTINUAM EM SALA DE AULA ACEITAM ALEGREMENTE O REGIME ESCRAVOCRATA A QUE ESTAMOS SUJEITOS.

Anônimo disse...

Não aceitaremos os destratos desse governo. A categoria vai continuar parada até que esse governo picareta pague o piso. Não é falando mentiras em jornais que se negocia o fim de uma greve. Essa Gazzola está me saindo pior que encomenda. Aff

disse...

Penso que deveríamos ficar mais espertos e não repor a greve. Sou a favor de não trabalharmos aos sábados, recessos,feriados e muito menos nas férias. Que lei obriga o ano letivo a terminar em dezembro ou se iniciar em fevereiro?

Kelly disse...

É uma falta de respeito com os Profissionais da Educação de Minas a atitude do Governo. Somos educadores, profissionais capacitados para ocupar esses cargos, não somos babás gratuitas.
Se a reunião não foi para negociação, por que foi marcada então?
Mas a Luta continua, não vamos desistir, pelo contrário, estaremos mais unidos. Abraços e Força, Beatriz, confiamos em você!

Professor Freitas disse...

De acordo com as informações obtidas neste artigo o governo optou por implantar o subsídio como forma de pagamento para o novo concursado. Como o Sindute se posiciona diante disso? O Estado tem autonomia para impor esta forma de pagamento?
As Discíplinas de Filosofia e Sociologia já estão confirmadas?

Roberto Oleandro disse...

Para que então serviu essa reunião? Alguém pode me esclarecer?

Anônimo disse...

Boa tarde.

Queira me desculpar Beatriz, mas porque vocês permaneceram reunidas com a Gazzola quando ela mencionou que a reunião não era para negociação?
De acordo com suas palavras há mais de 3 meses que vocês tentam negociar com a SEE em vão, não é mesmo? Então para quê perder o precioso tempo de vocês com pessoas que não querem negociar?
Que pessoas são essas que estão a frente da SEE que estufam o peito para dizer que negociam só com o fim da greve? Nós não estavamos em greve quando começou a campanha salarial de 2011, e mesmo assim eles não abriram mão de nos pagar o Piso Nacional.
Em nome da categoria quero lhe pedir que não se preste mais a esse tipo de papel, ou seja, sentar com a Gazzola só para discutir o óbvio? Não, não dá. Chega! Somos tratados como débeis mentais por ela.
É necessário objetividade tanto por parte da SEE quanto do Sindicato. O pagamento do Piso Nacional é o ponto principal da nossa greve e ponto final!
E por falar nisso você não mencionou nada a respeito da reunião como a ministra do STF, por que? Não houve a reunião?

Abraços.

Anônimo disse...

Em 2010 o governo "rasgou" a Constituição Federal que delibera sobre o direito de greve, acionou o judiciário e um desembargador bloqueou a conta do sindicato. O sindUTE tem estratégia caso o governo parta prá ignorância de novo?

Hilda Loiola disse...

É impressionante o descaso do governo com a educação.
Fico triste pois percebo que alguns colegas não conseguem enxergar esta situação.

delduque disse...

Essa reunião chama-se "tática da não esperança". O governo reune, mas não negocia. É querer prostar quem está em greve. O que vem a seguir? Probição da ocupação da praça 7 na próxima passeata? Essa tática chama-se "olhem lá: eles são os baderneiros". Será a tentativa de nos culpar pela parada do trânsito, pela truculência da polícia, etc. O governo acha que assim vai nos empurrando para o fim da greve. A última tática será "corte salarial: agora
negociamos!". Infeliz desse governo que acha que voltaremos sem o piso. Essa é a greve na qual romperemos com alguns preceitos de outras greves: sobreviveremos ao corte; não vamos repor aulas nos sábados, feriados e recessos; encerraremos o calendário de 2010 em 2011. O que temos a perder? Ou a pergunta será: o que perdemos até agora?

Vilma Luiza disse...

BEATRIZ, BOA NOITE. POR QUE NÃO HÁ NOTÍCIA SOBRE ESSA REUNIÃO NO SITE DO SIND-UTE? DEUS ESTEJA SEMPRE COM VOCÊ E NOS CONDUZA NA LUTA. ABRAÇO. VILMA LUIZA, MONTES CLAROS.

Prof. Reginaldo - Sul de Minas disse...

Não ignorando o direito individual,
que é um direito sagrado e uma máxima universal,fica aqui um alerta para aquele(a) que educa:
PROFESSOR(A) QUE NÃO LUTA PELOS SEUS DIREITOS NÃO TEM A CREDIBILIDADE DE USAR A PALAVRA CIDADANIA EM SALA DE AULA.
Portanto, para aquele(a) que ousa não se enquadrar no sistema que mata e destrói, tomo emprestada a palavra do poeta:
"Vem vamos embora [vamos à luta] que esperar não é saber,
quem sabe faz a hora, não espera acontecer".

Sebastião de Aguiar disse...

Oi, Beatriz!
Fico impressionado, cada dia mais, com este governo que se diz democrático, afinal a nomenclatura do partido ao qual pertence o Excelentíssimo Senhor Anastasia é o PSDB (Partido da Social “Democracia Mineira” ,digo, Brasileira).
Governo eficiente que desde o início do ano foi procurado pelo SIND-UTE para dialogarem e que agora, “às portas fechadas”, deixa bem claro que a reunião não é de negociação. Até que enfim, assumiram que o diálogo não é o caminho, mas sim a imposição e a truculência ideológica. O caminho, que agora percorremos, não é o da liberdade e da democracia, mas sim da manipulação e do autoritarismo.
Ora! Não faz muito tempo que nós experenciamos algo parecido na nossa história. Naquele tempo as pessoas não podiam escolher seus candidatos ao governo, agora nós podemos, mesmo que se use a imprensa para divulgar, enganar e manipular a sociedade mineira no processo eletivo, quando não da “coerção” feita aos nossos colegas efetivados na campanha eleitoral passada.
Naquele tempo, as pessoas não tinham uma imprensa livre por causa da Ditadura e da censura do estado, hoje, por causa dos interesses econômicos mais primordiais e globais da mídia na manutenção deste governo se “filtram” as notícias que não sejam tão favoráveis à manutenção da máscara do social democracia, e é por isso que continuamos invisíveis para a totalidade da sociedade.
Naquele tempo nós não tínhamos os nossos direitos garantidos pela constituição, hoje, nós temos “CONSTITUIÇÃO”, mas não temos um governo que a obedeça e a faça cumprir em suas justas leis. A nossa sagrada Carta Magna não é agora senão um “faz de conta”, que em determinado tempo vale segundo os interesses de um grupo, noutro tempo, impossível de se realizar porque se refere aos interesses ligados às necessidades essenciais do “ZÉ POVINHO”.
Pergunto-me se voltamos à situação anterior quando nos defrontávamos com a situação de um Executivo forte e ditador, frente a um Legislativo inerte e um Judiciário incapaz.
Rezo a Deus para que não seja esta a situação, porque somos cidadãos e queremos que nossas leis sejam obedecidas e cumpridas não só por nós trabalhadores, más também por aqueles que s representam.
Anastasia! Um estadista democrático e justo busca sempre o DIÁLOGO com os seus concidadãos em praça pública, porque sabe que é da vontade destes que origina o seu poder, embora entendamos que é mais fácil se perpetuar no poder utilizando os mesmos meios empregados pelo fascismo de controle da sociedade pela mídia.
Como cidadãos, que somos, desejamos e estamos abertos ao DIÁLOGO, mas sem abrir mão nossos direitos conquistados e expressos na LEI, na nossa CONSTITUIÇÃO!Respeite-a!
E que de FATO esta LEI entre em vigor na data de sua publicação!
Um abraço!
Sebastião de Aguiar – Bocaiúva MG

Sebastião de Aguiar disse...

Oi,Beatriz!
penso que seja penoso ouvir a secretária da Educação sabendo que ela não decide nada! Não é mesmo? Alguém que assume de público que está aberta ao diálogo com a categoria e depois vergonhosamente, frente a sociedade, foge ao debate é dígna de pena já que não assume nem a palavra que deu.Por favor não aceitem dela nenhum acordo, mesmo escrito!Gente sem palavra não é confiável!(Risos).
Abraços!
Sebastião de Aguiar (Bocaiúva-MG)

Wanderley José cardoso disse...

Edna Costa, desculpe se em algum momento a ofendi com o meu comentário sobre a efetivação, pois não foi essa minha intenção.Admiro profissionais que, assim como você, são contra essa lei de efetivação.Mas discordo em dois pontos em relação ao seu comentário. O primeiro ponto é que não estamos brigando,mas buscando um diálogo consciente sobre a situação da educação no geral e que, ao contrário do que você disse,penso que qualquer decisão do governo sobre os rumos da educação depende de todos nós sim,pois não podemos ficar de braços cruzados diante dessa situação.Outro ponto que discordo com você, é sobre meu nome.Ele não foi copiado, cardoso é nome de família, mesmo que fosse copiado,isso não interessa nesse espaço, não é mesmo?!Mas valeu pelo senso de humor ( risos). No mais, fico feliz por ter professores conscientes como você que acham absurda essa lei da efetivação sem concurso e, que mesmo sendo beneficiados, querem entrar pela porta da frente no emprego público. Devemos lutar a cada dia e que nossos colegas tenham essa mesma consciência. Atrevo-me a terminar meu comentário citando um cantor também,mas não será o Wanderley Cardoso, mas o Geraldo Vandré que pode servir de exemplo para todos nós: " Vem, vamos embora, que esperar não é saber, quem sabe faz a hora não espera acontecer". Minha cara amiga Edna costa e demais companheiros de luta, vem,vamos embora fazer nossa hora que, acredito muito que nossa hora é agora. Abraços.

Anônimo disse...

Cara Beatriz!
É incrível como o nosso governante ainda acha que somos ignorantes ao ponto de acabarmos como nosso movimento e voltarmos para as sala de aula, e somente depois disso é que eles vão entrar em negociação com a classe.
Os meus caros colegas lembram do nossso movimento em 2010, em que acabamos com o movimento e de nada adiantou? E com relação às vagas dos nossos colegas efetivados que não estará no próximo concurso. Não podemos e nem devemos aceitar isso! Por que se isso acontecer estaremos sendo coniventes com mais essa arbitrariedade.
Força Bia!

Ernani Prado disse...

caríssima Beatriz.
Paz e Bem.
Força nesta luta desigual!
Que o governo para de contar mentiras.
Que ele possa cumprir a Lei Federal.
Que os professores e professoras, sejam efetivos ou efetivados ou contratados, fiquem cada vez mais unidos a favor do nosso piso.
Abraços.
Ernani Prado.

Marlúcia disse...

BIA,
O QUER DIZER:"A LEI NÃO É VINCULANTE"? NA OPORTUNIDADE GOSTARIA DE DIZER QUE ESTAMOS ESPERANDO ANSIOSAMENTE POR SUA PRESENÇA NO CURSO DE FERIAS DE MURIAÉ NO DIA 29/07-SEXTA FEIRA,ONDE DISCUTIREMOS O TEMA EDUCAR PARA A JUSTIÇA SOLIDARIEDADE E A PAZ.SERÁ UMA GRANDE OPORTUNIDADE PARA CONSCIENTIZAR EDUCADORES E ALUNOS DO ENSINO MÉDIO E UNIVERSITÁRIO QUE PARTICIPAM DO NOSSO CURSO. PEÇO QUE ENTRE EM CONTATO CONOSCO.

Anônimo disse...

Beatriz, as secretárias Renatas (planejamento e educação), dizem que vc foi cúmplisse da lei do subsídio, e agora? como explicar?

Yara Lucia Ituiutaba disse...

REVOLTA!INDIGNAÇÃO E O PIOR: NÃO ESTOU DECEPCIONADA POIS ERA DE SE ESPERAR ESSA ATITUDE ESTÚPIDA DESSE GOVERNO DE CORONEIS TRUCULENTOS E CRIMINOSOS!!!!!!
Temos que mostrar para todos os colegas que ainda não entraram em greve como esse governo está lidando conosCo, uma categoria digna e que merece respeito, e não essa atitude CHANTAGISTA de só negociar se a greve parar!!!!!
Somos educadores, e por isso, uma categoria "muito boazinha" já pensando em reposição antes de terminar a greve!!!Não vamos repor se esse governo continuar com esse tipo de posicionamento!!!!Precisamos tomar atitudes mais drárticas para obtermos o respeito que já é nosso por direito!!!!!
Beatriz, fazendo uma pequena pausa na minha indignação, te peço que mande, por favor aquele "uma nova conversa na porta da escola" para a gente poder inserir no orkut e/ou facebook para os nossos alunos.Aquele material é ótimo, e não sei por que o sindicato retirou ele do site...Por favor?
Obrigada e....ABAIXO ESSE GOVERNADOR CRIMINOSO E DITADOR!!!!( O GOLPE MILITAR JÁ MOSTROU QUE FOI UMA DAS PIORES e MAIS VERGONHOSAS ÉPOCAS DA HISTÓRIA DO BRASIL!!!!)

Anônimo disse...

Concordo com os professores em relação aos efetivados, varios efetivados não possuem licenciatura plena. O concurso então é para todos que possuem graduação? Não importa qual graduação? Ex: Psicólogo, fisioterapeuta, fonoaudiologo foram efetivados lecionando bilogoia. É essa educação de qualidade do Gov.? É vergonhoso.

Anônimo disse...

Congratulções grevistas a todos que não se deixam dominar pela musculatura neoliberal desse governo! Me sinto orgulhoso de fazer parte de uma categoria que tem se tornado nos últimos anos, a redenção dos movimentos sociais. Nós todos professores em greve somos o exemplo revolucionário de Jesus Cristo, que para cumprir o que Deus lhe havia atribuido, foi coerente até o fim. Sofreu morte e morte de cruz.
Quantos combativos e combativas colegas tombaram sem que recebesse nada em troca. Isto nos leva à apenas uma conclusão: Os que lutam só o fazem por amor ao próximo e à vida. Recuar, desertar nesta justa causa é torna-se mais criminoso que as atitudes que esse governo vem agindo conosco.
Não é o nosso salário que está em jogo. A conquista do Piso Nacional Profissional, representa um avanço na implementação de uma lei constitucional que prevê a educação pública gratuita e de qualidade à todos os brasileiros, não como correção de distorções de carreiras, mas de realidades e atrasos educacionais em todo o país para os menos favorecidos. Respondendo ao cometário de Túlio: e porque não se paga o piso? Se o piso for pago, qual será o instrumento mais eficiente de barganha política que será usado pelos Estados e Municípios? Pagar o piso salarial é neste momento meu caro Túlio é relegar à aussada federal a mais poderosa moeda de troca que essa aves de rapina tem para se manterem no poder.
"A mece é grande e os operários poucos, mandai senhor operários à tua mece". Beatriz a nossa hora está chegando... Serenidade e equilíbrio, Deus está do nosso lado. Luciano José Rodrigues - Curvelo - MG de greve até à vitória!

Joaquim disse...

Abaixo a Lei 100. Companheiros de luta, vamos nos mobilizar em prol do fim da Lei 100. Não podemos aceitar isso. A culpa não é de nenhum de nossos colegas, ela é do governo. Nossos companheiros beneficiados pela tal Lei sem lei, não podem ser responsabilizados por ela, pois a mesma não foi elaborada por eles, foi elaborada por um governo interesseiro e sádico que se gloria por sempre arquitetar estratégias de desarticulação de nossa classe. Vamos mostrar que somos inteligentes. A final, somos professores, educamos porque temos competência para tal, e se temos competência para tal, é porque temos o poder de articular muitas coisas em favor do bem comum. Inclusive preparar a sociedade e alertá-la de forma racional e não passional, contra as investidas deste governo despótico.
Professores, mobilizemos nossos alunos, proponho mesmo, que voltemos as Escolas, onde trabalhamos, façamos isso de forma consciente. Voltemos e façamos uma semana de trabalhos de conscientização de nossos alunos em conjunto com seus pais. Mostremos os gráficos. Apresentemos a todos em todo o Estado a forma como o Governo trata a Educação. Incluindo, mostrando a todos que este governo insiste em falar em Educação de qualidade, mas em contrapartida, efetiva profissionais sem concurso e na grande maioria sem serem habilitados na respectiva área de exercício.
Tenho certeza de que assim conseguiremos mobilizar muito mais. Se trouxermos para nosso lado a sociedade, certamente o governo ficará sem saída. E será obrigado a atender nossas reivindicações. Nosso poder mobilizador, nosso poder agregador, é a nossa maior arma. Nosso trabalho é o de conscientizar, pois bem, conscientizemos a todos, a começar de nossos alunos sobre a verdade de nossa situação.
Que interrompamos nosso movimento de greve por uma semana. Que façamos nosso trabalho de conscientização e de mobilização. Que levemos para Belo Horizonte, alunos e pais. Vamos levar 5, 6 ônibus de cada cidade, para esta manifestação. Quero ver polícia agredir menor, diante das câmeras. Para isso chamemos a imprensa. Que façamos uma grande ação de protesto, onde toda a sociedade esteja lutando a nosso lado. Assim, veremos se o governador, senta ou não senta para negociar nossas reinvindicações. Isso não se esquecendo de levar em consideração a questão desta vergonha que é a Lei 100.
Pela implantação do piso nacional, pelo fim da Lei 100, e pela promoção de um concurso que esteja adequado às normas da Lei de nossa Constituição Federal. Estas devem ser agora nossas principais metas.

JANICE disse...

Além da questão do piso que o Governo se faz de desentendido, há outras distorções como no plano de carreira destacando dentre elas a promoção por escolaridade adicional. Um professor nomeado em dez/2004 foi posicionado em 01/09/2005 no nível de licenciatura curta (PEB2), devido a exigência do edital ser esta, mesmo já tendo concluída a licenciatura plena na data da posse. Ganham, atualmente, 1188,00, após 7 anos de posse e exercício como nomeado/concursado menos que um professor efetivado pela LC 100/2007 e um designado que ingressam ganhando 1320,00 pelo subsídio. Conforme a regra geral, somente pós 8 anos (3 estágio probatório + 5 anos de efetivo exercício) o professor terá a promoção por escolaridade adicional e será promovido ao nível de plena. E nestes oito anos será onerado e será realmente desmerecido em relação ao efetivado e ao designado. Onde está a coerência nesta situação? JANICE

JANICE disse...

Além da questão do piso que o Governo se faz de desentendido, há outras distorções como no plano de carreira destacando dentre elas a promoção por escolaridade adicional. Um professor nomeado em dez/2004 foi posicionado em 01/09/2005 no nível de licenciatura curta (PEB2), devido a exigência do edital ser esta, mesmo já tendo concluída a licenciatura plena na data da posse. Ganham, atualmente, 1188,00, após 7 anos de posse e exercício como nomeado/concursado menos que um professor efetivado pela LC 100/2007 e um designado que ingressam ganhando 1320,00 pelo subsídio. Conforme a regra geral, somente pós 8 anos (3 estágio probatório + 5 anos de efetivo exercício) o professor terá a promoção por escolaridade adicional e será promovido ao nível de plena. E nestes oito anos será onerado e será realmente desmerecido em relação ao efetivado e ao designado. Onde está a coerência nesta situação? JANICE

Anônimo disse...

BEATRIZ, COMENTÁRIOS COMO ESSE DESSE VANDERLEY JOSÉ CARDOSO SO CAUSA REVOLTA A NOSSA CLASSE DE EFETIVADOS,QUANTOS NÃO ESTÃO EFETIVOS PELA UMA LEI SEMELHANTE A ESSA NO PASSADO.Quanto a vc VANDERLEY, NÃO VENHA PENSAR POR NÓS, ESTAMOS APOIANDO A GREVE, E VC PARECE QUE ESTÁ FAZENDO O JOGO DO GOVERNO, QUANDO VC FALAR DE EFETIVADOS, CUIDADO; VC ESTÁ FALANDO PARA 96 MIL DE PESSOAS QUE A VEZES TRABALHA MUITO MAIS QUE CERTOS EDUCADORES MECENÁRIOS COMO VC...

JANICE disse...

Além da questão do piso que o Governo se faz de desentendido, há outras distorções como no plano de carreira destacando dentre elas a promoção por escolaridade adicional. Um professor nomeado em dez/2004 foi posicionado em 01/09/2005 no nível de licenciatura curta (PEB2), devido a exigência do edital ser esta, mesmo já tendo concluída a licenciatura plena na data da posse. Ganha, atualmente, 1188,00, após 7 anos de posse e exercício como nomeado/concursado. Portanto, menos que um professor efetivado pela LC 100/2007 e um designado que ingressam ganhando 1320,00 pelo subsídio. Conforme a regra geral, somente pós 8 anos (3 estágio probatório + 5 anos de efetivo exercício) o professor terá a promoção por escolaridade adicional e será promovido ao nível de plena. E nestes oito anos será onerado e será realmente desmerecido em relação ao efetivado e ao designado. Onde está a coerência nesta situação? JANICE

JANICE disse...

Além da questão do piso que o Governo se faz de desentendido, há outras distorções como no plano de carreira destacando dentre elas a promoção por escolaridade adicional. Um professor nomeado em dez/2004 foi posicionado em 01/09/2005 no nível de licenciatura curta (PEB2), devido a exigência do edital ser esta, mesmo já tendo concluída a licenciatura plena na data da posse. Ganham, atualmente, 1188,00, após 7 anos de posse e exercício como nomeado/concursado menos que um professor efetivado pela LC 100/2007 e um designado que ingressam ganhando 1320,00 pelo subsídio. Conforme a regra geral, somente pós 8 anos (3 estágio probatório + 5 anos de efetivo exercício) o professor terá a promoção por escolaridade adicional e será promovido ao nível de plena. E nestes oito anos será onerado e será realmente desmerecido em relação ao efetivado e ao designado. Onde está a coerência nesta situação? JANICE

Anônimo disse...

Beatriz o que podemos fazer para pressionar a publicação do acórdão?

Maria Luisa Chaves e Sousa disse...

Até quando continuaremos a ser enganados e acreditando naquilo que o Governo diz?
Acorda classe, vamos nos unir. Aqui no norte de Minas ainda há muitas escolas funcionando apesar da insatisfação geral dos trabalhadores em educação

Anônimo disse...

Wanderley... Que infeliz comentario esse seu, depois quando falam que na educação nada caminha pq é um querendo pisar no outro, vc é este exemplo.
Estamos todos aqui por uma luta incondicional "PISO" e vem vc sem conhecer a indole de nós efetivados dizer besteiras num blog de respaldo. São SERES HUMANOS como vc que ostenta o governo em dividir a classe, jogando uns contra os outros. Estamos todos no mesmo barco, se o governo nos colocou nesta situação, quem sou "EU" p me achar no direito de ser contra. Estamos aqui, milhares de educadores UNIDOS em busca de um piso que é lei e mesmo assim nada acontece. Ainda somos obrigados a ler balelas postadas por vc. Desculpe pela franqueza, mais só pelas suas palavras agressivas a nós desconhecidos acredito eu vc estar na carreira errada. Vai ser autonomo onde vc possa pensar só no seu umbigo.

PARCEIROS, COMPANHEIROS E AMIGOS DE LUTA...OS EFETIVADOS TAMBEM ESTAO NESTA LUTA....NA LUTA DA CLASSE DA EDUCACAO.

Anônimo disse...

Olá, boa noite! Tendo em vista a grande indignação e revolta que a revogação dos decretos que "diferenciavam" efetivos e efetivados, além de não constar a vaga desses últimos no concurso da educação, espera-se que o Sindicato faça algo a respeito. Um diálogo com as secretárias, uma manifestação, qualquer coisa assim. De forma nenhuma sugiro que haja uma proposta de divisão da categoria, mas esse fato, por si só, já a está dividindo. Efetivos e designados aqui dos sul de Minas (minha cidade e Poços de Caldas, mas os servidores das cidades vizinhas comungam da mesma idéia) estão propondo uma desfiliação em massa do Sindicato caso este não faça algo a respeitos. Efetivos (no meu caso) não concordam de jeito nenhum com a "igualdade" que o governo está promovendo a esses servidores efetivados, uma vez que eles não fizeram concurso como nós. Os designados, por sua vez, não concordam com o fato da vaga dos efetivos não irem para o edital e com o fato deles conseguirem estabilidade sem prestar concurso. Está mais que na hora do sindicato (que por diversas vezes se pronunciou à favor dessa Lei 100) cobrar do governo uma postura justa e não continuar com essa palhaçada. Se vai ter o concurso, porque "liberar" os efetivados de faze-lo? Eles não são concursados! Espera-se uma posição do sindicato, caso contrário haverá campanha para desfiliação e que se estenderá por toda Minas Gerais. Grata. Maria Conceição.

Anônimo disse...

Essa Lei 100 é uma 100 vergonha. Sindiute, acorda! Já passou da hora de fazerem alguma coisa para acabarem com essa situação. Essas coisas só acontecem na Educação, porque na área da saúde por exemplo, todos os efetivados foram desefetivados e o governador ainda deu uma entrevista (vou tentar postar o link) discursando que só é considerado funcionário público aqueles que passaram por concurso público! Como ele pode ser tão contraditórios e nossa categoria tão omissa? Campanha para o fim dessa lei 100 vergonha, JÁ!!!

Anônimo disse...

Prezados colegas , sinto muito em desapontá-los, mas quem se encontra na condição de efetivado, ou seja, sem ter prestado concurso, não pode ficar na esperança de continuar no cargo, a menos que seja aprovado em concurso público. O Aécio jamais poderia ter criado essa expectativa nas pessoas, pois essa Lei 100 é inconstitucional. De acordo com a Carta Magna (CF), somente terá estabilidade quem for aprovado em concurso. É, pois, o único meio legal, que não cheira nepotismo, de favorecimento de políticos . Quando somos beneficiados por uma maracutaia política não nos importamos com o erro deles, porém, se isso ocorre é sinal de que não há lei, que nosso país não é democrático. Ser democrático é dar oportunidade igual a todos . É poder participar do processo sem que tenhamos que estar atrelados a político corrupto . Ainda que percamos nosso emprego momentaneamente, desde que embasado na lei, é melhor do que compactuar com a ilegalidade .Nossa Constituição tem que ser respeitada. Quem o Aécio pensa que é para ferir a lei Maior de um país!!! Tradição política não enche barriga.Não precisamos de Cacique no poder, porque não somos índios , somos civilizados .

Anônimo disse...

Querido Vanderley José Cardoso, vc não sabe o que é Ética e muito menos a prática, é uma vergonha ouvir isto de um profissional da educação. Não fomos nós, os efetivados com diz vc " fora da lei" que escolhemos está situação. Muitos efetivados estão na luta há muito anos. Milhares de efetivados "fora da lei" lecionam há mais de 20 anos e ou até mesmo aposentados. Vc acha justo profissionais da educação com mais de 20 anos perderem seus direitos e se vc que estivesse na mesma situação o que vc faria? Se vc souber a solução não deixe de repassar para os "fora da lei". Quem pode julgar, se estamos fora da lei é o Tribunal Superior e em quanto não for julgado e sentenciado não me considero "fora da lei" e si um educador e ser educador ninguém e nenhuma lei vai me tirar. Se vc está revoltado com a situação não use o nome dos " fora da Lei" para tentar uma justificativa de fracasso. Se calçar a sandália da humildade com certeza vc terá ao seu lado os colegas " fora da lei". E aqueles que foram beneficiados em 1988,1990, também é "fora da lei"?. Sr. Vanderley, creio que vc é um excelente educador, não é através de teste que avaliamos o potencial de alguém. Sou efetivado e estou na luta com os meus colegas, mas não discrimino os colegas efetivos, para mim são todos educadores com o único objetivo, o de educar, formando cidadãos, que respeitam a opinião dos outros e por demais críticos, dignos. Beatriz, estamos com vc,os "fora da lei"! Somos dignos de respeito a luta dos profissionais da educação, estamos em luta para o único ideal. Conte com os "fora da lei" somos milhares que poderão e vão fortalecer o movimento.

abraços;

De um educador que cumpre seu dever de educar, mesmo fora da lei.

Anônimo disse...

Beatriz,
parabéns pela sua competência e força na luta!
Caros colegas sou efetivado,não concordo com essa situação, espero que essa lei 100 vergonha seja revogada;porém não posso aceitar dizerem que somos os culpados. O MOMENTO É DE UNIÃO!NÃO VAMOS FAZER O JOGO DO GOVERNO! GREVE ATÉ O FIM DO ANO SE PRECISAR.FORA O DITADOR!
Infelizmente temos muitos colegas que ainda não aderiram a greve.Peço que acordem...SE NÃO VENCERMOS ESSA LUTA AGORA ,SEREMOS ETERNOS DERROTADOS! Sou professor de História e sempre ensinei os meus alunos a lutarem pelos seus direitos e construirem a sua própria história; história de LUTA E VITÓRIA!NÃO PODEMOS SER UM MAL EXEMPLO...
TRABALHADORES DA EDUCAÇÃO PRECISAMOS SEGUIR UNIDOS ATÉ A VITÓRIA. FORÇA NA LUTA!!!
Professor Odair José-Montes Claros

Helcilene disse...

Beatriz,
Gostaria que esclarecesse minha dúvida sobre a ação impretada na justiça. O que dizem os advogados do SINDUTE. Quais a chances do ministério dar parecer favorável a nós?
Helcilene

Rui Gonçalves Pires disse...

Olá!
Parabéns pelo Blog!
O Governo está pensando que somos bobos e tenta nos utilizar como objetos de suas manobras.
A senhora secretária de planejamento disse que vamos perder dinheiro, então por que não nos atende logo?
Só isso já é suficiente para percebermos que a carreira antiga é melhor.
Companheiros, em qual dia o Governo se preocupou com perdas do servidor?! Greve neles!!
Rui Gonçalves Pires - Santa Luzia

Anônimo disse...

Sou também contra a lei 100/07. Tenho 5 anos de designada antes de efetivar por concurso público em 2002, e este meu tempo no mesmo cargo não foi computado para o reposicionamento??? Sou ATB e existem colegas meus que só tem o nível médio e com reposicionamento são níveis III e eu com curso superior deveria ser nível IV e ainda sou ATB I A. Há e pela regra geral de promoção por escolaridade publicada em 10/2010 os efetivados vão a partir de 11/2012 ter direito a promoção por escolaridade pois não tiveram período probatório a cumprir. Os efetivos tem que esperar 8 anos para a promoção (3 de per. probatório + 5 de tempo no mesmo nível) e o efetivado só 5 anos??? O governo está favorecendo em tudo os da lei 100/07 pois é uma jogada política e só os efetivou para não ter que pagar uma idenização alta ao INSS para passá-los para este regime. Não pensem ef.da lei 100/07 que o governo os estão protegendo e sendo bonzinhos, é claro que ele também joga e manipula a todos vocêis. E acho que para o sindicato é difícil tocar no assunto da inconstitucionalidade da lc100 pois senão perdem muitos sindalizados. Tudo errado, mas só sei que todos usam os da lc100 conforme suas necessidades e não para se fazer justiça e igualdade de direitos. Acho desnecessário fazer concurso pois já tem uma fila enorme de designados esperando a próxima efetivação, mas será que agora o governo sem interesse fará isto de novo??? E as férias-prêmio para os efetivados da lc100/07 ele não vai conceder??? Claro que não né, pois será servidor saindo a tordo e direito de férias-prêmio e isto gera gastos. O que o governo quer é ir empurrando os da lei 100/07 com a barriga, mas na hora que vocêis não lhes favorecerem mais, eles acatam que tudo isto é inconstitucional e metem o pé nas suas popas e ainda os jogam contra os sindicatos dizendo que a culpa foi deles e no final ainda saem ilesos, puros e com caras de anjos e ganham as próximas eleições fazendo outras novas promessas pois sabem que o povão vai cair com patinho na lagoa. Infelizmente será assim... Mas se todos os profissionais da educação, professores, diretores, administrativos efetivos, efetivados e designados e toda a comunidade escolar se unirem contra este vilão ai sim a luta será dos mocinhos se DEUS quiser AMÉM!
Força nesta luta Beatriz Cerqueira, vai a frente que iremos atrás. Está faltando os representantes do sindicato irem as escolas para puxar a greve, pois tem escola que nem sabem o que está acontecendo ai.

Anônimo disse...

Antes de mais nada: estamos todos no mesmo barco! Efetivos, efetivados e designados! A briga não deve ser entre nós... O nosso adversário é esse governo omisso que rasga a constituição e ainda age com ironia dizendo " essa é uma greve para dimuir salário..." Se assim fosse, pq a digníssima secretária de educação já antecipou que os futuros concursados não terão a opção de escolher a forma de remuneração, afirmando que será subsídio? Se tiverem a oportunidade,visitem o site do antigo assistente da educação do governo João Filocre. Em suas tabelas, todas elas, digo novamente, TODAS, o salário com o piso é mais vantajoso que o "fim de carreira" denominado subsídio! A HORA È AGORA! Só a luta de TODOS NÓS irá desmascarar esse governo prepotente, despreparado e falacioso! Prof. Eduardo B.H.

JooH Duarte disse...

Não sou akele pessoa certa pra fala,mais axo eu vergonha oq o governo faz c os professores,eles trabalham muito para ganhar pouco ,e o governo ainda tem coragem d dizer q o sibisidio q eles pagam estao bom para os professores q isso falta d respeito ,eles so falam isso pq nao sao eles q ficam dentro d uma sala d aula,tendo q aplicar provas trabalhos ajudando a aprendizagem do aula...muitos professores acabam ficando nervosos,mais tudo q eles querem é fazer um futuro melhor ajudando os alunos a serem alguem...axo msm q os professorem tem q lutar pelo seus direito e se existe uma lei q tem q pagar o piso salarial pq eles nao pagam é lei...se fossem o emprego deles eles ja tinham ido ate na justiça por causa disso...mais vamos continuar lutando pq keremos respeito e isso é uma lei entao tem q ser cumprida.

Anônimo disse...

Quem luta também educa.Na verdade penso que educamos de forma mais qualitativa que os falsos professores "pelegos",que ainda insistem em trabalhar mesmo em condições tão decadentes.

Anônimo disse...

Será uma greve histórica se lagarmos de picunhinha e respeitarmos uns aos outros,é isso que esse governo quer, estava eu lendo uma reportagem no sitio do governo onde ele afirma que o sindute participou da aprovação do subsídio e agora quer vltar atras fazendo os funcionários perder dinheiro, ele e a então senhora Renata.Leia a reportagem e pense no que ele realmente está fazendo:COLOCANDO A POLICIA CIVIL CONTRA A MILITAR E PROFESSORES CONTRA PROFESSORES E OS PAIS CONTRA TODO MUNDO E ELE O "CARA".TEMOS UM ÚNICO OBJETIVO O NOSSO PISO NÃO PODEMOS DESCER NO NÍVEL DELES E PERDER O QUE DE MELHOR TEMOS CARÁTER.

Anônimo disse...

Será uma greve histórica se lagarmos de picunhinha e respeitarmos uns aos outros,é isso que esse governo quer, estava eu lendo uma reportagem no sitio do governo onde ele afirma que o sindute participou da aprovação do subsídio e agora quer vltar atras fazendo os funcionários perder dinheiro, ele e a então senhora Renata.Leia a reportagem e pense no que ele realmente está fazendo:COLOCANDO A POLICIA CIVIL CONTRA A MILITAR E PROFESSORES CONTRA PROFESSORES E OS PAIS CONTRA TODO MUNDO E ELE O "CARA".TEMOS UM ÚNICO OBJETIVO O NOSSO PISO NÃO PODEMOS DESCER NO NÍVEL DELES E PERDER O QUE DE MELHOR TEMOS CARÁTER.

Anônimo disse...

Sou professora efetiva e a favor da greve, na minha escola foi passado uma lista para que pudessem avaliar se realmente era a maioria que queria greve e muitos assinaram contra e para os que assinaram a favor a diretora desceu a lenha, menosprezou e ridicularizou fiquei muito chateada mas sei que só faz a diferença quem luta e ela infelizmente nunca vai conseguir ...

Professor Welshman disse...

Quinta-feira, 03 de março de 2011 - 08:00 Tweet - divulgue esta matéria no twitter O Ministério da Educação publicou, nesta quinta-feira, 3, portaria que aprova resolução da Comissão Intergovernamental para Financiamento da Educação de Qualidade. Essa resolução trata do uso de parcela dos recursos da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) para o pagamento integral do piso salarial dos profissionais da educação básica pública.

Composta por membros do MEC, do Conselho Nacional de Secretarias de Educação (Consed) e da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), a comissão definiu cinco critérios que serão exigidos de estados e municípios para pedido de recursos federais destinados ao cumprimento da lei do piso salarial do magistério:


•Aplicar 25% das receitas na manutenção e no desenvolvimento do ensino;


•Preencher o Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope);


•Cumprir o regime de gestão plena dos recursos vinculados para manutenção e desenvolvimento do ensino;


•Dispor de plano de carreira para o magistério, com lei específica;


•Demonstrar cabalmente o impacto da lei do piso nos recursos do estado ou município.

Com base nessas comprovações, o MEC avaliará o esforço das administrações na tentativa de pagar o piso salarial dos professores.

Assessoria de Comunicação Social

Confira a Portaria nº 213. de 2 de março de 2011.

O medo de prestar contas, leva os governos corruptos a não pagar o piso!

Welshman

Maria Tereza disse...

Gente, a luta agora é pelo piso, não é o momento de nos dividirmos em efetivo, efetivado ou designado. Estamos todos no mesmo barco, sendo submetidos aos mandos e desmandos desse governo hipócrita. Enquanto estamos discutindo sobre efetivos e efetivados, Aécio/Anastasia estão por aí morrendo de rir sobre essa divisão. É melhor irmos à luta, não ao retorno à sala de aula sem o piso salarial. Por que o governo negocia com outras categorias que estão em greve e conosco só com o retorno imediato à sala?

Filósofo disse...

Lutar pela ordem para termos progresso.

Penso ser um grande erro da nossa classe o discurso que não devemos pensar na questão dos efetivados,efetivos e designados porque isso divide a classe e no momento estamos pensando apenas no piso salarial. O grande problema de não conserguirmos ter exito na maioria das nossas reinvidicações que, são mais que justas, é que nossa classe ainda é desorganizada em sua maioria. Não existe designação para médico, não existe designação e nem efetivação de policiais, não existe designação de enfermeiros, pois eles fazem concurso e ingressam na carreira pública pela porta da frente e isso fortalece esses grupos para entrarem em greve e lutarem por seus direitos. Sei, que a grande maioria dos professores que encaram a educação com seriedade estão em greve,inclusive efetivados, designados e efetivos, mas muitas pessoas caíram de paraquedas na educação, como pessoas que não fizeram uma licenciatura,mas são formados em Direito, Biomedicina,Agronomia ( nada contra esses profissionais) ou, em outras áreas de formação que não são adequadas para a formação de professores, aliás, nem poderiam ser chamados de professores,pois professor é aquele que escolhe fazer uma licenciatura e antes de entrar em sala de aula, deseja ser professor e se prepara para isso. Não quero ser pessimista, acredito muito na força de nós professores, mas primeiramente é preciso uma identidade,um conceito,uma norma,uma ética de quem "pode" ser professor, quem deve ser professor e em que condições podemos atuar como professores. Um advogado não pode ser médico e vice-versa, um professor não pode atuar como médico e nem como advogado,mas um advogado e um médico podem atuar como professores e são vários exemplos disso envolvendo outros profissionais que estão em sala de aula.Infelizmente, a nossa aréa virou terra de ninguém e em terra de ninguém cada um luta a partir de suas prórias leis e a partir da sua prória conveniência. Devemos lutar prá ter igualdade entre pares, mas infelizmente o governo divide a classe e, me desculpem colegas,muitas vezes com a nossa conivência.Penso que é o momento sim de dividir a classe, mas a classe de quem realmente é professor e atua dentro do que a lei determina,dentro do que é justo.Lutarmos para colocar dentro do que é justo, através do concurso, aqueles formados em licenciaturas e, dessa forma retirar aqueles que estão em sala de aula, mas que não são professores e nem podem ser, porque não possuem nem o direito de tentar um concurso para as disciplinas que lecionam,logo ele é um ilegal na profissão. Só dessa forma,penso eu, se não tiver senso simplista na minha humilde opinião, que nós, educadores de VERDADE, conseguiremos o que é nosso de direito.

Estava lendo Rosseau,por mais que esteja longe do nosso tempo, escreveu algo que se encaixa na nossa situação atual e tenho a ousadia de transcrever essa passagem para a reflexão:

"Unamo-nos para defender os fracos da opressão, conter os ambiciosos e assegurar a cada um a posse daquilo que lhe pertence, instituamos regulamentos de justiça e de paz, aos quais todos sejam obrigados a conformar-se, que não abram exceção para ninguém e que, submetendo igualmente a deveres mútuos o poderoso e o fraco, reparem de certo modo os caprichos da fortuna".

Professora Cida disse...

Nós bem sabemos que não podemos confiar nesse governo. Não foram os seus secretários que assinaram o termo de acordo da nossa greve no ano passado? A redação do documento me parece clara e objetiva. Não há margem para outras interpretações.
E o concurso?
E as reposições das paralisações que o próprio governo orientou as superintendências e os diretores para que não incluissem no calendário de reposições e agora diz na imprensa que nós não repomos.
Governo mentiroso não merece a confiança do povo! Será que ele está pensando que a ditadura militar não acabou?
Será que ele não viu que o trem da história andou e estamos a todo vapor da democracia?
Será que ele é tão ingênuo assim a ponto de pensar que esse discurso infundado da secretária nos fará voltar para a escola sem termos conseguido a implementação da lei do piso?
É porque a maldade desse governo agora está me cheirando a ingenuidade. Coitadinho! Não sabe que trata-se de uma categoria organizada, bem conduzida, decidida, consciente e pronta para fazer valer o nosso direito por piso e carreira!
Alguém precisa dar esse recado para ele.
Dia 28 de junho, terça-feira, em BH, companheiros! Mais uma vez, vamos mostrar para todos os que precisam ouvir e ver: não estamos brincando, exigimos respeito!

Anônimo disse...

Olá Beatriz! O que nossos colegas efetivados NÃO estão entendendo é que, temos que nos posicionar diante dessa Lei 100 AGORA SIM, pois estamos em Greve E GREVE NÃO SERVE APENAS PARA EXIGIR SALÁRIOS, MAS TAMBÉM PARA FAZER COM QUE TUDO O QUE ESTÁ ERRADO ENTRE NOS EIXOS. Então, o mínimo que os efetivados deveriam entender é que estamos TODOS juntos na luta pelo PISO mas também queremos que esse governo conserte essa lambança que ele arrumou com a Lei 100 antes do concurso. O correto é abrir o concurso, manda TAMBÉM as vagas dos efetivados para que todos seja efetivos DENTRO DA LEI e brigarmos também para que os novos concursados recebam o PISO e não o SUBSÍDIO. Então caros colegas, quando surgem comentários sobre a efetivação, eles não são inoportunos e nem para dividir a categoria, mas sim para obrigar esse governo a fazer a coisa certa. Vocês sim, deveriam deixar de serem egoístas, e apoiarem o fim da Lei 100, pois sabem que é inconstitucional, e que a qualquer momento, assim como o governo muda as resoluções, ele pode acabar com essa lei (que já está sendo julgada pelo STF) e se vocês não forem concursados, poderão ficar até sem emprego!

Anônimo disse...

A hora de reivindicar o piso é essa! Mas de cobrarmos o fim da lei 100 também! Que me desculpem os colegas efetivados, mas não sejam cúmplices de coisa errada e mal feita do governo. Ainda que estejam beneficiados com essa lei, hora ou outra isso cairá por terra, afinal, não vamos ficar nas mãos desse governo para sempre. Se não for agora, será daqui 3 anos (afinal o faraózinho não poderá se reeleger). Então ajudem a acabar com essa lei e estaremos todos respaldados e dentro da lei.

Anônimo disse...

Beatriz, sugiro que abra um tópico falando sobre a lei 100 e que o sindicato se posicione diante disso. Afinal, vocês não podem concordar com isso né? O sindicato não vai fazer nada não? O edital do concurso não sairá em julho? Então? Resta pouco tempo para exigir que a vaga dos efetivados entrem nesse edital. Se eram efetivados até agora, tudo bem, não havia tido concurso e ninguém pediu a tal lei 100. Agora com concurso, a coisa muda de figura e é hora de acabar com essa farra do boi de professores sem licenciatura dando aulas (de matérias que não dominam) enquanto professores habilitados ficam quase que mendigando por designação. Basta! Façam algo!

Indignada disse...

Cara Beatriz,
a cada assembleia aumentam o meu respeito e a minha admiração por sua pessoa. Confesso que andava meio desanimada com a postura adotada por antigos coordenadores do SINDUTE; mas você se mostra uma pessoa firme, corajosa a enfrentar esse governo autoritário e ditador que se implantou em Minas nos últimos anos e me levou a crer novamente que nossa luta não será desta vez em vão.

Anônimo disse...

Querida Beatriz, tudo bem? Diante do descaso desse governo e secretárias, já venho pedir para que você, em momento nenhum, proponha o fim dessa greve para tentarmos negociação. Só sairemos dessa greve com PISO. Quem esse governador pensa que é para ousar descumprir uma lei. Que fiquemos 100 dia em greve, mas sem o Piso não voltaremos. Contamos com você e você conte conosco. Não vamos negociar nada depois da greve. Tem que se agora, já. Unidos venceremos e tenho certeza que os braços se levantarão dia 28 pela continuidade da greve (inclusive o meu, rs rs). Um abraço.

Anônimo disse...

Beatriz,
Cada dia mais me convenço de que é vergonhoso ser um professor mineiro.
Sai governo e entra governo que não tem a menor noção do que seja educação. São falsos, mentirosos e cruéis, frios. Uma corja !

Anônimo disse...

Muitos estão saindo do nosso principal objetivo desta greve,o objetivo claro é o piso e esse papo de discutir lei 100 parece papo de quem quer voltar ao trabalho sem o piso.Vamos lá pessoal depois do piso voltamos a debater essa lei.Não é hora de dividir pois estamos caindo na armadilha do Estado.

Professor disse...

Vejo muitos comentários acerca da Lei 100, porém nada é dito pelo Sindute. Qual o motivo do silêncio? Será que ninguém percebe que a Lei 100 é ruim para todos? Efetivos(dentro da lei), Designados(sem vagas suficientes para se tornarem concursados) e os próprios Efetivados, pois se desejarem fazer concurso para contarem com a legitimidade da Lei maior, não terão vagas também... Não creio que os Efetivados possam preferir ficar nesta Lei absurda( que pode ser mudada ao bel prazer do governo) do que fazer um concurso e terem a Lei Maior do seu lado. Por fim eu pergunto ao Sindute: como podemos exigir o cumprimento da Lei do Piso por ser uma Lei Federal se nada dizemos a respeito da tal lei 100 que é inconstitucional? Assim fica difícil! É preciso coerência! LEI FEDERAL, CONSTITUIÇÃO! Devemos exigir o cumprimento em todos os sentidos, senão seremos desacreditados. Vão dizer que só queremos o cumprimento de Leis que nos interessam. Por favor, Beatriz, fale algo sobre o assunto. Não se posicionar já está ficando estranho...
Obrigado e vamos juntos, todos contra o (des) governo que impera em Minas!

Professor disse...

Vejo muitos comentários acerca da Lei 100, porém nada é dito pelo Sindute. Qual o motivo do silêncio? Será que ninguém percebe que a Lei 100 é ruim para todos? Efetivos(dentro da lei), Designados(sem vagas suficientes para se tornarem concursados) e os próprios Efetivados, pois se desejarem fazer concurso para contarem com a legitimidade da Lei maior, não terão vagas também... Não creio que os Efetivados possam preferir ficar nesta Lei absurda( que pode ser mudada ao bel prazer do governo) do que fazer um concurso e terem a Lei Maior do seu lado. Por fim eu pergunto ao Sindute: como podemos exigir o cumprimento da Lei do Piso por ser uma Lei Federal se nada dizemos a respeito da tal lei 100 que é inconstitucional? Assim fica difícil! É preciso coerência! LEI FEDERAL, CONSTITUIÇÃO! Devemos exigir o cumprimento em todos os sentidos, senão seremos desacreditados. Vão dizer que só queremos o cumprimento de Leis que nos interessam. Por favor, Beatriz, fale algo sobre o assunto. Não se posicionar já está ficando estranho...
Obrigado e vamos juntos, todos contra o (des) governo que impera em Minas!

Anônimo disse...

Discutir a Lei 100 não é sair do foco. É deixar claro que os educadores lutam pelo cumprimento das Leis, de todas as Leis e não só daquelas que satisfazem interesses. Discutir a lei 100 é mostrar que os educadores querem trabalhar na legalidade.
A hora é agora! Se deixarmos para depois, vai cair no esquecimento.
Não se trata de dividir a classe, mas de dar oportunidades iguais para todos e isso só com concurso e com todas as vagas disponibilizadas.

Professor disse...

Espero que este comentário apareça agora. Já coloquei duas vezes, esta é a terceira.

Vejo muitos comentários acerca da Lei 100, porém nada é dito pelo Sindute. Qual o motivo do silêncio? Será que ninguém percebe que a Lei 100 é ruim para todos? Efetivos(dentro da lei), Designados(sem vagas suficientes para se tornarem concursados) e os próprios Efetivados, pois se desejarem fazer concurso para contarem  com a legitimidade da Lei maior, não terão vagas também... Não creio que os Efetivados possam preferir ficar nesta Lei absurda( que pode ser mudada ao bel prazer do governo) do que fazer um concurso e terem a Lei Maior do seu lado. Por fim eu pergunto ao Sindute: como podemos exigir o cumprimento da Lei do Piso por ser uma Lei Federal se nada dizemos a respeito da tal lei 100 que é inconstitucional? Assim fica difícil! É preciso coerência! LEI FEDERAL, CONSTITUIÇÃO! Devemos exigir o cumprimento em todos os sentidos, senão seremos desacreditados. Vão dizer que só queremos o cumprimento de Leis que nos interessam.  Por favor, Beatriz, fale algo sobre o assunto. Não se posicionar já está ficando estranho...
Obrigado e vamos juntos, todos contra o (des) governo que impera em Minas!

Anônimo disse...

O governo do Estado quer criar dissensões no seio da nossa classe ao lançar resoluções que acabam equiparando o servidor efetivado com o efetivo.
Eu que fui aprovado em concurso público (6° lugar em Montes Claros, Edital 1/2005) não concordo com a Lei 100/2007. Mas vejamos: o governo quer desarticular o movimento de greve tentando colocar o servidor efetivo contra o efetivado.
NÃO FAÇAMOS ISSO
NÃO VAMOS CRIAR UM INIMIGO DENTRO DA NOSSA PRÓPRIA CLASSE.
VAMOS NOS UNIR PELO PISO
AS OUTRAS COISAS PODEM SER REIVINDICADAS DEPOIS.
ABRAÇOS

Anônimo disse...

Sou efetivada em dois cargos e tenho 18 anos de serviço e bem trabalhado nunca tive uma falta e nunca mim afastei por motivo de doença,sempre apoei o sind-ute, mas já estou ficando chateada com a falta de respeito dos colegas com tanto descaso quando se refere ao efetivado,que somos incompetentes ,lei cachorra, oportunistas etc.Como se vcs fazendo tudo isso fosse calar e obrigar o governo a nos colocar na rua, naõ seja hipócritas ao pensar dessa maneira, pois desde quando entendo e conheço de educação é primeira vez que sinto que vcs ficaram preocupados só com as vagas e que os designados querem fazer concurso e nos que estava lá a mis tempo acham certo que mande agente embora assim ? Chega e que vai desfiliar e o que já foi feito não conta?Como se o sind-ute fosse obrigado a cumprir as leis que nem os que as faz consegue. Quem deveria deixar vcs na mãos deveria ser efetivados pois pelo visto não somos nada depois que vcs ficaram sabendo das igualdades, depois fica falando em igualdades sociais se ainda não aprenderam as mesmas. E outra não estamos ocupando o lugar de efetivo nenhum muito menos de designados. Se o sind-ute conseguir acabar com a lei 100 epero que faza valer a lei do piso . Não passei no concurso foi porque não teve depois que fiz minha faculdade e os demais colegas também e hoje estam todos habilitados e até com pós-graduação, e não fique falando aos quatros ventos , lute assim como estamos fazendo porque sinão nos e quem vamos largar vcs sozinhos. Somos 96 mil EFETIVADOS com muita dignidade e sempre respeitamos vcs indiferente das nossas CLASSIFICAÇÕES e de seus "PODERES".

Christiane disse...

Christiane disse...
Faço questão de me identificar.
Primeiramente, sinto-me na obrigação de me posicionar diante de tantos comentários a cerca da Lei 100 lidos anteriormente. Alguns deles fazem total sentido, mas a grande maioria tem demonstrado despeito, egoísmo e extrema arrogância. Por exemplo quando li "efetivados que aceitam essa condição são mau-caráter". Como pode um profissional da área da educação manifestar-se de forma tão errônea em relação àqueles que sequer conhece? É mesmo uma hipocrisia. No final das contas, se esse mesmo sujeito estivesse do outro lado e fosse um profissional que apesar de não ter feito concurso por não ter tido NENHUM desde que se formou há 8 anos atrás em sua área, não estaria por ai dizendo ainda "que não passaram em concurso por incompetência, ou qualquer motivo que seja..." e ainda não julgaria com descaso profissionais competentes e extremamente corretos e certos de seu papel com total domínio de sua disciplina e uma formação impecável, não só em termos de graduação, mas duas pós e iniciação ao mestrado. Educador respeitado, não só pelos alunos, mas também pelos colegas de trabalho efetivos e contratados que sabem que a culpa não é do profissional que fora efetivado, mas sim,de um governo manipulador.
As pessoas têm todo direito de se posicionarem, seja contra ou a favor, o que não têm direito é de julgar o outro, pensando em si próprio (seja por despeito ou falta de sorte) e ficar por ai fazendo de conta que pensa enquanto categoria e quer apenas que a lei seja cumprida.
Portanto, aqueles que iniciam sua fala debatendo contra a Lei Complementar 100, pensem antes de se posicionarem para não serem injustos com os próprios colegas e não perderem o foco da nossa luta que até agora entendo ser a busca por salários mais justos.

Anônimo disse...

Beatriz, cada dia mais me decepciono com o governo.
Como pode exigir que o povo cumpra as leis se ele mesmo não o faz?
É uma vergonha o que aconteceu na reunião citada acima.
Que bela secretária.Devia ter mandado alguma substituta, talvez assim compreenderíamos a situação.
Abraços

E.W disse...

Batriz
Parabens
Gostaria apenas de fazer uma sugestao. Acho que o governo ja tem ideia de quanto tempo uma greve se sustenta e acho que acaba incomodando pouco. Penso que as manisfestaões se fossem organizadas semanalmente saindo de mais de um ponto de Bh e encontrando todos em um unico local daria mais efeito. Imagina o desespero e confusão que faria no centro da capital toda semana, a população e os politicos iriao cobrar do governo uma posição ja que teriao prejuizos incalculaveis com os atrazos e congestionamentos. creio que as manifestaçoes dariam mais efeito principalmente sendo feitas nos horarios de pico.

Prof. Ms. Paulo Robério Ferreira Silva disse...

Em Manga, Norte de Minas (SRE Januária) tem professor assinando "termo de compromisso" e cumprindo horário sem aluno, para não perder o pagamento, já que a ordem é cortar o pagamento de quem está em greve. O que fazer?

Anônimo disse...

Beatriz,
Quando trocou a secretária, aplaudimos em nossa cidade.Acreditávamos que entraria uma pessoa qualificada, com algum sentimento e com vontade de trabalhar corretamente. Engano. continuou uma pior ainda, mais desinformada, mais fria, mais sínica e sem qualquer preocupação com a educação. Seu salarão estando garantido o resto que se dane, inclusive os alunos.
Essa Gazzola é uma abusada!

Célia disse...

O governo de Minas gosta tanto de cumprir a LEI quando é a seu favor. Em minha cidade a população quase morre de tanto pagar multa. Os policiais possuem metas de multa para atingir. Por quê será que quando é para o governo pagar o interesse não é o mesmo?
Beatriz, desde o ano passado que sinto como se fosse escrava e que os poderosos compram, manipulam, abusam.
Até quando ? Não existiram mais políticos honestos, sensatos, sensíveis a população que representam ?
Espero em Deus que a justiça seja feita.