domingo, 5 de junho de 2011

NOTA DE ESCLARECIMENTO À IMPRENSA E À SOCIEDADE MINEIRA



Em resposta à Nota publicada pela Secretaria de Estado da Educação no dia 27/05/11

O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou no dia 06 de abril deste ano a Ação Direta de Inconstitucionalidade n.4.167 que questionou, entre outras questões, a composição do Piso Salarial instituído pela Lei 11.738/08.

O resultado deste julgamento é a definição da composição do Piso Salarial Profissional Nacional. De acordo com a decisão do Supremo, o Piso Salarial corresponde ao vencimento básico inicial da carreira do professor de nível médio de escolaridade, excluídas quaisquer vantagens e gratificações.
Diante deste julgamento, o Governo Antônio Anastasia falta com a verdade para a população ao afirmar que “em Minas Gerais, sistema de remuneração por subsídio, implementado no inicio deste ano, garante piso nacional para os profissionais da Educação”.
A decisão do STF determina o contrário do que afirma o Governo Mineiro. Não é possível compor o Piso Salarial com nada além do vencimento básico. O Subsídio, insituído pela Lei Estadual 18.975/10 é composto de toda a remuneração do servidor, ou seja, de vantagens e gratificações pessoais.
O que o Governo tenta esconder é que está descumprindo uma Lei Federal, uma vez que o vencimento básico do professor para nível médio de escolaridade em Minas Gerais é de R$369,00. De acordo com o Ministério da Educação deveria ser de R$1.187,00 e de acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) de R$1.597,87.
O discurso irreal de transparência e modernização
O subsídio não trouxe mais transparência e modernização ao sistema remuneratório, como também afirma o Governo Estadual. Milhares de professores recebem como se fossem estudantes de graduação, mesmo tendo concluído a graduação ou mesmo a pós-graduação. Servidores com nível de escolaridade de mestrado recebem apenas pela licenciatura curta. Milhares de Auxiliares de Serviço da Educação Básica (ASB) recebem pelo ensino fundamental incompleto, apesar de terem nível médio de escolaridade.
Ao contrário, esta forma de remuneração desvalorizou os servidores, recolocando-os no início da carreira mesmo tendo 15 ou 20 anos de serviço.
Também é um desrespeito ao servidor, o governo afirmar que corrigiu distorções. O que o subsídio fez foi nivelar servidores com 20 anos de serviço aos que começam agora a trabalhar na Rede Estadual. O que ocorreu na verdade foi uma desvalorização dos servidores.
Categoria mobilizada
Durante todas as reuniões realizadas com o Sind-UTE, o Governo afirmou que somente se pronunciaria a respeito do pagamento do Piso Salarial após a publicação do acórdão.
No entanto, ao verificar a mobilização da categoria, que terá assembleia estadual no dia 31 de maio e a disposição de realizar um nova greve, caso o Governo permanecesse na inércia, o Governo tenta distorcer a realidade vivenciada pelos profissionais da educação em todo estado. Continua a ser uma vergonha o salário pago em Minas Gerais, principalmente ao descumprir uma lei federal.
(Nota Publicada no site do Sind-UTE, divulgada na assembleia da categoria realizada no dia 31/05/11)

55 comentários:

Anônimo disse...

Olá Beatriz o sindicato deveria ir mais as escolas de contagem para dialogar com os professores estamos totalmente abandonados lá .
Principalmente no Helena Guerra

Beatriz Cerqueira disse...

Prezado colega,
intensificaremos as visistas às escolas. A escola Helena Guerra é muito importante para o nosso movimento. Caso tenha interesse, faça contato comigo por e-mail para agendarmos.
Abraço,
Beatriz

Anônimo disse...

PARABENS PELA INICIATIVA DE SE CRIAR UM ESPAÇO PARA ESCLARECIMENTO DE DUVIDAS DOS SERVIDORES.GOSTARIA QUE VOCE BEATRIZ EM NOME DA ENTIDADE NA QUAL REPRESENTA TODOS OS SERVIDORES, COLOCAR A QUESTÃO : SUBSIDIO X REMUNERAÇÃO ANTERIOR.

ABRAÇOS

Anônimo disse...

Prezada Beatriz,
Não seria prudente, além da greve,
uma ação judicial contra o governo do Estado para a aplicação da lei do PSPN na antiga carreira ?
Um abraço.
Luiz Fernando

Cristina Costa disse...

Beatriz, em primeiro lugar é você mesmo a autora do blog????
Não vi nada n o seu perfil????

Gostaria de ter as certeza que estou conversando real,mente com a Beatriz Cerqueira, nossa representante direita.

se for a coordenadora do sind-ute gostaria de ver publicada aqui a pauta geral de revindicações nesta greve? e saber porque o sindicato defende um piso diferente do MEC que foi aprovado. Não será uma luta perdida????Não podemos nem temos tempo para perder mais.

Obrigada
Cristina - professora estadual com 25 anos de atuação e que viu suas vantagens sendo confiscadas sem direito a luta.

Beatriz Cerqueira disse...

Prezado Luiz Fernando,
já estamos elaborando várias estratégias no campo jurídico. Possivelmente, já faremos a divulgação durante a assembleia do dia 08/06.
Abraço,
Beatriz

Beatriz Cerqueira disse...

Prezado colega,
faremos um Informativo específico subsídio x remuneração anterior.
Obrigada pela sugestão.
Um abraço
Beatriz

Beatriz Cerqueira disse...

Recebi a mensagem abaixo de um colega de Manhuaçu que me autorizou postar no blog:

Caros companheiros do Sind Ute e Beatriz
Beatriz, Manhuaçu e região acredita na nossa luta e no seu trabalho. Gostaria de colocar uma sugestão para a nossa luta. Olhem o exemplo do movimento da PM e dos BM, a meta deles é o piso de 4 mil. Acho que o governo deve fechar algum acordo bom com eles. A meta da nossa luta é o nosso piso, não devemos aceitar contornos, enrolação, como em outras vezes, não aceitar promessas, nossa meta é esta e acabou - sim ou não. Temos uma entidade que é a maior categoria, precisamos ser radicais - Vamos usar todos os meios possiveis para nos comunicar com toda a categoria e a sociedade.
Grato,
Clovis

Beatriz Cerqueira disse...

Recebi esta mensagem de outro companheiro de Manhuaçu que me autorizou postar:

Para os companheiros e Beatriz

Beatriz, acreditamos amplamente na atuação do nosso sindicato, no seu trabalho e liderança, temos ouvido e observado algumas criticas, mas tal acontece em todos os sindicatos.
Sabemos que nossos politicos não gostam muito das ruas, principalmente aqueles que mamam nas tetas do governo, porém ao iniciar a nossa greve, temos que fazer uma ampla campanha de campo com nossos educadores, o sindicato precisa preparar manifestos escritos para que sejam distribuidos e panfletados nas avenidas, esquinas, pontos de onibus, comunidade escolar, divulgações por todas as rádios das Minas Gerais, blogs... A nossa greve deve ter o seguinte lema: Educadores e Sociedade - em prol da Educação de qualidade.

Manhuaçu e região na luta com o sind-ute e sua liderança!!!

Linder

Anônimo disse...

Beatriz, gostaria de saber se é verdade que os servidores que optaram pelo sistema de remuneração antigo continuam recebendo pelo subsídio.

Beatriz Cerqueira disse...

Prezada Cristina,
sou a Beatriz da direção estadual do Sind-UTE mesmo. Vou atualizar o meu perfil.
Vou organizar a nossa pauta de revindicações e postar no blog.
Também vou preparar um material que explique a diferença de R$1.187,00 x R$1.597,00.
Mas uma coisa você pode ter certeza: não é uma luta perdida. Ao contrário, temos uma lei federal do nosso lado. Obrigada pela postagem. Um abraço
Beatriz

Anônimo disse...

Olá Beatriz,
Parabéns pela iniciativa!
Gostaria de saber mais informações sobre a nossa comissão de negociação com o governo. Parece que ela está atuando, se não me engano, desde a greve passada.
Você nós conhecemos muito bem das assembleias e da imprensa, rs... Mas quem são as outras pessoas?
Você acha interessante que a comissão seja ampliada? Ganhar mais força de argumento? Se não, quais os motivos?
Gosto muito dos textos do Euler e das falas do Rômulo, apesar daquela carinha de menino ainda.
A união faz a força!
Abraços,
Maria Evanilda

Anônimo disse...

Ola, Beatriz gostaria dizer que admiro muito, mas estou achando o sindicato muito omisso, não gostaria de perder essa admiração. Vamos unidos nessa luta uma vez que não é só a categoria e sim toda sociedade.

Luzia Gomes. disse...

Olá Bia, como foi bom você ter criado este espaço para termos contato direto com você. Sempre vejo e ouço voçê em nossas assembléias, pois vamos em todas. Somos da região leste de Minas, Tarumirim. Em nossa região a greve de 2010 a adesão foi de 100%. Bia esta semana ouvi um comentário em nossa escola e fiquei pensativa "se o piso é lei federal, não precisa de greve, lei não discute, cumpre..."Sei que o governo atual muda as leis estaduais como bem quer, ele já deu provas disso, ele poderia burlar também uma lei federal? Até quarta feira. Abraços.

ANTONIO disse...

BEATRIZ,É MUITO BOM PODER COMUNICAR COM VOCÊ ATRAVÉS DESTE BLOG! A MINHA PERGUNTA É A SEGUINTE, SERA QUE O SINDUTE, JUNTAMENTE COM A CNTE, NÃO PODEM ENTRAR EM CONTATO COM O STF E TER INFORMAÇÔES DA POSSIVEL PUBLICAÇÃO DO ACORDÃO.

Beatriz Cerqueira disse...

Colegas,
o sindicato já fez contato para agendar uma reunião com o Ministro Joaquim Barbosa.
Quanto a omissão, é necessário (e importante)apontar o que precisamos melhorar. Sindicato fraco, é categoria fraca e o Governo passa por cima.

Anônimo disse...

Parabéns pelo Blog, Bia!
Estou sentindo que vamos fazer um bonito movimento novamente e desta vez arrancar o Piso Salarial. Abraço. Cidinha

blog da clark disse...

Bia,
Parabéns pela sua garra e sucesso em mais este movimento por melhores condições de vida e salario.
Rosana Clark.

Beatriz Cerqueira disse...

Prezado colega, até onde já conseguimos apurar, o Estado não efetivou o pagmento conforme a opção já manifestada pelo servidor. As pessoas continuam recebendo o subsídio. Mas tem sido publicadas todos os dias no Minas Gerais (Diário Oficial) as opções remuneratórias. Precisamos avaliar coletivamente esta estratégia do Governo, porque acho que é uma estratégia.

Beatriz Cerqueira disse...

Prezada Luzia,
a luta é para que o Governo do Estado cumpra a lei. Pelo comportamento do Governo Anastasia, ele não pretende cumprí-la e adotar outra forma de remuneração que é o subsídio. Por isso é importante que a categoria faça a opção de retorno à remuneração antiga.Isso também faz parte da luta.
Um abraço a todos de Tarumirim.
Até a nossa assembleia.

Beatriz Cerqueira disse...

Prezada Maria Evanilda,

a comissão de negociação foi aprovada em nossa assembleia do dia 24/02. Em 2010 ela também foi submetida a apreciação e decisão da nossa categoria em assembleia e também no Comando Estadual de Greve. Ela é composta de 4 pessoas e foi pensado na perspectiva de ter perfis que se complementem e cumpram a função de negociação e representem as diferentes regiões do nosso estado. Além disso, temos uma assessoria técnica que planeja cada atuação, o cenário do processo de conjuntura do momento da negociação.Quem faz parte da nossa comissão: eu que pertenço a Região Metropolitana de BH, sou professora dos anos iniciais; Feliciana, que é professora em Ipatinga, tem experiência de Mesas de negociação em Ipatinga; a Lecioni, professora e pedagoga da cidade de Capinópolis, no Triângulo Mineiro, ela já participou da comissão que discutiu uma proposta de Plano de Carreira (o melhor que já conseguimos construir, mas que não foi aprovado pela Alemg). Ela está na regência atuando em sala de recurso ou seja, que trabalha com alunos com necessidades especiais. A Marilda é professora, foi diretora de escola, tem um grande acúmulo de legislação estadual e atualmente é da Direção Executiva da nossa Confederação.
Acho que o movimento que precisamos fazer é de fortalecer a nossa comissão. Você já viu o Governador Antônio Anastasia dizer que precisa de mais pessoas para fortalecer a Secretária de Educação na discussão com a categoria, ou com o sindicato? O nosso problema não é falta de argumento. Enfrentamos um Governo duro. Você acha que o Governo não acompanha o movimento, que sei que existe, de desqualificar a direção do sindicato? Direção fraca é movimento fraco. Em nosso sindicato temos instâncias que contemplam todas as posições, grupos políticos, etc. Veja a nossa última assembleia: começamos com Conselho Geral que reune lideranças de todas as regiões do estado, todas as pessoas presentes que quiseram falaram. Foram mais de 30 falas. Na assembleia, iniciamos com um ato lúdico coordenado por dois colegas que, abertamente dizem que são oposição à atual direção. Depois dos informes, abrimos para 10 intervenções. Não há preferência de ninguém falar, nem a intenção de excluir ninguém. Num movimento de mais de 5 mil pessoas, com toda a grande mídia acompanhando, a decisão de iniciar uma greve é sempre tensa, não dá tempo de pensar em excluir ninguem. O movimento é maior do que isso. Foram 10 falas na última assembleia: falaram 4 companheiros que se declaram de oposição a atual direção, 3 diretores estaduais do sindicato e outros 3 colegas que não se declararam "situação" ou "oposição" sendo um de Governador Valadares, outro colega de Nova Lima e outro de Matozinhos. Tinham mais 9 colegas que manifestaram vontade de falar. Quem decidiu se ouviríamos ou não os demais foi a assembleia em votação. Tínhamos a idéia de fazer uma manifestação pelas ruas de BH e se fica muito tarde a imprensa não faz a cobertura.
A hora é de fortalecer o movimento, o nosso sindicato, apresentar as críticas, cobrar,mas ter unidade.É o que penso.
Um abraço,
Beatriz

Ibiaí Memória disse...

Prezada Beatriz,

Como é bom ver daqui de São Paulo os meus colegas aí em Minas Gerais mobilizados. Infelizmente a sociedade mineira tem optado por uma espécie de governo aos moldes da política neoliberal e também autoritário, pois as leis não são obedecidas e a imprensa não noticia as mazelas do nosso estado porque o governo paga caríssimas propagandas a ela.
A greve do ano passado foi uma demonstração clara de que cresce a cada dia a vontade de reagir. Participei dela e acompanhei todos os passos do movimento.
Curso Mestrado na Unesp e para fazê-lo estou de LIP. Tenho apenas três anos de magistério e o salário aumentou consideravelmente. Não fiz a reopção para o antigo sistema porque a mina LIP foi publicada logo no início deste ano. Por outro lado não achei justo que meus colegas com mais de dez anos de magistério ganhassem quase o mesmo valor que eu.
Não sei como fazer para solicitar a reopção no momento uma vez que eu não estou recebendo os vencimentos. Como devo proceder?
Espero que a greve se fortaleça. Estou eu em Franca/SP, bem próximo ao triângulo mineiro, torcendo e fazendo preces para que o PROFESSOR Anastasia recue e perceba de vez que a lei é mais forte que o seu perfil burocrático/técnico/autoritário.

Marlene Mendes(Professora) disse...

Olá Beatriz.
Não entendo minha classe, professores.Não acreditam na possibilidade de melhoras, não buscam, ignoram tudo e reclamam sempre.Olha , e quando são esclarecidos , ainda fazem piadinhas de descasos, tipo: vc acredita em papai noel?
E ainda tem mais...Tem medo de receberem o piso defasado de dezembro, enquanto não chegar o novo.Faltam esclarecimentos, pois não querem nem ler.Pode?

Rosy disse...

Beatriz, vc é uma lutadora ímpar, luta por todos. Parabéns! Precisamos nos unir na luta pelo piso, o que não podemos fazer é sofrer com colegas que se acomodam com o subsidio. Sempre afirmo que não é dificil lutar contra a ditadura do governo, dificil mesmo é lutar contra algumas cabeças duras de colegas que nem parecem ser educadores.

carmem disse...

Beatriz, peço a Deus força e sabedoria a vc e a direçao d sindicato. vamos lutar... a hora é agora !!! Carmem Manso. SGS.

Anônimo disse...

Porque não temos 98,5 % de aumento...

a polícia é Estadual ou não...

professor não pode ter aumento está fora do programa estadual...

Anônimo disse...

Beatriz,

Veja a nota postada no Blog de Josias de Souza:
- O ministro Marco Aurelio Mello reconheceu o direito do funcionalismo à reposição das perdas salariais, o ministro disse ainda que, a correção anual esta prevsita no INCISO 10º DO ARTIGO 37 da constituição.
Segundo o ministro, estaleceu-se um "circulo vicioso" nas esferas " federal, estadual e municipal " e que os governnantes mantêm "os olhos fechados" para o texto constitucional. O funcionalismo paulista recorre o retroativo de vários anos sem reajuste- Imagina Minas sem qualquer aumento durante 12 anos???
Segundo o blog o ministro comentou ainda que não pode ocorrer esta supremacia absoluta do Estado, em conflito com o regime democrático e republicano.

Clóvis -Manhuaçu

Anônimo disse...

Parabéns pelo seu trabalho, pela sua luta em favor dos profissionais da Educação de MG. Sou seguidora de seu BLOG e estou procurando me inteirar dos acontecimentos, só que... sou professora da rede municipal. Gostaria de saber se caso consigam a implantação do Piso Salarial Nacional em MG, os prefeitos serão obrigados também a pagar o Piso? Se a lei é federal e o senhor governandor não quer cumprir, e os senhores prefeitos, quem vai obrigá-los? Em minha cidade ninguém ousa paralisar, nem reinvindicar e... "Uma andorinha só não faz verão". Espero ansiosa pela sua resposta.

Welshman! disse...

Devemos todos visitar as escolas e conversar com nossos colegas para aumentarmos o número de profissionais em greve. Somos uma grande categoria, temos um grande sindicato e o momento na educação é único! Todo país esta envolvido no debate político e jurídico que a lei do piso proporcionou. União é a palavra chave! Contamos com seu apoio!
Welshman. Professor da rede estadual de Rubelita.

Welshman! disse...

Devemos todos visitar as escolas e conversar com nossos colegas para aumentarmos o número de profissionais em greve. Somos uma grande categoria, temos um grande sindicato e o momento na educação é único! Todo país esta envolvido no debate político e jurídico que a lei do piso proporcionou. União é a palavra chave! Contamos com seu apoio!
Welshman. Professor da rede estadual de Rubelita.

Anônimo disse...

Olá Beatriz!
Parabéns pela criação deste espaço!Ele será um canal direto entre nós professores e a direção do sindicato!
Venho aqui reiterar o pedido do "anônimo" abaixo. A Escola Helena Guerra, em Contagem está mesmo muito "abandonada" e cambaleante. O grupo "rachou" ao meio, pois os anos iniciais estão tendo aulas normalmente. A subsede de Contagem ainda não teve tempo de fazer este trabalho de mobilização.
Venho aqui lhe pedir socorro! Ajude-nos a mobilizar estes colegas que continuam trabalhando mesmo tendo estado em greve no ano de 2010 por tantos dias. Não há vitória sem luta, eu acredito nisso!
Ninguém pode fechar os olhos aos acontecimentos tão bárbaros que a rede estadual vivencia. Ajude-nos!
Um abraço,
Rosemeire Dias

Anônimo disse...

Beatriz, parabéns pela atuação e pelo blog.
Gostaria de saber se existe alguma negociação sobre a progressão por escolaridade.Por que temos que esperar 5 anos pela progressão? A maioria dos servidores nunca pode pagar uma faculdade por causa do baixo salário. Outra questão: por que o tempo de designação dos concursados em 2002 não foi aproveitado para promoção e progressão? Sendo que para os efetivados da lei 100 o tempo de designação serviu para que eles conquistassem os mesmos direitos dos concursados. Isto não é uma distorção? O sindute já se deu conta dessa situação? Os concursados perderam o tempo de designados no reposicionamento e nada foi feito.Gostaria que este ponto fizesse parte das negociações.
Obrigada! E mais uma vez parabéns!

Elizane disse...

Reconheço meu erro em não estar muito informada de algumas questões. Mas, acredito no sindicato e na luta e precisamos ser mais unidos sim. Mas, A lei 100 é inconstitucional, estou com menos aulas que efetivados e não consigo ser removida para a minha cidade pelo mesmo motivo. (efetivados lei 100) e o que o sindicato fez? Aceitou este ato contra a lei? Como o sindicato quer cobrar agora o piso? A lei não é lei? Desculpe se falei bobagem me corrija!

Antonia disse...

Olá Beatriz, se tem uma coisa que não entendo é a lei 100 ter o mesmo valor que um concurso público, isto fere a nossa constituição que diz que ingressar na carreira é só através de concurso público. O que os nossos governantes estão pretendendo com isso, é dar mais uma rasteira nessa nova categoria?
Por favor me responda, pois gostaria de entender e até mesmo saber o que poderá acontecer com estes profissionais no futuro.

Anônimo disse...

Minas um território de leis próprias....
O governo mineiro parece um tanto quanto gostar de descumprir com o princípio federativo que configura nosso Brasil e assim criar suas próprias leis sem observar a legislação MAIOR. Além de descumprir com o proposto pela Carta Magna, bem como pela Lei 9394/96, onde estabelece a presunção de carreira pública para o magistério por meio de concurso público, ainda não paga o que é de DIREITO dos profissionais da educação. Acho que tão logo Minas irá se declarar independente do Brasil e constituir um outro estado soberano na América Latina. Quem sabe o que Tiradentes não conseguiu o nosso ilustre e respeitável governador consiga. Libertas quae sera tamen!

Anônimo disse...

O que a colega disse é certo: tanto a CF como a Constituição Estadual prevê ingresso na carreira pública da educação somente através de concurso!Gostaria de saber onde estava o sindicato naquele momento, pois é claro que um sindicato deve conhecer a legislação, pelo menos referente à area que representa! Além disso, e os profissionais! Por que aceitaram, não se informaram? Simplesmente aceitaram esse "favorzinho" do governo. Talvez por isso mesmo, ele está agindo deste modo!Que as gerações atuais aprendam! O governo dá com a mão e tira com a outra!

Ana Maria disse...

Gostaria que o sindicato se posicionasse e exigisse do atual governador a realização de um concurso público para que acabasse de vez com essa lei 100 que só eles estão ganhando com isso, iludindo os nossos profissionais, pagasse o piso imediatamente para por fim nessa greve e outras.

Cida Lima disse...

Olá, Beatriz!
Muito bom ter mais este contato com o Sind-UTE/MG através de você. Precisamos usar estes espaços, divulgar nossas ideias e fortalecer nossa luta.
Estamos em greve na rede municipal de Ipatinga. Estamos no quarto dia de ocupação no gabinete do prefeito, na tentativa de abrir negociação. A situação está difícil, mas a adesão à greve é muito boa e nós vamos resistir. Afinal, "a gente nunca desiste!"
Cida Lima - Ipatinga

Anônimo disse...

oLÁ BEATRIZ GOSTARIA DE SABER SE TEM ALGUMA LEI QUE DIZ QUE PROFESSORES EFETIVOS COM EXTENSÃO DE CARGA HORÁRIA PERDERA ESTA SE HOUVER GREVE SABENDO QUE NÃO PODE HAVER RELALIAÇÃO ALGUNS COLEGAS ME QUESTIONARAM E A DIRETORA COLOCOU PRESSÃO . ME RESPONDA OBRIGADA ABRAÇOS.

Anônimo disse...

explique me sobre o acordão que o governo tanto bate o pé

Anônimo disse...

Olá Beatriz vou postar como anônimo pois, tem gente de minha escola que esta pegando pesado precisamos não preciso falar quem né!! precisamos de uma visita no Helena Guerra muitos professores estão trabalhando lá , principalmente os do Fundamental I nos ajude!
Abraços

Anônimo disse...

A cada hora que passa esse blog está melhor e maior. Somos uma grande categoria e vamos fzer um grande movimento na sociedade brasileira. Vamos concluir um grande projeto que iniciamos a muitos anos: PISO SALARAL PROFISSIONAL NACIONAL!
Isso está na minha cabeça e na cabeça de milhares de pessoas e de famílias. Anastasia não tem o direito de nos tomar algo que lutamos tanto para conseguir!
Vamos juntos, companheiros, essa é a hora! Direito conquistado deve ser respeitado.

Anônimo disse...

Beatriz, a postura dos sindicalistas tem aumentado o desinteresse pela greve. Profissionais da educação devem ser tratados com respeito e educação. Tem sindicalistas usando de calúnias, sensacionalismos e até chantagem para conseguir mais adeptos para a greve. A luta se vence por direito e respeito a liberdade de expressão e não coação.Obrigada.

Denia disse...

Bia

Precisamos fortalecer cada vez mais a nossa greve com conscientização nas escolas,pois muitos estão desacretitados e por tanto acham que não vale apena parar agora.Nos ajude Nesta divulgação e conscientização de todos através de mais informações e divulgação das informações recentes.

Anônimo disse...

Beatriz, ano passado vc deu um show, este ano parece cansada, nem seu blog fica atualizado, vc é referencia pra todos nós professôres, creio que está faltando colocar de verdade o bloco na rua, já que não contamos com as mídias teremos que chegar ao povo mobilizando todos os meios necessários e legais. Vamos a luta, aqui em Governador Valadares a coisa tá feia, GREVE SENDO FURADA, agradeço o espaço para o desabafo, muito obrigada.

Anônimo disse...

BEATRIZ

O governo suspendeu as férias prêmio e disse que não irá dar posse aos diretores como forma de presionar para o fim da greve. NÃO PODEMOS RETROCEDER, estamos ganhando força, vamos exigir o PISO, vamos manter a greve até o governo ceder e pagar o piso, estamos com você. Acreditamos em Você. Continue na luta.

Carlos

Anônimo disse...

Beatriz, venha visitar as cidades do sul de Minas pois nos sentimos abandonados, sem notícias já que as coisas acontecem longe , afinal estamos muito próximos de São Paulo

Anônimo disse...

Até quando veremos esses profissionais mendigando por remunerações justas no Brasil? Valorizar o professor é valorizar a educação. Nada contra os craques de futebol, mas é um contrasenso pagar salários astronômicos a esses e deixar professores à mingua. Quando era menina, minha professora era meu ídolo: queria ser igual a ela - culta e inteligente. Hoje, ídolos são garotos e homens com gostos e comportamentos que beiram ao mau gosto cultural e que sequer sabem cantar o hino do país no qual nasceram. Se o Brasil quiser crescer, tem que começar agora a mostrar quem é relevante para o país: professores, médicos, enfermeiras, engenheiros, técnicos.

Anônimo disse...

Beatriz
Os contracheques devem ser colocados na televisão, pois internet, nem todas as pessoas acessam. Se possível colocar na Globo Minas e São Paulo.

Anônimo

Anônimo disse...

Olá Beatriz, parabéns pela iniciativa de construir um canal de informação a respeito da escola pública em Minas.
Se dez por cento da categoria se preocupace como você o movimento de greve não estaria quase invisivel como está.
Será que os professores que ensinam a ler, não sabem ou não tem o que escrever ? O próprio SIND-UTE tem sido muito falho na comunicação.
Sou estudante da escola pública e até agora nenhum comunicado sobre a greve foi distribuido na minha escola.
outro ponto que eu gostaria de questionar é a falta de atividaes de esclarecimentos. Eu moro numa região que tem a segunda população da minha cidade e nada foi feito aqui até agora.
Um recente levantamento mostro que pouquissimos funcionários do estado matriculam seus filhos na escola pública, o que me leva a crer que os filhos de professores não estão tendo nenhum prejuizo com esta greve.
outro ponto que me aborrece é o fato dos profissionais da educação não se dedicarem a uma pedagogia esclarecedora. Se a educação fosse esclarecedora o PSDB estaria mandando em Minas Gerais ?
Gostaria muito de ver os trabalhaores da educação fazendo atividades de greve junto a população dos bairros e não no centro da cidade. As pessoas do centro estão se lixando para esta questão, afinal os filhos deles não são atendidos pela escola pública. Os professores também moram na periferia e é aqui que eles deveriam desenvolver a luta.
Meu nome é Amanda, sou de Viçosa/MG e me coloco a disposição.
amandasrnv9@bol.com.br

Anônimo disse...

Olá Beatriz, que bom poder desabafar com alguém, principalmente você que faz parte do sindicato. desde quando fui nomeada não tive promoção. Veja minha situação: era P3, fui a PEBII; ERA p5, fui para PEBIII.Entrando o subsídio fui de peb II A PEBT2A e de PEBII a PEB 1A. Agora voltei mas vantagens e meu pagamento caiu. Quase dez anos sem promoção. O que fazer? Há professores novatos ganhando mais que eu. É justo?

Anônimo disse...

Olá, Beatriz,sou de Muriaé, Zona da Mata Mineira,professora aposentada recentemente e muito desapontada com os colegas conterrâneos que não demonstraram o menor ânimo em aderir á greve, desta vez mais que justa e urgente. Na minha opinião essa pauta é a mais coerente com as nossas necessidades;quem sabe a última chance de lutar pelos nossos direitos de EDUCADORES para resgatar o nosso status na elite da cultural e de garantir a sobrevivência com um mínimo de degnidade, antes que sejamos nivelados por baixo, sem saída com esse SUBSÍDIO.ACORDEM COLEGAS MURIAEENSES!! ESTA É A HORA! NÃO TEMAM A REPOSIÇÃO: ela incomoda mas não arranha a nossa reputação. Queremos educar nossos alunos e filhos para serem mão de obra barata para o governo e para o mercado de trabalho? Omissos e acomodados como vocês ignorando o direito de lutar pelos seus direitos ou combativos, consciêntes de que lutando juntos, não se envergonharão de receberem os louros da VITÓRIA ? Reflitam professores murieenses!! Ainda há tempo de se juntarem aos bravos combatentes na linha de frente.

Gigi disse...

Bia tá na hora do sindicato mandar um pedido de CPI da Educação para investigar os 5% não investido desde 2004 pelos governos Aecios e Anastácia. A CPI é uma ação do Legislativo e cadê o Bloco Minas sem censura... é hora dele agir neste sentido. Ou eles tem medo de espirar neles... gera perda do fun~ção publica, ressarcimento do erário e outras ações penais,,, tem um prefeito que eu conheço que perdeu o mandato e foi processado, porque desviou a verba da educação para comprar cestas básicas.

Amadeu Marino disse...

Beatriz parabéns pela luta. sempre peço a Deus para iluminar seus caminhos em minhas orações. Força que vamos vencer!

Anônimo disse...

olá beatriz, sou mais uma professora que luto pela minha dignidade, te admiro e acredito na luta e na melhoria da educação. A força maior vem da minha família que me apoia e me incentiva a continuar na luta. Foi nos bancos de uma escola Estadual em Sarzedo que aprendi que lutar pelos meus direitos vale o sacrifício, entretanto me sinto frustada com meus colegas dessa escola que tanto falam e pouco estão interessados pela causa. Mas de uma coisa eu tenho orgulho: Sou Educadora e vou continuar lutando , aula de cidadania não é mesmo... que vou guardar e compartilhar com meus alunos. A causa é minha e também é de todos...