quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Confiança

Recebi alguns comentários que são importantes pontos de partida para refletirmos a nossa atual condição.
Os comentários são os seguintes:
"estou indignada e envergonhada. Nossa única esperança é o sindicato e parece que vocês que nos representam não fazem nada. Onde estão os advogados que ainda não entraram na justiça contra esse governador sem vergonha e sem escrúpulos?Sinceramente não vejo outra opção a não ser parar tudo de novo. Se ele quer acabar com a educação, que seja agora."
"Bom dia Beatriz,estou me perguntando se o governo não comprou o sindicato para favorecê-lo, porque até agora só vi prejuísos para todos os lados, tanto para os estudantes quanto para os professores, estudantes sem aulas que prestam tendo de ter aulas repostas até mês de fevereiro sem férias, e professores á três meses sem receber absolutamente nada. falo isto pois sou professora, e sou casada com marido professor, e por causa desta maldita greve que não chegou a lugar nenhum estamos passando até mesmo necessidade em casa. abri o contra cheque deste mês, e...nada. surpresa, pois não entrei em greve porque quis, e está escrito no contra cheque os dizeres "conforme acordado com o sindicato, cortado mes de agosto, e em dezembro será cortado o mês de setembro, e isto porque o mes inteiro trabalhei repondo aulas, o sindicato não fará nada? para que ele está servindo afinal? favorecer o governo fazendo ele economizar milhares de pagamentos estes meses isto fora a economia com o pagamento da produtividade que deveria ter saído á muito tempo e... NADA. Parabéns ponto para o governo."
"Euler, estou começando a desconfiar que na verdade não houve nenhum acordo assinado com o governo no dia 27 de setembro. Por que o sindicato não divulgou o tal acordo? Por que não escaneou o acordo com as assinaturas e para que o mesmo pudesse ser postado no site do sindicato?? Se realmnete houve a assinatura do documento, gostaria de ver este documento no site do sindicato."
Sou professora dos anos iniciais do ensino fundamental e minha maior experiência é com o processo de alfabetização. Por mais que o pai (ou mãe, ou avó, ou tia) possa criticar a escola, ele leva seu filho cada dia da semana. Por que ele faz isso? Porque confia na escola. Encontramos muitas histórias de miséria, de esfacemento do núcleo familiar, casas construídas em locais de risco, mas a criança está lá, dia após dia. Porque ela também confia na professora, na escola.
A relação de confiança é fundamental para que a nossa profissão cumpra seu objetivo social.
A confiança é essencial para o sucesso de qualquer relação, de qualquer projeto, para qualquer estratégia.
A greve e a sua suspensão foram apresentadas pela direção do sindicato. Porque ela é eleita para dirigir, coordenar. Ela tem a obrigação de ter a visão global do movimento e a partir desta visão tentar construir estratégias que resultem no nosso objetivo.
Vamos fazer uma retrospectiva da nossa atuação enquanto categoria nos últimos anos. A minha opinião já é conhecida de muitos colegas que militam ou militaram comigo (o tempo que tenho de profissão é o mesmo que tenho de sindicalizada e militante sindical): há muito tempo estávamos numa posição reativa, sem conseguir construir um movimento de massa, sem disputar a opinião pública, sem pressionar o governo. Acabávamos aceitando a próxima política e o máximo que conseguíamos era conciliar, melhorar uma coisinha ou outra, mas o conteúdo permanecia o mesmo.
Em 2011, pela primeira vez em muitos anos, confrontamos uma nova política do governo que foi o subsídio. O governo esperava nova conciliação. Indicamos uma opção diferente a da que o governo trabalhava. Fomos chamados publicamente de irresponsáveis pela Secretária de Estado de Planejamento e Gestão. Confrontamos e vencemos. O vencimento básico não se tornou uma política em extinção como tentou o governo do estado.
Tanto na greve de 2010 como em 2011, tivemos uma postura de respeito com todas as lideranças e tendências e grupos políticos que estão presentes em nossa categoria. Procuramos construir conjuntamente as estratégias. Podemos ter opiniões diferentes, mas nos pautamos pelo respeito e pela construção coletiva.
A suspensão da greve de 2011 não foi uma proposta da direção do sindicato, é responsabilidade de todas estas lideranças, grupos, incluindo a direção.
A confiança foi o que procuramos resgatar e conquistar. Ninguém luta com quem não confia.
O Sind-UTE sempre fui um sindicato forte e se tornou mais forte ainda nos últimos anos. Por isso fomos tão atacados através das peças publicitárias do governo estadual. O governo percebeu isso e tem adotado estratégias para diminuir a capacidade política do nosso sindicato.
O corte de pagamento em função da greve somente aconteceu com os profissionais da educação. Nenhuma outra categoria teve corte de ponto. Por que será?
Recebo centenas de comentários que vão desde a tristeza, fúria, desistência, indignação. Partilho de todos estes sentimentos, mas precisamos pensar estrategicamente o que fazer, ter a capacidade de fazer a leitura da realidade para interferirmos nela.
Precisamos traçar novas ações:
- os colegas relataram aqui que a maioria dos Assistentes Técnicos e Auxiliares de Serviço não fizerem greve. Se é verdade, onde erramos? Onde precisamos melhorar a nossa organização de modo que eles estejam, em sua maioria, nas nossas próximas lutas;
- muito se criticou a comunicação do sindicato e a necessidade de usarmos mais as redes sociais. A direção já começou a reestruturar a sua política de comunicação;
- algumas regiões tiveram uma adesão muito pequena na greve. O que fazer para fortalecê-las?
- se não conseguimos segurar todos os colegas em greve em função do corte de ponto, como começar a trabalhar um fundo de greve que dê suporte financeiro aos que estiverem no movimento?
- quais outros instrumentos de pressão podemos contruir que, de fato, atinja o governo do estado. Ou a greve é e será o nosso único instrumento?
São as ações coletivas que garantem a vitória na vida funcional de cada um. Por isso as orientações do sindicato precisam sempre serem cumpridas. Neste momento, por exemplo, orientamos a suspensão da reposição, para que possamos tentar resolver os inúmeros problemas como o desconto no pagamento. Também solicitamos uma reunião com a Secretária de Educação. Se a Secretaria perceber que, apesar da orientação do sindicato, a categoria continua repondo (mesmo sem salário) para que ela vai reunir com o sindicato? O nosso poder de pressão está na organização coletiva.
Não sei quem foi que convenceu os professores que eles são responsáveis sozinhos pelo calendário escolar e por isso muitos começaram a repor antes da negociação do sindicato. Vocês acham que se o ano letivo de 2011 não terminar as consequências serão para o professor ou a Secretaria terá um grande "abacaxi" nas mãos? Quantos sistemas de ensino no Brasil ficarão sem cumprir os 200 dias letivos? Também me estranha a passividade com que se aplicam as provas da política de meritocracia como Prova Brasil, Simave, etc. Contribuimos para que o Governo Estadual seja elogiado pelo Banco Mundial, para que o Choque de gestão seja vendido internacionalmente como política pública e qual o retorno que temos no salário, na carreira, nas relações no interior da escola...
Continuo com a mesma avaliação que tinha em 27/09. Sabem qual era a estratégias de vários setores da sociedade? Que a greve acabasse sozinha, com as pessoas retornando e o sindicato perdendo a capacidade de aglutinar, que não houvesse nada, nenhuma negociação, nenhuma discussão.
Respeito os colegas que fazem as mais diversas avaliações sobre a comissão tripartite (e partilho da maioria). Mas a obrigação do sindicato é estar lá, na mesa argumentando, discutindo, questionando. Vocês não acham que tive vontade de levantar e ir embora quando ouvi a proposta do governo? Tive muita vontade, ainda mais quando escutava provocações do tipo "calma, você está muito nervosa". Mas o que o governo construiria: "o sindicato é radical", "tentamos negociar, eles (no caso elas) não sabem ouvir." É a disputa da opinião pública que não podemos deixar apenas para o governo.
Também me perguntam se vejo uma luz no fim do túnel para tudo isso. Vejo uma lei federal que o governo mineiro terá que cumprir, vejo um estado rico que gasta o dinheiro da população com tantas outras coisas que não sobra para as politicas públicas essenciais como a educação.
Também recebo várias críticas sobre o Departamento Jurídico do Sind-UTE MG como "Acorda Jurídico", ou "pagamos gordos salários". Primeiro é importante informar que não pagamos gordos salários, apenas o praticado no mercado de trabalho. Outra questão é que após a greve de 2010 reestruturamos o Departamento Jurídico de modo que pudesse atender os desafios de novas greves e ter uma atuação ativa e não apenas reativa. A dificuldade de obtermos vitórias não está relacionda à competência do departamento, que é responsável por milhares de ações e tem êxito em sua maioria, mas está relacionada ao perfil do Judiciário Mineiro. Tem outra questão: o outro lado também se movimenta, o governo também se articula neste campo. Por isso temos adotado estratégias de recorrer ao STF, sair de Minas Gerais. Iniciamos também uma articulação para capacitar os diretores das subsedes que são responsáveis pelos departamentos jurídicos no interior.
No momento em que os contracheques foram disponibilizados, reagimos e encaminhamos orientação para todo o estado (no mesmo dia). Além disso os problemas no IPSEMG não foram resolvidos, o pagamento do prêmio por produtividade não tem previsão de pagamento, a proposta de Piso do governo não respeito o Termo de Compromisso, ARTICULAMOS E COVOCAMOS UMA MANIFESTAÇÃO CONJUNTA (educação, Polícia Civil e saúde) PARA O DIA 10/11 e orientamos a suspensão da reposição.
Só isso pode não ser suficiente e vamos construir mais ações de pressão.

De fato, cada um precisa decidir se confia ou não no nosso sindicato. E confiar não significa concordar com tudo, renunciando ao direito de fazer as críticas. Tem que criticar, cobrar, responsabilizar, etc, mas manter a relação de confiança é o que nos faz vitoriosos.
Sei que tudo que escrevi não ameniza a angústia, a fúria, a tristeza, de vários colegas, mas gostaria que soubessem que continuamos na luta e não temos a opção de desistir dela.

176 comentários:

Anônimo disse...

Betriz....engraçado ler os comentários dos colegas...parece que estamos lidando com pessoas sem nenhum esclarecimento e não profissionais formadores de opinião...Será que não é visível que o nosso carrasco tem nas mãos a máquina que domina todos os setores da nossa sociedade mineira(execultivo, legislativo e judiciário). Então nobres colegas a luta não é fácil...estamos guerreando contra tudo e todos, e se fizermos o jogo que o "sem carater" quer, com certeza vamos entregar nossa profissão, nossa vida e principalmente a nossa dignidade para essa corja que se instalou no poder...há e lembrando que infelizmente a grande maioria que hj vem aqui reclamar e choramingar foram os próprios que colocaram essa corja lá dentro...é duro , né...
Força Beatriz...Deus te abençõe.

Silvia, de Mutum disse...

Estava pensando sobre o desconto atrasado do IPSEMG. Ora, se não pudemos ser atendidos pois estavamos em greve, por que deve ser descontado de nossos salarios um valor referente àquilo que não nos foi dado o direito de usar?Não é ilogico pagar por algo que não tenho mais como utilizar. Uma vez que comecei a trabalhar, tudo bem o desconto, mas o atrasado é roubo.
Beatriz, discuta isso por nós.

Anônimo disse...

bia, sei que o momento já está tenso, mas gostaria de partilhar com vc uma preocupação minha, que tenho certeza ser de muitos outros no momento. voltei para o vb, como um tiro no escuro, pois perdi 300 reais saindo do subsídio. agora o governo vem com essa proposta vexatória, que está abaixo do subsído para mim, pois não tenho direito a biênios, vc acha que vamos continuar recebendo salários inferiores por muito tempo, sem ter o direito de nova opção, caso ele não pague o piso como realmente deve pagar??

e vc acha que, futuramente, poderemos recorrer na justiça por esses meses que estamos recebendo salários menores, como armadilha do governo, maldoso conosco??

é tamanha a revolta que sentimos que dá vontade de fazer o brasil todo saber quem é aécio neves e seu partido, todos precisam saber, pois se estão fazendo isso em minas, futuramente, podem (na pior das hipóteses) fazer isso com todos os brasileiros. só quem é professor que está acompanhando a greve é que sabe a humilhação que estamos passando, nem nossos familiares, nem ninguém imagina a dor e o desgosto de ser professor do estado de minas gerais hoje em dia.

Silvia, de Mutum disse...

Estava pensando sobre o desconto atrasado do IPSEMG. Ora, se não pudemos ser atendidos pois estavamos em greve, por que deve ser descontado de nossos salarios um valor referente àquilo que não nos foi dado o direito de usar?Não é ilogico pagar por algo que não tenho mais como utilizar. Uma vez que comecei a trabalhar, tudo bem o desconto, mas o atrasado é roubo.
Beatriz, discuta isso por nós.

Anônimo disse...

Beatriz,
quero dizer que tenho orgulho do Sindicato (sou filiada a ele desde 1979) e nestes 32 anos é a primeira vez que uma mulher se coloca de forma tão brilhante à frente dele.
Confio no Sindicato, admiro você e entendo os colegas desesperados. É como na família, é mais fácil despejar o ódio em quem está mais próximo, em quem é amor. Gritar o ódio na cara do governador é quase impossível, já que ele não aparece para nós, a lei da mordaça está instalada, etc,etc.
Parabéns pela postura.
Sou ATB, poucos de nós estão na luta, mas não é por isto que a luta não me merece, ou eu não mereço a luta.
Tá difícil, mas ninguém me prometeu um mar de rosas quando nasci.
Enxuguemos as lágrimas, lavemos os rostos, respiremos fundo e... GUERRA AO MONSTRO QUE ESTÁ NO PODER EM MG.
Abraços,
Maria Inês.

Anônimo disse...

Bia, confiamos em você e no sindicato, agora cuidado com pessoas infiltradas pelo governo nos blogs com o claro intuito de atacar o nossso maior bem, o sindicato. Força na luta.

Eliane disse...

É isto que tem me mantido firme, a confiança na liderança que ajudei a escolher.
Bia, obrigada por este desabafo.
Até 10-11, até a vitória.

Sardinha Boca Torta disse...

Não quero simplesmente apoiar o sindicato.. serei apenas mais um. Poderei também aos brados lançar toda a culpabilidade sobre o verdadeiro causador dos nossos males trabalhistas.. mas tbm serei outro em um milhão. Quem vivencia e acompanha a nossa luta sabe que se fosse para se corromper, passadas todas essas batalhas, o sindicato já haveria sim.. se corrompido com tamanha afronta e articulação maldita vinda desse governo. Mas o caso aqui é que.. não foi corrompido!
Admiro a sua visão ampla da coisa, Beatriz. Vcs estão lidando com cobras das mais peçonhentas; acostumadas a todo tipo podridão da nossa política suja. Infelizmente nem todos vêem que dinheiro ainda não é tudo sobre muitas pessoas boas e incompráveis como você e as camaradas que nos representam. Não tenho estrutura mais pra isso. Eu já teria partido pra bala a quem merece (desculpe o desabafo). Apenas digo, valeu e parabéns!!

Sardinha Boca Torta disse...

Não quero simplesmente apoiar o sindicato.. serei apenas mais um. Poderei também aos brados lançar toda a culpabilidade sobre o verdadeiro causador dos nossos males trabalhistas.. mas tbm serei outro em um milhão. Quem vivencia e acompanha a nossa luta sabe que se fosse para se corromper, passadas todas essas batalhas, o sindicato já haveria sim.. se corrompido com tamanha afronta e articulação maldita vinda desse governo. Mas o caso aqui é que.. não foi corrompido!
Admiro a sua visão ampla da coisa, Beatriz. Vcs estão lidando com cobras das mais peçonhentas; acostumadas a todo tipo podridão da nossa política suja. Infelizmente nem todos vêem que dinheiro ainda não é tudo sobre muitas pessoas boas e incompráveis como você e as camaradas que nos representam. Não tenho estrutura mais pra isso. Eu já teria partido pra bala a quem merece (desculpe o desabafo). Apenas digo, valeu e parabéns!!

zebba disse...

Força Bia, acredito em você, em nosso SIND-UTE, nos nossos advogados e advogadas. Não perca a esperança JAMAIS, pois a sua liderança é fundamental para todos os trabalhadores(as) em educação de Minas Gerais. Tenha apenas uma certeza. Sairemos vitoriosos no final. Cabeça erguida.
Profº Harrisson Lima

Angela disse...

boa noite Beatriz,
A cada comentário que leio certifico que falta formação sindical, todas as escola que visitei durante a greve as reclamações eram as mesmas.Até quando isso vai durar?aqui em Sete Lagoas tem muitas pessoas que foram militantes mas a partir de 2010 nunca mais adeririam ao movimento e eles nem conhecem seu trabalho apenas se baseiam nas greves antigas. Nesta greve a cada proposta de atividade diferente aqui eu tinha a sensação que recebia um balde de água fria. Aqui tem um agravante, a direção já está a vários mandatos e nada mudou. Segundo eles muitas coisas foram feitas. Quais? mas a única que vejo é a nova sede que de fato está ótima, fica parecendo com a politica do Anastasia. Porque não tem limite de candidatura neste sindicato?
Acho que dia 10/11 tem que ter paralisação com assembléia até mesmo para garantir a não reposição de aulas. E o que vamos fazer daqui pra frente.
Parabéns pelo seu trabalho, você é muito competente. O que a gente não merecia é este governador.
Que DEUS te ilumine nesta caminhada.

Anônimo disse...

Bia, nós de Guanhães, E.E. Odilon Behrens não paramos as reposições pq os contratados tampões continuam lá e a diretora diz ter respaldo da 14ª SRE para mantê-los na escola.Se paramos de repor, com toda certeza a diretora vai colocá-los para fazer a reposição!!! Socorro!
Muita indignação e tristeza!!! O que o poder não faz?!
Abraço no anonimato...

Anônimo disse...

Beatriz,
Não canso de pedir proteção para sua vida. Deus te abençoe
No fale conosco do MEC, postei comentário sobre nossa greve, os cortes de salário, a não aplicação do piso, etc.
Recebi este e-mail
Sei que não tem novidade para você, pois pede para contactar ministério público e tribunal de contas da união .
Muita luz!
Boa noite.


Prezado(a) Sr(a) Maria Emília Gonçalves Cardozo,

O protocolo de n° 6551965, foi finalizado em 3/11/2011, às 08:22 pela área responsável.

Solução:

Conforme email encaminhado, informamos que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE não interfere em movimentos de greve realizado pelos educadores sendo assim, orientamos que verifique a situação com os órgãos de fiscalização que são Ministério Publico e Tribunal de Contas da União.

Para mais detalhes, favor entrar em contato com a Central de Atendimento do Ministério da Educação - Fala, Brasil! pelo
telefone 0800616161.

Colocamo-nos à disposição para atendê-lo(a).

Anônimo disse...

UMA BREVE AVALIAÇÃO.

“...Tanto na greve de 2010 como em 2011, tivemos uma postura de respeito com todas as lideranças e tendências e grupos políticos que estão presentes em nossa categoria. Procuramos construir conjuntamente as estratégias. Podemos ter opiniões diferentes, mas nos pautamos pelo respeito e pela construção coletiva.
A suspensão da greve de 2011 não foi uma proposta da direção do sindicato, é responsabilidade de todas estas lideranças, grupos, incluindo a direção.
A confiança foi o que procuramos resgatar e conquistar. Ninguém luta com quem não confia.
O Sind-UTE sempre foi um sindicato forte e se tornou mais forte ainda nos últimos anos. Por isso fomos tão atacados através das peças publicitárias do governo estadual. O governo percebeu isso e tem adotado estratégias para diminuir a capacidade política do nosso sindicato.
De fato, cada um precisa decidir se confia ou não no nosso sindicato. E confiar não significa concordar com tudo, renunciando ao direito de fazer as críticas. Tem que criticar, cobrar, responsabilizar, etc, mas manter a relação de confiança é o que nos faz vitoriosos...”
Boa noite Bia, grifei algumas frases e palavras de grande peso e verdade. Porque digo isso? Particularmente acredito sim na postura do sindicato nas negociações, da sua dedicação, na sua responsabilidade de representar a categoria, na estrutura e postura que você tem demonstrado. Às vezes nos nossos momentos de aflições, falta de dinheiro, na pressão, acabamos falando e agindo precipitadamente e acabamos colocando tudo a perder. Vejo que o momento é muito delicado, confuso, tenso. Vamos à primeira palavra grifada:
Se observarmos o que diz Aurélio: entendemos que:
respeito: é o ato de respeitar, dar atenção, importância, considerar, não agir contrariamente a (decisão, orientação) não ofender.
construir conjuntamente: Dar estrutura mutua, edificar mutuamente, organizar, arquitetar.
manter a relação de confiança é o que nos faz vitoriosos.
Confiança: Segurança intima de procedimento, segurança e bom conceito que inspiram as pessoas de talento, dar crédito.
. Por isso fomos tão atacados através das peças publicitárias do governo estadual.
Atacar: Lançar-se inesperadamente sobre (alguém ou algo, investir reciprocamente).
Quero aproveitar e buscar também no dicionário dos dicionários que é a palavra de Deus falar sobre algo muito importante.
No momento precisamos muito de respeito mutuo e confiança para construímos estratégias para o contra ataque, mas com muita sabedoria. Há uma passagem bíblica que está em Mateus12: 25 onde Jesus estava sendo admirado pela multidão, porém havia no meio deles alguns fariseus que em seu coração tinham pensamentos contrários, pensamentos ruins a respeito de Jesus, mas Jesus na sua onisciência sabia o que pensavam ao seu respeito e disse: Todo reino dividido contra si mesmo acabará em ruína, e toda cidade, ou casa divida contra si mesma, não subsistirá. E no verso 30 Jesus disse: Quem não é por mim, é contra mim, e quem comigo não se ajunta, espalha.
Então digo a você Bia e a todos os colegas: consideremos o que Deus está nos falando. Sejamos unidos, falando a mesma língua, tendo um mesmo parecer (e isso não quer dizer que não devemos ter opinião própria), mas devemos ter um consenso para que tenhamos uma boa corrida e conquistarmos o pódium alcançando a nossa vitória.Busquemos direção de Deus e seus conselhos e com certeza a vitória chegará mais rápido. Boa noite a todos e que Jesus nos abençoe. Beijo em seu coração Biaaa.
Ps. Quanto à frase: Por isso fomos tão atacados através das peças publicitárias do governo estadual. Posso concluir: Tem um ditado que diz: Toda árvore que dá fruto, sempre atiram pedras. Pensem nisso e até a nossa vitória.

Anônimo disse...

O que o estado fez com os professores foi covardia deixando-os sem salários.Até agora não entendi porque o sindicato foi a favor em mandar os professores que estavam substituindo os grevistas embora ,Porque não acordar em deixá-los até o final de seu contrato. ouvi de um professor " foram eles que minaram a greve" balela quem minou a greve foi o governo os professores não são nada para o governo se o povo fica sem segurança ok o governo negocia porque a população não pode ficar a mercê de bandidos aí tem negociação gera ônus para a sociedade se o povo está sem saúde vamos melhorar os salários dos médicos porque o povo não pode adoecer porque os direitos humanos garantem o direito a vida se os correios entram em greve vamos negociar porque os boletos precisam chegar, se os bancários fazem greve vamos negociar porque o sistema financeiro não pode parar, se os funcionários da construção civil param gera-se um pânico no estado e viajando na velocidade da luz chega ao congresso e assim um acordo é feito quase que instantaneamente pelos estados mas é claro pelo amor de Deus a copa está ai Não é mesmo ? e não pode parar . E SE OS PROFESSORES PARAREM O QUE PODE ACONTECER? O resultado está aí "NADA" "NADA".......OS PROFESSORES PODERIAM FICAR DE BRAÇOS CRUSADOS 365 DIAS QUE NADA IRIA ACONTECER . QUEM FICA SEM SALÁRIO NÃO CONSEGUE SE QUER COMPRAR UM SACO DE FEIJÃO OU DE ARROZ PRA COMER CADE OS DIREITOS HUMANOS O GOVERNO DEIXOU MILHARES DE PROFESSORES PASSANDO ATÉ FOME COM ESTA ATITUDE DE NÃO NEGOCIAR E O SINDICATO QUERENDO QUE ESTES FICASSEM FIRME ,PELO AMOR DE DEUS COMO UM PROFESSOR GANHANDO O QUE GANHA TEM CONDIÇOES DE SUSTENTAR UMA GREVE TÃO LONGA O SINDICATO TEM QUE ABRIR OS OLHOS VAMOS USAR A CABEÇA BEATRIZ CERQUEIRA É CLARO QUE FOI UMA DISPUTA DESLEAL E MALDOSA .os PROFESSORES ESTÃO VOLTANDO PARA SUAS SALAS TRISTES E AO MESMO TEMPO REVOLTADOS COM ESTE GOVERNO DITATORIAL ,POLITICOS QUE NADA FAZEM PELA EDUCAÇÃO, ESTES ESQUECENDO QUE FORAM EDUCADOS POR UM MESTRE . NÃO ENTENDO COMO TANTO DINHEIRO É MAU EMPREGADO NESTE PAIS ,DESVIADO, SURRUPIADO ESCONDIDO EM CUECAS ,É VERGONHOSO A POLITICA NESTE PAIS .como DISSE ROBERTO JEFERSOM POLITICOS PROSTITUIDOS PELA CORRUPÇÃO , MARIONETES SEM VOZ DE UM GOVERNO SUJO E CORRUPTO "QUE SIRVA A MASCARA A QUEM COUBER".e voltando a quela questão dita por um professor foi "os substitutos que minaram a greve" . A decisão de término da greve foi do governo e não dos professores pelo amor de Deus vcs são cegos ??? Os professores são vitimas deste rolo compressor imposto pelo estado . E desta forma repudio qualquer um que venha dizer que este professor substituto foi mau intencionado , pelo contrario estes apenas estavam a procura de trabalho assim como tantos outros trabalhadores que precisam colocar o pão de cada dia na boca de seus filhos. Repudio totalmente a colocação do sindicato em compactuar com a demissão dos professores substitutos quando deveria proteger os seus direitos ao trabalho. Proteger não somente os professores substitutos mas também os professores grevistas.Não sei como seria possível uma negociação amigável mas pelo menos levantar a cabeça para o alto e ver de cima o problema e não enxergar com os olhos dentro do furacão.

Desde já agradeço .

Anônimo disse...

O que o estado fez com os professores foi covardia deixando-os sem salários.Até agora não entendi porque o sindicato foi a favor em mandar os professores que estavam substituindo os grevistas embora ,Porque não acordar em deixá-los até o final de seu contrato. ouvi de um professor " foram eles que minaram a greve" balela quem minou a greve foi o governo os professores não são nada para o governo se o povo fica sem segurança ok o governo negocia porque a população não pode ficar a mercê de bandidos aí tem negociação gera ônus para a sociedade se o povo está sem saúde vamos melhorar os salários dos médicos porque o povo não pode adoecer porque os direitos humanos garantem o direito a vida se os correios entram em greve vamos negociar porque os boletos precisam chegar, se os bancários fazem greve vamos negociar porque o sistema financeiro não pode parar, se os funcionários da construção civil param gera-se um pânico no estado e viajando na velocidade da luz chega ao congresso e assim um acordo é feito quase que instantaneamente pelos estados mas é claro pelo amor de Deus a copa está ai Não é mesmo ? e não pode parar . E SE OS PROFESSORES PARAREM O QUE PODE ACONTECER? O resultado está aí "NADA" "NADA".......OS PROFESSORES PODERIAM FICAR DE BRAÇOS CRUSADOS 365 DIAS QUE NADA IRIA ACONTECER . QUEM FICA SEM SALÁRIO NÃO CONSEGUE SE QUER COMPRAR UM SACO DE FEIJÃO OU DE ARROZ PRA COMER CADE OS DIREITOS HUMANOS O GOVERNO DEIXOU MILHARES DE PROFESSORES PASSANDO ATÉ FOME COM ESTA ATITUDE DE NÃO NEGOCIAR E O SINDICATO QUERENDO QUE ESTES FICASSEM FIRME ,PELO AMOR DE DEUS COMO UM PROFESSOR GANHANDO O QUE GANHA TEM CONDIÇOES DE SUSTENTAR UMA GREVE TÃO LONGA O SINDICATO TEM QUE ABRIR OS OLHOS VAMOS USAR A CABEÇA BEATRIZ CERQUEIRA É CLARO QUE FOI UMA DISPUTA DESLEAL E MALDOSA .os PROFESSORES ESTÃO VOLTANDO PARA SUAS SALAS TRISTES E AO MESMO TEMPO REVOLTADOS COM ESTE GOVERNO DITATORIAL ,POLITICOS QUE NADA FAZEM PELA EDUCAÇÃO, ESTES ESQUECENDO QUE FORAM EDUCADOS POR UM MESTRE . NÃO ENTENDO COMO TANTO DINHEIRO É MAU EMPREGADO NESTE PAIS ,DESVIADO, SURRUPIADO ESCONDIDO EM CUECAS ,É VERGONHOSO A POLITICA NESTE PAIS .como DISSE ROBERTO JEFERSOM POLITICOS PROSTITUIDOS PELA CORRUPÇÃO , MARIONETES SEM VOZ DE UM GOVERNO SUJO E CORRUPTO "QUE SIRVA A MASCARA A QUEM COUBER".e voltando a quela questão dita por um professor foi "os substitutos que minaram a greve" . A decisão de término da greve foi do governo e não dos professores pelo amor de Deus vcs são cegos ??? Os professores são vitimas deste rolo compressor imposto pelo estado . E desta forma repudio qualquer um que venha dizer que este professor substituto foi mau intencionado , pelo contrario estes apenas estavam a procura de trabalho assim como tantos outros trabalhadores que precisam colocar o pão de cada dia na boca de seus filhos. Repudio totalmente a colocação do sindicato em compactuar com a demissão dos professores substitutos quando deveria proteger os seus direitos ao trabalho. Proteger não somente os professores substitutos mas também os professores grevistas.Não sei como seria possível uma negociação amigável mas pelo menos levantar a cabeça para o alto e ver de cima o problema e não enxergar com os olhos dentro do furacão.

Desde já agradeço .

Anônimo disse...

Bia,
o pessoal ainda tá meio perdido:

é pra suspender as reposições já a partir deste sábado?

estão pensando que vc ia reunir com a secretária no dia 03 para tratar desse assunto...
conseguiu reunião com ela? e qual foi o resultado?

tem diretor exigindo que o professor assine um documento afirmando que não irá comparecer nas reposições...alegando que a escola tem que avisar aos alunos...

orientei pra ninguém assinar nada... é isso mesmo?

neste sábado, o pessoal não quer ir fazer a reposição, mas estão um pouco inseguros...
se vc puder fortalecer a orientação, agradecemos...

Anônimo disse...

Olá Beatriz: Sempre confiei na sua postura e continuarei apoiando-a, pois tenho visto sua ética e determinação. Creio que essa atitude de alguns em criticar o Sindicato me parece uma grande ingenuidade pois dividir a classe é fazer o jogo do governo. Quem sabe não tem gente do próprio governo, ou a favor dele, escrevendo contra o Sindicato para confundir a classe e destruir o poder de mobilização?
Continue firme.
Abs.
Prof. Eliseu Lucas - Guaxupé

Professor Odair José disse...

Bia,não tenho dúvidas da sua capacidade e compromisso para com a nossa classe. Confiamos em Você.
Força, hoje e sempre!
Deus nos ilumine...

Anônimo disse...

É triste ver o que o Governo esta fazendo com os professores e com as demais classes do funcionalismo. Tenho certeza de que o SINDUTE tem feito o melhor que pode no âmbito jurídico, mas não é fácil competir com o Governo que tem toda a maquina jurídica do Estado nas mãos. Quanto ao pagamento do prêmio de produtividade, o Governador vinculou seu pagamento ao aumento da arrecadação, porém, é engraçado ouvir esta informação, pois o PP de 2011 não é referente ao ano de 2010. E o PIBÃO que o Governo anunciou em Julho, que o Estado de Minas havia crescido mais que a China em termos de arrecadação... Cadê o dinheiro né!!! Beatriz, parabéns por conduzir tão bem seu sindicato, porém, gostaria de deixar uma reflexão: "Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". O Governo esconde as informações e o povo sem informação, elege as pessoas erradas. Se eu pudesse voltar no tempo, teria anulado meu voto.

Napoleão disse...

Olá, Beatriz;

Caetano Veloso havia dito que o Havaí é aqui.
Lendo os versos do poema abaixo somos forçados a constatar que a Bahia (seiscentista) é aqui em Minas (hoje):


1
Que falta nesta cidade?.............Verdade.
Que mais por sua desonra?...........Honra.
Falta mais que se lhe ponha?........Vergonha.

O demo a viver se exponha,
por mais que a fama a exalta,
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.


2
Quem a pôs neste socrócio?.........Negócio.
Quem causa tal perdição?...........Ambição.
E no meio desta loucura?...........Usura.

Notável desaventura
de um povo néscio, e sandeu,
que não sabe, que o perdeu
Negócio, Ambição, Usura.

(...)

5
E que justiça a resguarda?.........Bastarda.
É grátis istribuída?...............Vendida.
Que tem, que a todos assusta?......Injusta.

Valha-nos Deus, o que custa
o que El-Rei nos dá de graça,
que anda a Justiça na praça
Bastarda, Vendida, Injusta.

(...)

9
A Câmara não acode?................Não pode.
Pois não tem todo o poder?.........Não quer.
É que o Governo a convence?........Não vence.

Quem haverá que tal pense,
que uma câmara tão nobre
por ver-se mísera, e pobre
Não pode, não quer, não vence.


In Obras Completas de Gregório de Matos, Vol. I (p.31-34)


Acho que valeria a pena usar estes versos em nossa luta.

Um abraço,
Napoleão Andrade

Napoleão disse...

Caetano Veloso havia dito que o Havaí é aqui.
Lendo os versos do poema abaixo somos forçados a constatar que a Bahia (seiscentista) é aqui em Minas (hoje):


1
Que falta nesta cidade?.............Verdade.
Que mais por sua desonra?...........Honra.
Falta mais que se lhe ponha?........Vergonha.

O demo a viver se exponha,
por mais que a fama a exalta,
numa cidade, onde falta
Verdade, Honra, Vergonha.


2
Quem a pôs neste socrócio?.........Negócio.
Quem causa tal perdição?...........Ambição.
E no meio desta loucura?...........Usura.

Notável desaventura
de um povo néscio, e sandeu,
que não sabe, que o perdeu
Negócio, Ambição, Usura.

(...)

5
E que justiça a resguarda?.........Bastarda.
É grátis istribuída?...............Vendida.
Que tem, que a todos assusta?......Injusta.

Valha-nos Deus, o que custa
o que El-Rei nos dá de graça,
que anda a Justiça na praça
Bastarda, Vendida, Injusta.

(...)

9
A Câmara não acode?................Não pode.
Pois não tem todo o poder?.........Não quer.
É que o Governo a convence?........Não vence.

Quem haverá que tal pense,
que uma câmara tão nobre
por ver-se mísera, e pobre
Não pode, não quer, não vence.


In Obras Completas de Gregório de Matos, Vol. I (p.31-34)


Acho que valeria a pena usar estes versos em nossa luta.

Um abraço,

Napoleão Andrade

Anônimo disse...

Confiança plena e críticas, quando necessárias, ao sind-ute. Que o desumano, burocrático e tecnocrático governo de MG entenda a indignação dos trabalhadores da educação não como uma fraqueza, mas como uma latente certeza de que alcançarão seus objetivos. Dentro da lei e dos princípios éticos que norteiam nossa categoria. Palavras que o atual governo atropela por desconhecer.

Anônimo disse...

Boa dia Biia,Espero que esteja bem, pois sei que diante de tanta cobrança, falta de união, pressão de todos os lados sempre mexe com a nossa estrutura e isso reflete em nossa saude.Que nessa manhã tão especial que Deus te fortaleça e lhe dê sabedoria, força e muita saude e vigor físico.Digo que é uma manhã especial, pois é o dia que o Senhor fez e podemos nele nos alegrar mesmo em meio as lutas.Força minha amiga! Uma de suas frases que eu sempre guardo comigo é: "...CATEGORIA ORGANIZADA É SEMPRE UM ELEMENTO DE FORTALECIMENTO DA NOSSA LUTA E PERPECTIVAS DE CONQUISTAS..." Isso é uma verdade.Quero acrescentar algo também.Quando há UNIDADE o Senhor ordena Bençãos.Beijos em seu coração xará.Até a nossa conquista final.

Anônimo disse...

Oi, Bia!
Bom dia!
Estou unida a você e comissão de negociação que tenham o compromisso com a Educação, sobretudo com O PESSOAL TRABALHADOR EM EDUCAÇÃO, chega de injetar dinheiro só em predio escolar. Reconheço a indgnação de nossos colegas é duro ter que pagar tão caro!
Será que não é essa a estratégia que o governo está provocando para conseguir seus diabólicos objetivos?
Convivemos diariamente com as pessoas votantes, fiquemos atentos, ano que vem tem eleições, façamos nossa parte!

Anônimo disse...

É isso que gostaria de dizer aos colegas que postam comentários assim. E sinceramente, Bia, os companheiros precisam saber que em qualquer trabalho que vamos realizar conjuntamente é preciso haver também reconhecimento.

No nosso caso, companheiros, reconheçamos:

1°: O Anastasia tem o firme propósito de acabar com a mobilização da categoria, ele deve está com muitas saudades de quando o Aécio (des)governava e a gente não conseguia se mobilizar.

2°: A direção do sindicato e mais especificamente a nossa coordenadora geral, tem dado todas as suas forças e se dado inteiramente nesta luta tão árdua e tão difícil.

Vamos reconhecer! Não vamos desanimar! Unidos venceremos!

Pedro Paulo G. Teixeira - Gov. Valadares disse...

Olá, Beatriz! Quero falar um pouco sobre alternativas de ação para pressionar o governo, mas antes precisamos avaliar o impacto da greve como instrumento de luta. Será que conseguimos a atenção devida da população quando paramos as atividades escolares? Por um lado, atingimos as famílias e os estudantes, tanto durante o período de greve, quanto durante o processo de reposição. Pessoalmente, acho que esse impacto é mais negativo do que positivo, assim como as manifestações que fecham o trânsito. Não adianta chamarmos a atenção e ficarmos antipatizados perante a sociedade. Do outro lado, acabamos não atingindo o governo, porque as implicações eleitorais da nossa greve são mínimas, já que há controle dos outros poderes e da mídia. Como se isso não bastasse, ainda ficamos fracos, com cortes de pagamento e abalo psicológico causado pela ansiedade em uma classe já muito sofrida. Então o que fazer? Penso que, coordenados pelo Sindicato, podemos fazer grandes manifestações sem comprometer os dias letivos. Podemos fazer manifestações com todos os educadores nos sábados, por exemplo, e outras em dias marcados, contando com os educadores aposentados e aqueles que não tiverem aulas no dia. Isso é possível, mas apenas se planejado e articulado pelo sindicato, para que seja uma mobilização total. Creio que a adesão poderia ser muito grande, caso seja feito um bom trabalho de comunicação e preparação. Ninguém terá receio de participar, já que não haverá possibilidade de retaliação do governo. Podemos fazer manifestações silenciosas em períodos estratégicos, como de campanha eleitoral, com panfletos bem didáticos para os alunos e suas famílias, e também com algum símbolo (uma bandeirinha preta, por exemplo) exposto durante as aulas, explicando o significado para os alunos. Podemos fazer até projetos pedagógicos, cujo tema seja a história da educação no Brasil e em Minas. Os próprios alunos podem produzir material, mostrando a precariedade do sistema educacional, tudo isso no período letivo, como educação para a cidadania. Penso que coisas assim atingiriam o governo, porque atinge seus eleitores diretamente, sem causar antipatia, porque continuaríamos trabalhando normalmente. Estas são apenas algumas idéias que me ocorrem, mas muitas outras surgiriam em um debate mais amplo com a categoria. Outra coisa que também me parece importante é a criação de uma rede de comunicação via e-mail, a partir de cada escola, até a direção do sindicato. Em cada unidade, um professor pode se encarregar de manter uma lista de contatos atualizada, com o compromisso de enviar as mensagens recebidas das sub-sedes, que por sua vez as receberiam da sede. Isso agiliza a comunicação, atinge maior número de educadores e distribui o trabalho. Cada um de nós ainda tem contato com muitos alunos, de modo que as informações podem irradiar ainda mais. Nós temos acesso direto aos eleitores, devemos usar esse poder, sem dar margem para punições. Sou de Governador Valadares e estou disposto a aprofundar essas e outras idéias melhores. Participei desta última greve, mas creio que não seja uma arma eficiente na conjuntura atual. A energia que gastamos com a ansiedade do prolongamento da greve e com o processo de reposição pode ser canalizada para ações paralelas às atividades letivas, com a tranquilidade de que o governo não poderá tomar qualquer medida repressiva contra nós. Pense sobre isso, por favor. Se fosse possível, eu gostaria de obter uma resposta. Meu e-mail é Um abraço!

Pedro Paulo G. Teixeira - Gov. Valadares

Anônimo disse...

Não se preocupe Beatriz! Essas mensagens que criticam o sindicato são de pessoas ligadas ao governo de Minas para tentar enfraquecer nossa luta.

Hilda Miranda - Contagem disse...

Beatriz,
Não se preocupe com alguns colegas que desqualificam o trbalho de vocês do sindicato. Na verdade pessoas que jamais participaram de greve, passaram a participar quando viram a postura,claresa e firmesa com que você se colocou dante do governo.Então, bola pra frente, porque a maioria confia na sua liderança.
Que Deus a ilumine!
Hilda Miranda

Alan Abreu disse...

Olá senhora Beatriz Cerqueira, sou professor contratado pela Resolução número 1905/2011 da Designação Emergêncial e quero manifestar minha indignação á respeito da pressão que a senhora representando o sindicato tem feito para a saída dos professores substitutos.
Quero apenas lhe salientar que a nossa permanência neste momento não faz muita diferença a pressão que o sindicato faz ao Governo do Estado, devido ao fato de que os contratados pela Resolução 1905/2011 são dos anos finais do Ensino Médio e por isso uma quantidade muito pequena de professores que não daria conta de cobrir todo o quadro de efetivo da educação, caso estejam pensando em entrar novamente em greve.
Vocês estão mudando o foca de ação para nós que nada temos haver com a falta de compromisso e comprimento dos acordos por parte do Estado.
Estou juntado um grupo, que já possui 40 professores designados pela resolução supramencionada e iremos nós manifestar em relação a pressão feita por vossa excelência.
Lembrando que estamos no mesmo barco, porém há uma certa distorções das coisas e querem que nós morremos afogados.

Ronaldo Eustáquio disse...

Apesar de angustiado, confio nesta direção. Muita força.

Anônimo disse...

Bia, somos únicos somos os trabalhadores da educação de MG . sendo assim confiamos sim em nosso sindicato . Por isso estamos pronto para a luta , se tiver que iniciarmos a greve novamente o faremos , só assim conseguiremos sair desse marasmo de 12 anos de atraso na educação publica mineira . DILVANIO UNAI

Anônimo disse...

OLá Bia:
CONFIAMOS EM VOÇÊ, NA SUA IDONEIDADE E COMPETÊNCIA.ÑÃO SE DEIXE DESANIMAR POR CRÍTICAS INFUNDADAS QUE VISAM DIVIDIR A CATEGORIA E FAZER O JOGO DO GOVERNO.
CONTINUE COM SUA GARRA E DETERMINAÇÃO À FRENTE DESSAS "DIFÍCEIS NEGOCIAÇÕES" PORQUE UNIDOS E MOBILIZADOS IREMOS VENCER.ATÉ O DIA 10/11, TODOS JUNTOS COM O SIND-UTE, SINDICATO DE LUTA E QUE NÃO SE CURVA A ESSE GOVERNO.
FORTE ABRAÇO,
CARLOS MORAES

Anônimo disse...

estas pessoas que estão fazendo os comentários, não são as mesmas pessoas que participaram da greve dos 112 dias, pois quem participou sofreu, acreditou e acredita no sindicato, quem dicidiu pela não continuação da greve, foi uma minoria, pois a maioria já tinha ido embora, acredito que se tivesse acontecido mais cedo, ainda teriam muitos grevistas e a história seria outra.
acredito até que quem esta escrevendo estes absurdos, são pessoas do governo, façamos o seguinte, diponibilize um email, para as pessoas que estão postando, para que as mesmas possam enviar nome e masp e telefone, assim voce poderá identificar, verificar a veracidade e editar a postagem, se nao seremos covardes, iguais os companheiros que nao participaram da greve e estao esperando pelos resultados, verdadeiras hienas.
jc

José Marcos disse...

Gostei muito da sua fala, Beatriz. A sua convicção. Na realidade o sindicato somos nós, e só unidos consiguiremos os nossos objetivos. Que Deus lhe dê muita força! Unidos na luta!
José Marcos - Santa Cruz

Anônimo disse...

E continuamos na luta contigo.
Força até o fim.

Anônimo disse...

Realmente, tudo o que acontece é culpa de ALGUÉM. ALGUÉM não fez, ALGUÉM fez,ALGUÉM vai fazer...O que eu fico indignada é de pensar como as pessoas atacam o Sindicato!Eu também sou professora e vejo o quanto os professores são desunidos! Isso é o que falta: CONFIANÇA NO SINDICATO. Se TODOS, digo TODOS, estivéssemos juntos com o Sindicato, será que não estaria resolvido? Poucas cidades pararam, com medo de repor aulas, com medo de ficar sem salário e por aí vai. Sempre foi assim. Eu, particularmente, acho que deveríamos participar, EM MASSA, com o Sindicat. Aí, sim, teremos resultados mais positivos, mais rápidos, porque TODOS nós estaríamos na luta, não só o SINDICATO, como está sendo visto pelo governo, pelo povo, pelos alunos e até por alguns professores...
Beatriz, fica aqui o meu abraço e a minha admiração por tudo que tem sido feito. Que Deus acompanhe você e todos que estão nessa luta!

Anônimo disse...

Beatriz, você é uma líder exemplar por qque inspira confiança.
Concordo que a maior vitória de nossa categoria foi a capacidade de articulação e a união entorno de um único objetivo.
Sua proposta, digo, a proposta do Sindicato é válida e nescessária.
PARABÉNS A NOSSA CATEGORIA!
PARABÉNS A VOCÊ BEATRIZ!
"QUEW AMA SUA PROFISSÃO LUTA POR ELA."
Marta Mitidiere. Varginha - MG

Anônimo disse...

Beatriz, é inacreditável o massacre que você vem sofrendo de colegas revoltados com contracheques zerados, compreendo e sou solidária, mas essa força tem que ser dirigida aos déspotas que detem o poder , não contra vocês do sindiacato . Tenho 25 anos de profissão licenciatura plena,pos graduação. Pela primeira vez o trabalho do sindicato, sua coerência me convenceu de que estamos em ótimas mãos. Abração. Maria Lucia

Clarice disse...

Prezada Beatriz,faço parte dos tristes e furiosos,Mas continuo confiando no sindicato.Sou muito de me colocar no lugar e pensar o que está acontecendo? e sei minha cara, que você está passando maus pedaços com este povinho do governo.Tenho feito a minha parte para luta todos os dias. Mando e-mail para todo mundo e lugares denunciando MG. Senadores, deputados federais. deputados estaduais, planalto, OAB, etc..etc.Acho que precisamos agir por aí. Todos abarrotar as caixas de mensagens de todos os lugares que podem fazer alguma cois.Estou na luta! até dia 10/11/11 se Deus quiser. Abraços.

Educadora de Contagem disse...

Sobre a última postagem:
É isso mesmo precisamos continuar confiando no sindicato. Ao meu ver, a pessoa que fez o relato está certa. Nosso governo sabe que precisa IMPLANTAR A LEI, mas ele faz de tudo para DESMOTIVAR, DESUNIR, COMPLICAR, DESORIENTAR a classe. Sabemos que juntos somos mais, se não pararmos a reposição, não há como mostrar ao governo que estamos descontentes com ele. Se continuarmos UNIDOS mostraremos nossa FORÇA E UNIÃO.
Força Bia!!!!

Anônimo disse...

LERO LEROLEROLERO LERO ....ja escrevi... estou cansado... continua tudo a mesma coisa....ATITUDE E FOCO NA OBJETIVIDADE SINDICATO....E MAIS BEATRIZ, BOA EXPLANAÇÃO....MAS NAO RESOLVE NDA...GREVE GREVE GREVE GREVE

Anônimo disse...

Beatriz,
Em primeiro lugar quero dizer que admiro muito o seu trabalho, sua luta e coragem.
Sou ATB, fui uma das que não aderiu à greve, um dos motivos é porque na escola não participamos das decisões, os representantes do sindicato da subsede não conversam conosco, pelo menos na escola em que trabalho não, fazem reunião com os professores e nós ficamos de fora. Nem sabia que existia professor representante do sindicato na escola, só fiquei sabendo no final da greve. Na outra escola em que trabalhei 2 professores incentivavam bastante, eu não perdia uma reunião, mas também era mais fácil pois ainda não tinha filhos.Outro motivo é porque trabalhamos 6 horas por dia, temos 25 dias úteis de férias anuais, no caso se fizermos greve como pagaremos depois? Seria bom se fôssemos orientados sobre isso. Tenho filhos pequenos também , meu marido ficou desempregado por muito tempo, estávamos passando por dificuldades. Muitos ATBs trabalham em 2 empregos o que dificulta a reposição . Seria bom que os representantes do sindicato fossem nas escolas e conversassem com os funcionários de todos os setores, desse mais atenção. Sei que independente de qualquer coisa, temos que lutar por nossos direitos.O brasileiro tem muita vontade de ajudar, eu sou um deles, mas é preciso ter incentivo.Beatriz, você é muito corajosa e precisa do apoio dos outros integrantes do sindicato.Na minha cidade mesmo, a maioria dos membros eram (ou são) professores da rede municipal, eu penso que não esforçam muito para nos ajudar, talvez a falha esteja aí também. Enviei email para os deputados, votei pelo piso, retornei ao VB, acompanho os posts do seu blog e do Euler todos os dias , o que me ajuda muito. Quero me filiar ao sindicato,estarei unindo a vocês no dia 10/11. A voz do povo é a voz de Deus! Queremos justiça e o que é nosso por direito!Força, sabedoria e que Deus lhe proteja!

Diógenes disse...

Beatriz, creio eu que seja necessária a participação massiva tanto dos professores, quanto dos diretores de escolas, analistas, ATB's, ASB's, ou seja, a maioria das 153 mil pessoas que optaram pelo vencimento básico, para mim tem o dever moral de participarem das assembléias do sindicato. Além das estratégias que envolvem a parte jurídica, a presença maciça e visível nas assembléias dão o recado ao governo.

Anônimo disse...

Muito bem exposto Beatriz,parabéns,

""Temos que ter ações ATIVAS e não reativas..."

Isto é fundamental e é necessário que todos nós, professores, especialistas, auxiliares, ATBS, diretores, enfim, todos da educação, entendamos e o praticamos.
É verdade sim: por que muitos já praticavam a reposição enquanto o sindicato estava na mesa de negociação? por que se criticar algo pontual com tanto afinco, e não agir da mesma forma buscando a coesão e união apoiando o sindicato, para dar forças na mesa de negociação? Ora, se não tivermos munição, como poderemos atirar contra o inimigo? Ou, se não nos apoiarmos uns aos outros e na direção do sindicato, como nos manteremos de pé, lutando por uma educação de qualidade e pelo reconhecimento de nosso salário?
Você está certíssima!
Não podemos querer apenas algo pontual, uma batalha apenas!
Temos que nos fortalecer para sermos respeitados sempre, não só agora com a questão do Piso! A questão da Educação de qualidade é para sempre, a categoria tem que ser forte sempre, e o sindicato tem que ser respeitado e temido pelo governo, sempre também! Isto fará com que as proximas batalhas sejam mais desnecessárias e mais humanas, e não cruéis e desiguais como agora está sendo!

É preciso que se construa um mecanismo, um sistema que leve a todos os cantos de Minas, a presença das lideranças e do sindicato, fortalecendo seu papel e deixando que todos possam se sentirem amparados e parte da categoria, e não, ficando isolados pela distãncia da capital, pelo sentimento de que nos remotos cantos de Minas as coisas não funcionam, o sindicato não chega ou não existe. Deve-se ter uma comissão para visitar toda Minas, todas as Escolas e envolvê-las neste processo de fortalecimento.
Muitas escolas de Minas não tiveram nenhuma visita de representantes do Sindicato, isto é ruim. Todos têm que se sentirem amparados e atendidos. Isto dará mais forças ao Sindicato. Provavelmente, até, a reposição possa ter iniciado nestas escolas antes da negociação, por ter faltado um braço do sindicato nestas Escolas.

Não podemos pensar o Sindicato só hoje, é preciso nos concientizarmos de que ele deve existir para sempre, e para tanto temos que nos unir e fazê-lo forte, para sermos ATIVOS e não "reativos"!

(Professor, que trabalhou e foi diretor de um sindicato em uma das maiores empresa da América Latina,com várias filiais, que lutou, fez greve, conquistou benefícios e salários que mudaram a cara da empresa , dos funcionários, mas que depois de alguns anos, por não ter coesão e união da categoria, estas conquistas se exauriram e hoje, seus funcionários vivem suas frustrações e derrotas)

Força na luta pessoal!

Anônimo disse...

Olá Beatriz,

Olha, pelo que venho escutado da boca de colegas, parece que a maioria não está a fim de suspender as reposições. Estão desacreditados, desgastados, e principalmente, precisando do dinheiro. Talvez fosse melhor encontrar outras formas de pressão: (paralisações com ameaça de nova greve, acorrentados, caravanas até Brasília com proposta definida ...), não sei. Só sei que agora, neste momento, o melhor que se tem a fazer, além dessas formas de pressões, é recorrer ao judiciário federal mesmo (como vc mencionou... sair fora de MG). Entendo sua postura e confio no sindicato. Sei das dificuldades de se chegar a um acordo pacífico com o governo que se sente forte porque sabe que pode contar com o judiciário estadual e grande parte dos deputados. Não nego, às vezes dá vontade de ‘apelar’, até de ‘matar’. Mas enfim, se temos uma lei a nosso favor e ela obrigatoriamente deve ser cumprida, o que estamos esperando para recorrer a instâncias judiciárias superiores? Vamos recorrer... recorrer... recorrer... recorrer... só pela ‘justiça’ conseguiremos vencer a prepotência e a desobediência do governo estadual de Minas Gerais. Pois se depender apenas de nossas pressões e negociações, morreremos frustrados. Sejamos mais ousados. O que esperamos mesmo é mais ação, competência e ousadia dos advogados do sindicato.

Flávia (MC)

Anônimo disse...

Esse governo acha que Minas não faz parte do Brasil? A lei é federal, ou Minas é um feudo ? Q ue coisa mais fora de propósito! Quanto foi gasto com a cidade administrativa? Onde está o compromisso , os dicursos da campanha eleitoral? Que mais devemos esperar? Para tudo deixemos o ano letivo sem fechar... Maria Lucia( uma professora indgnada)

Anônimo disse...

Olá Beatriz tudo bem?
Olha,quando tem um governo assim, é hora de entregar pra Deus,e pedir a ele que ilumine vocês nessa luta tão sofrida e converta esses políticos que infelizmente representam Minas. Não desanime,porque grandes batalhas são difíceis e demoradas de ser vencidas.Pelo menos não aceitamos calados o que o governo faz com a educação.

Anônimo disse...

Olá Beatriz tudo bem?
Olha,quando tem um governo assim, é hora de entregar pra Deus,e pedir a ele que ilumine vocês nessa luta tão sofrida e converta esses políticos que infelizmente representam Minas. Não desanime,porque grandes batalhas são difíceis e demoradas de ser vencidas.Pelo menos não aceitamos calados o que o governo faz com a educação.

Anônimo disse...

o SINDICATO QUER FAZER UM MOVIMENTO PARA ATINGIR O GOVERNO, E SOMENTE O GOVERNO?
CHEGOU O MÊS DAS PROVAS EXTERNAS, TODA ESCOLA SABE O DIA QUE VAI APLICAR. É SÓ O SINDICATO AVISAR QUE A ESCOLA VAI PARALISAR NESTE DIA E NÃO HAVERÁ APLICAÇÃO DE NENHUMA PROVA.
ASSIM FAREMOS UM MOVIMENTO CONTRA O GOVERNO, E NAO CONTRA O POVO.

Anônimo disse...

Beatriz,continuo confiando em você! Não deixe que tantas críticas te desanimem.Imagino como deve estar diante de tantas dificuldades! Gostaria que conversasse com o sindicato,pois as subsedes deveriam estar visitando as escolas e fazendo os esclarecimentos,quanto a suspenção das reposições, a paralização do dia 10 e outros. Não é todo mundo que tem acesso a internet, muitos não sabem o que é postado no seu blog. Falta informação.Na minha escola continua a mesma coisa.Todos vão repor amanhã...

Anônimo disse...

Beatriz,
Meu contra cheque desse mês veio normal, apenas com dois descontos da contribuição da previdência. Uma referente ao mês passado, que não foi descontado, devido a não existência de saldo( contra cheque zerado). Não pode ter sido erro de alguma superintendência ao fazer as folhas de pagamento? Estive na superintendência ontem e lá se encontravam algumas secretárias reclamando, pois teriam que refazer os serviços por que não teriam seguido as orientações necessárias, que chegaram até elas com atraso.
Maria Helena - Ipatinga

Beth disse...

Oi Bia, sua explanação foi perfeita, era isto que estava faltando para aplacar um pouco a angústia e o desespero da categoria.Sabe Bia,no momento eu acredito que o sindicato não terá o suporte necessário para as negociações, se isto realmente significar ficar sem o mísero salário, ou seja, suspender as reposições não vai pegar.epor aula hoje está significando defender o pão nosso de cada dia.

caiomattos disse...

Beatriz,tenha coragem e poste meu comentário:
- os colegas relataram aqui que a maioria dos Assistentes Técnicos e Auxiliares de Serviço não fizerem greve. Se é verdade, onde erramos?
R.:na politização,na conscientização de que somos todos profissionais da educação.E isso não é realizado,porque o sindicato só articula a categoria em período de greve,não há um trabalho,uma assistência a longo prazo.
- algumas regiões tiveram uma adesão muito pequena na greve. O que fazer para fortalecê-las?
R.:Resgatar a credibilidade do sindicato combatendo a corrupção e a monopolização das subsedes.Traçar planos de ação e metas para fazer com que as subsedes trabalhem nas escolas locais ao longo do ano letivo,e colocar fim no contato subsedes/escolas da região somente em período de greve.Promover cursos,palestras,levar eventos culturais às escolas,a fim de alcançar pais e alunos também.
- se não conseguimos segurar todos os colegas em greve em função do corte de ponto, como começar a trabalhar um fundo de greve que dê suporte financeiro aos que estiverem no movimento?
R.:simples,o fundo de greve já existe,observe o número de filiados e calcule o que o sindicato arrecada,é só distribuir essa renda no período de greve,nem que seja meio salário mínimo para cada filiado.Mas para que isso seja viável,deve-se traçar um plano de contenção de despesas,praticar austeridade na organização sindical e fiscalizar os gastos,aplicando bem os recursos.
- quais outros instrumentos de pressão podemos contruir que, de fato, atinja o governo do estado. Ou a greve é e será o nosso único instrumento?
R.:Conquistar no horário nobre,um espaço gratuito na TV em rede nacional,como os partidos políticos têm nas campanhas eleitorais,para manter a sociedade informada,ao longo do ano,sobre a propaganda enganosa do governo no setor da educação,ao invés de despejar tudo de uma vez nas pessoas no período de greve.

Beth disse...

Continuando...
Eu acredito plenamente que conversar com o governo neste momento é perda de tempo.Sentar em mesa de negociação para saber se alguém vai ou não cumprir a lei?Não consigo ententer isso.A lei existe é para ser cumprida e não negociada.Se a justiça mineira inexiste, que vá adiante com mais rapidez,ou seja, que o sindicato busque atuar no setor superior às instâncias mineiras.Todos tem um chefe não?É por ai.Eu acreditei que esta vitória seria fácil ,pelo fato de estármos lutanto para que algo que já existia, uma lei, fosse cumprida.Ainda continuo acreditando,é por que temos de deixar o governo de lado e nos focar no cumprimento da lei.Temos que prescionar é quem tem o poder de fazê-lo cumpri-la. Não há necessidade de postar isso.Não a conheço pessoalmente, mas consigo sentir a sua força,a sua energia de longe.Muito ÁGAPE para você.Abraços,Beth-Francisco Sá.

jane disse...

Beatriz, é hora de todos os educadores darem um basta, talvez a greve não irá sensibilizar o governo, mas segundo sugestões de colegas, quem sabe boicotar a prova Brasil?
Achei boa tal sugestão?

Anônimo disse...

Beatriz,não retiro o mérito de seu esforço que é simplesmente inigualável, mas é momento de repensar.Será que uma nova paralização com um governo tirano deste nível seria a base pare conquistarmos os nossos direitos?Afinal foram 112 dias de greve para voltarmos ao início de tudo.Resultado de tudo:Opinião pública contra os professores, professores cansados e sem recursos financeiros pelo corte salárial, diretores não indicados pela comunidade ainda administrando e simplesmente destruindo as escolas por vingança contra a comunidade e dificultando a vida de todos os professores, substitutos contratados na greve que futuramente serão professores efetivos pelo concurso e/ou designados que certamente não estarão a favor do governo mas com certeza não apoiaram as propostas do Sindicato e a vergonha de ser professor no Estado de Minas Gerais diante de tanta humilhação.Será que uma nova greve, diante do quadro que descrevi acima teria a mesma adesão.Pense bem?Não haverão mais mártires, porque os professores já estão em uma situação delicada em todos os sentidos.Não haverá resultado porque se o governo com 112 dias de paralização não convenceu do valor que a Educação tem para o Estado, não seria agora, neste período de alto consumo das festividades do fim de ano que haveria uma negociação.Será que compensa agir desta maneira novamente sacrificando todos nós.Não duvidamos do Sindicato e muito menos de você.Conversando na sala dos professores,discutimos o quanto o sindicato tem batalhado e as conquistas que tivemos ao longo dos tempos.Mas agora, vivemos uma nova situação.Proponho uma nova estratégia, afinal, paralisação, já vimos que não resolve.Este governo é técnico e tem utilizado do maquiavelismo para determinar e dominar os rumos, sem ética ou compromisso.A proposta do professor é interessante.A utilização da lei.É a única forma que temos de defesa neste momento, pois sejamos francos, todas as outras esgotaram.Não dá mais para ter um pensamento pacional nas decisões é necessária a RAZÂO agora.Acredito em você e acredito no Sindicato.E por acreditar que sei que vocês levaram em consideração a minha sugestão e certamente, dentro do possivel refletirão sobre o melhor caminho...Felicidades e obrigado por tudo!

Vilciane- Montes Claros disse...

Tudo Beatriz. Concrodo plenamente com você. Confiança é fundamental.Admito a sua força , garra e determinação. OS comentários duvidosos da atuação do sindicato são a meu ver importantes: mesmo por que diante da angustia, do desânimo e da tristeza de ter participado de uma greve de 118 dias e resultar em uma tabela frustante, nos desistimula mesmo... Penso que devemos nos reunir, cada escola e chegarmos a uma sugestão. Gostei das proposta do Pedro Paulo, sobre atingir os pais nas questões políticas.
Acho que devemos mesmo é reduzir os horários e não concluir o ano letivo de 2011.Pois quando chegar 18 dedezembro, entrariamos de férias . Fico Deus

Ronaldo Eustáquio disse...

Esta data do do dia 10 de novembro é uma manifestação conjunta com outras categorias ou tem caráter de paralisação com assembleia estadual?

Anônimo disse...

O sindicato publicou tabelas salariais de acordo com DIEESE. Mas o governo vai seguir esta tabela? O piso salarial vai sair ou não? Precisamos saber.

Anônimo disse...

Beatriz,
Lendo tudo isso, me calou fundo que a classe merece o que está passando pois ainda não entendeu que o sindicato não é você e uma direção e sim todos nós. Que interromper ou prorrogar o período de greve foi uma votação da categoria e não sua e da direção. Conheço muitos colegas que fizeram greve mas nunca foram a uma assembléia, passaram o tempo resolvendo problemas pessoais. Por muitas vezes convidei colegas para me acompanhar e eles sempre tinham outros compromissos. Participo de greve desde 1979 e acho que somos adultos o suficiente para sabermos que quando entramos num processo como este temos que estar preparados para tudo e retaliações é a primeira das consequências. Como disse Aristóteles, e isso desde a Grécia Antiga: " O povo tem o governo que merece". Muitos que hoje criticam não tem a hombridade de relembrar que ajudaram a elegê-lo. Nosso sindicato ganhou respeito e força sob a sua direção e para aqueles que são justos, apesar das dificuldades, seria também honestos se reconhecessem o seu trabalho. Lidar com a atual comjuntura política deste país sem se corromper é para poucos. Acredito na "União que faz a força".Paz e bem pra você e toda a direção. Que Deus os abenções nesta batalha de nos representar diante desta hipocrisia toda.
Cris

Elizete disse...

Óla, Bia! força! Eu acredito em vocês.
Concordo com a sua opinião. Não adianta sermos precipitados,tem que haver prudência. Para que possamos agir com cautela e sabedoria. Termos visão da situação e Planejar melhor nossas ações para que possamos alcançar o nosso objetivo. Força companheira e Que Deus possa iluminar-te sempre e que você seja vitóriosa, porque você é a guerreira que Deus capacitou para esta missão. Muita luz e que o senhor a acompanhe na próxima reunião dia 07/11. Abraços. Estou sempre orando por você. Elizete.

Igor Guedes disse...

Beatriz,

O professor é o funcionário público mais desprezado e sucateado de todo o Estado de Minas Gerais.

Passamos a ser a escória do funcionalismo público. Já vi mães tratarem filhos com agressividade ao terem ciência de que seus filhos escolheriam como "profissão" ser professor.

Todos os anos, aliás, vejo ótimos colegas de trabalho desistirem da sala de aula. Dois tornaram-se bancários, um tornou-se Policial Civil e o último, talvez o mais sortudo, entrou para o TJ-MG.

Na sala dos professores vai ficando aquele clica de cemitério. Pois os que passam em outros concursos são exatamente os professores mais combativos, bem articulados, os mesmos que não aceitam esse salário ridículo.

Eu mesmo me dei conta de que lutar por toda uma categoria é extremamente difícil. Ainda mais quando somos mais de 80% dos servidores do Estado. Arrancar um aumento, o mínimo que seja, é uma tarefa de Hércules. Enquanto judiciário e executivo dobraram seus salários desde 2006.

Tentarei outros concursos pois tem sido impossível viver com dignidade como professor. Enquanto estiver na educação lutarei por ela. Mas meu maior desejo, nesse instante, é abandonar a docência que eu tanto amo.

Anônimo disse...

Ola,Beatriz! Gostaria de falar para o comando de greve que, há muitas pessoas para criticar e poucas para elogiar. Quero dizer a vocês que não liguem porque a maioria dos trabalhadores da educação estão com vocês. Que o nosso Pai maior, proteja todos e que de forças para que nossa luta continue e que tenhamos um resultado positivo.Pois é muito fácil criticar quando não se luta. Ainda que essa minoria não reconheça os esforços feitos, continuemos porque a vitória será certa.Que Nossa Senhora esteja com você te cubra com o manto da calma, da sabedoria,da saúde,e de muito amor. Deus estará na direção.

Anônimo disse...

Boa Noite!
Beatriz,
Você está de parabéns, mulher com a sua firmeza e determinação é coisa rara, sou sindicalizado desde que entrei na área da educação e participei de todas as greves da categoria, mas infelizmente nas gestões anteriores nós não tínhamos uma estrategista do seu nível, mas o que tenho a dizer é que não se deixe elevar por comentários ou criticas de pessoas que infelizmente não conhecem a realidade de uma negociação pesada que representa um nº elevados de servidores que é está folha de pagamento que a área da educação, olha estou enviando uma informação que possa servir de argumento para a comissão de negociação referente as carreiras da educação é só vocês perceberem que no edital do concurso e no site da SEEMG, eles define o preenchimento de vagas em todas as carreiras da educação básica do estado e cita todos os cargos.
Eles não tem como argumentar que só existe dois cargos na carreira ( trabalhe esta informação com os deputados ) pois a secretaria deve estar confusa ou não está sabendo o que diz.
Faça cópia e leve para todos verem. ( Á LUTA CONTINUA)
EFL/CTGA
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Publicado edital de concurso que vai preencher 21 mil vagas na rede estadual de ensino
Ter, 12 de Julho de 2011 13:44

Já tem data marcada, o próximo concurso público na área da educação para a rede estadual de ensino. Foi publicado nesta terça-feira (12), o edital de concurso que define o preenchimento de vagas em todas as carreiras da educação básica do Estado. Estão disponibilizadas 21.377 vagas, sendo que a maioria delas é para o cargo de Professor de Educação Básica (PEB).

Anônimo disse...

As propostas do colega de Gov. Valadares, soam como utopia, nos meus ouvidos ... a minha sede de justiça, a minha fome e dívidas a pagar não irão esperar a lentidão dos "talvez" resultados positivos. ainda voto na GREVE, MANIFESTAÇÔES EM BH e assim vai ...

Anônimo disse...

Beatriz, as arbitrariedades do governo anterior e atual só serão desmascaradas se o Sindicato puder pagar uma campanha publicitária de amplitude nacional. Dessa forma o Brasil todo conhecerá os resultados nefastos que o futuro candidato ao governo federal deixou, além de impor aos mineiros o seu braço direito (o homem das decisões importantes)no governo Aécio e no seu próprio. Acredito que se o Brasil conhecer os descaminhos de Minas provocados pela dupla Aécio/Anastasia, isso irá denegrir em cadeia nacional a imagem do candidato à presidência da República e do próprio PSDB. Quem se sentirá incomodado? Aécio Neves. Quem sabe ele não consiga chamar à razão e à legalidade seu sucessor, que tem passado por cima de direitos fundamentais (constitucionais, éticos, morais, etc.). Vamos buscar recursos financeiros para essa possível campanha? Quais as possibilidades reais desse investimento? Não podemos nos calar! Força e bençãos a todos os educadores mineiros. LEMBREM-SE: MINAS É UM IMPORTANTE COLÉGIO ELEITORAL.

Rosangela de Aguiar disse...

Continuo confiante e sei perfeitamente,porque acompanho,o esforço desta coordenação sindical em ir em busca da melhor alternativa,sempre.
E dou muito valor,porque é muito difícil,neste país onde os poderosos ainda dominam tudo e tentam esmagar A CLASSE TRABALHADORA, conseguir melhoras,avanços e que as leis sejam cumpridas.
Colegas,muita calma nesta hora, não devemos entrar no jogo do governo: o de fragmentar a educação,colocando educadores contra seu própio sindicato,contra seu colega de trabalho e por aí vai.
O momento é de requerer o apoio de quem fiscaliza que se cumpra as leis federais,dos senadores ,ministros,enfim,levar o governador a responder judicialmente sua forma ditadora de governar.
A luta e as providências para alcançarmos nossas reivindicações precisa continua...

Anônimo disse...

Beatriz, permita-me algumas ponderações: sempre fui aluna da rede pública e desde 2006 professora na rede estadual. Quse toda meu período de estudante foi c greve. Como professora tb aderi á greve em 2010 e 2011. Porém como vvc questionou em seu post, a greve é um modo de pressão falido 9e vários outros profissionais de outras áreas comentaram comigo isso). Ficamos antipatizados e não temos, infelizmente, o poder de mobilização como outras categorias q param geral. nem todos os professores t~em a consciencênica política o suficiente p isso e não somo nós q vamos dar-lhes. Outro ponto tb são so coordenadores do sindicato q tem um discurso ainda duro, da época da revolução comunista, que não atinge mais. cria mais antioatia ainda, inclusive entre os colegas. Chegam falando bravos, forçando a parar. isso ao invés de congregar, afasta. Concordo c outras estra´tegias como a operação tartaruga, o boicote ás avaliações externas e principalmente c a presença do sindicato na base. Só parece na época de greve e c um discurso cansativo. Tem que se mudar a cara do sindicato, as atitudes no sentido de congregar, o discurso, caso contrário nada conseguiremos. eu mesma não acredito no sindicato comoesta aí organizado. participo dos movimentos por convicção, mas não me sinto nem um pouco representada por este sindicato. ainda há mt politicagem envolvida aí e mta falta de estratégia para organização da categoria. E o governo sabe e uso isso a favor dela.

Anônimo disse...

Beatriz,
Cada dia que passa sinto mais admiração pela sua serenidade.
Deus realmente é sua guia.
Isto que estou fazendo é chover no molhado.O objetivo é somente incomodar os superiores de ANESTESIA.
Depois do e-mail que te enviei ontem que recebi em resposta. achei covardia não enviar outro, depois de tantas explicações quanto a este assunto em seus dois últimos comentários.
Abraço,Maria emília
Boa noite.


Enviei novamente para o FALA BRASIL do MEC, o seguinte:

De acordo com o protocolo 6551965, enviado em 03/11/11,peço desculpas por não ter
conseguido expressar-me
A denuncia que faço é quanto ao não cumprimento pelo Estado de MG, da Lei Federal 11.738/08 que foi sancionada em julho de 2008. Esta lei estabeleceu cronograma para uma gradativa integralização do valor do Piso Salarial. Governos e municípios deveriam ter feito previsão orçamentária a 06 anos atrás, para o seu cumprimento . Desde o início da vigência da lei, deu margem a estados e municípios dialogassem com a União, para juntos estabelecerem regras para suporte financeiro do Governo Federal.Nós, educadores mineiros estamos abaixo da linha de pobreza.Que culpa temos se nossos governantes não fizeram planejamento?

Anônimo disse...

São muitos os profissionais da educação, que confiam no sindicato e em você Beatriz, não de importância a comentários dispensáveis, sempre haverá opiniões contraditórias.Precisamos nos fortalecer para continuar a lutar e você é uma peça fundamental em nossa luta, Obrigada por nos representar e lutar por nossos ideais.

Anônimo disse...

Vamos usar a mídia televisa para desmascarar e desmoralizar este governador. É um absurdo um professor com doutorado receber no máximo R$ 945,00 de piso.

Matemidia disse...

BOA NOITE BEATRIZ...
FORÇA AÍ... CONTINUE BATALHANDO...
AGORA, VAMOS NÓS EDUCADORES FAZERMOS A NOSSA PARTE. NÃO ADIANTA SÓ RECLAMAR...
ABRAÇOS

Matemidia disse...

FORÇA BEATRIZ, CONTINUE LUTANDO..
AGORA, EDUCADORES DE MINAS, VAMOS FAZER A NOSSA PARTE ATRAVÉS DA INTERNET, SALA DE AULA, MEIOS DE COMUNICAÇÃO DE NOSSA CIDADE, ETC.
PRECISAMOS INFORMAR A POPULAÇÃO, COMUNIDADE ESCOLAR, ETC.
ABRAÇOS

westerley disse...

Uma reflexão muito séria
Para Beatriz e Colegas!
Lendo o texto da Beatriz “Confiança” (03/11) resolvi expressar minha opinião e leitura da situação, sempre no sentido de chamar a reflexão crítica para construirmos uma avaliação mais realista e daí pensarmos juntas ações mais efetivas. Em outra página deixo meu posicionamento mais detalhado e como estou atuando!

1) Confiança:
Beatriz, pelo menos na última década, nenhum líder deste sindicato gozou de tamanha confiança de sua categoria como você conquistou com muito merecimento e trabalho. Basta fazer uma retrospectiva das mobilizações da ultima década. Portanto esta questão (confiar ou não) não está posta para discutir, pois, esta dúvida não existe. Tudo bem que um ou outro, isoladamente pode levantar este ponto e deve sim, ser esclarecido como você fez, mas a meu ver estas manifestações não são embasadas em fatos e na razão e sim na emoção gerada pelas dificuldades que cada um está passando. O que não pode é você entrar no campo da suspeição sobre a confiança que você tem da categoria. Pois se você ficar em dúvida se enfraquecerá diante da luta e de suas convicções.

2) Consciência da Força que tem:
Por outro lado estou cada vez mais convencido que você ainda não tomou consciência da força que você tem e adquiriu com a reunificação e mobilização desta categoria. Assim como nós professores ainda não tomaram consciência do poder que temos nas mãos.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) os profissionais do ensino constituem o terceiro grupo ocupacional mais numeroso do Brasil: 8,4% dos trabalhadores - em números absolutos, cerca de 2,9 milhões de postos de trabalho.

Atenção! Minas é o Estado com maior número de municípios do Brasil, se minhas contas estiverem corretas, isso significa que temos o maior número de Escolas públicas e conseqüentemente de professores do Pais. E a frente destes professores uma líder que reúne esta categoria em torno de si, com confiança e liderança. Isso lhe coloca na condição de líder mais forte do País em termos de contingente. Coloca o Sindute como um dos mais importantes Sindicatos de professores do Brasil. E você (aparentemente) não usa esta força. Junte a isso o pior quadro de desvalorização da profissão do Pais e pronto! Você tem o motivo justo, o maior contingente do Brasil e a liderança. O que falta? Não posso dizer neste blog.

Quando digo que você não usa a força que tem me refiro a ocupar espaços nos cenário nacional, em audiências com parlamentares federais, Senadores, em encontros e construção de apoios de formadores de opinião das mais diversas áreas, dos intelectuais a igreja, de organismos nacionais aos internacionais. É para manter esta força viva e pulsante que disse que a mobilização deveria continuar na imprensa, na internet, em fóruns de discussão Sindicato-categoaria – sociedade e outros lugares e modos.

Com a força desta liderança e deste contingente você é recebida em qualquer espaço político ou civil que quiser. Você só precisa acreditar e ousar. Para mim é a única coisa que o governador teme. E antecipando ele está cercando esta liderança nos currais de Minas é preciso sair deste cerco caseiro e ocupar espaço nacional inclusive se reunindo, pessoalmente, com lideranças sindicais de professores de outros Estados para organizar a luta conjunta, nacionalmente. A pressão sobre este governo deve vir do cenário nacional. Para ele Minas é dele, é o quintal dele. Manter a luta só aqui é um modo de minimizar e anular a sua força de liderança e a nossa força também.

Atenção! Tudo isso não deve ser feito sob a tutela da CUT, não tenho nada contra a CUT, mas entendo que ela está em outra lógica, transversal a nossa. Há interesses políticos governamentais e eleitorais nacionais na agenda do dia da CUT e nossa luta não figura como a primeira delas. A CUT está no momento funcionando mais como amortizadora da reação nacional dos Professores e demais movimentos. Continua...

westerley disse...

terminando...

2.a) Força do Conhecimento:
Venho insistindo que estamos na sociedade do conhecimento. A luta dos trabalhadores não é mais no campo do “ludismo” do Séc. 18 e 19 quando os operários lutavam contra as máquinas e manifestações físicas em defesa dos postos de trabalho. Nossa batalha agora se dá no campo do conhecimento e da tecnologia de informação. E qual categoria detém por essência e natureza o conhecimento? Nós professores!

Nós, categoria e liderança do sindicato, incorremos em um erro estratégico grave quando olhamos para nós mesmos e enxergamos funcionários públicos, servidores ou profissionais da educação. Não! Não! Não! Nós somos intelectuais! Pesquisadores, Historiadores, lingüistas, Sociólogos, Filósofos, Químicos, Matemáticos, Geógrafos... Precisamos assumir isso! - Tenho insistido em um site de discussão/fórum, porque esta ferramenta nos ajuda a fazer e colocar esta discussão na ordem do dia!

Atenção! Quando aceitamos as denominações administrativas governamentais ( isso vale para todas as categorias e profissões), aceitamos a “desconceitualização” de nossa natureza intelectual o que nos faz perdermos a essência de nossa formação. Trocamos de identidade e passamos a pensar e agir de outro modo, começamos a nos enxergar como designados, efetivados, concursados... Basta ver como nos apresentamos no seu próprio blog. Não! - Somos Professores! Pombas!! Nosso instrumento de trabalho é o cognitivo e não o giz, o livro didático ou o laboratório.

Isso é uma estratégia para nos jogar em uma massa sem rosto. Isso é uma estratégia de descaracterização da nossa condição de detentores de um saber específico e fundamental perigoso aos Governos. É só ver na história!

E não é de agora, estamos caindo nessa forma de dominação há muito tempo, basta ver em seu blog. A maioria das manifestações são reclamações (ainda que justas), opiniões a partir de visões individuais, opiniões passionais. Poucos se colocam com fundamentos políticos, Social, poucos sugerem coisas conseqüentes politicamente, não imediatistas, com visão do processo Histórico. Estamos perdendo a nossa natureza intetectual e assumindo uma outra estritamente operacional. Estamos deixando de ser uma profissão de seres pensantes e passando a ser uma classe de seres executantes!

Más ainda assim, há entre nós um conhecimento circulante que precisa ser aproveitado pelo Sindicato e por nós mesmos, que se organizado e bem conduzido nos dará condições para construirmos análises, planos Estratégicos, leituras Históricas, Sociológicas, Psicológicas, ações políticas, de comunicação, formação de opinião etc. Fundamentais a nossa luta! É preciso montar GTs - Grupos de Trabalhos de apoio ao Sindicato com essa força de conhecimento disponível na categoria que não está sendo usada. Ou melhor, que nunca foi usada! Antes que sejamos inteiramente massificados ideológicamente até perdermos de vez nossa identidade.

3) Professores não percebem a força que tem:
Nós professores não temos a perfeita dimensão da nossa força. Não vou aqui entrar em detalhes, pois gente do governo lê este blog, mas aponto alguns aspectos soltos.
- Temos o poder da persuasão.
- Temos o apreço e o aval da Sociedade. (ainda)
- Temos o maior contingente do Brasil.
- Temos o contato direto com a força da juventude.
- Temos o conhecimento.
- Temos a urgência na qualidade da educação na pauta do dia da agenda mundial.
- Temos o contato indireto com pais.
- Temos frentes parlamentares e comissões que atuam sobre a nossa causa.
- Temos o apoio de formadores de opinião e de líderes da sociedade.

Bem, paro por aqui!
Pensemos nisso!
Abraço!

Anônimo disse...

Bia,
Estamos, confiamos e temos certeza que vc está fazendo o máximo pela categoria.
Safado, mentiroso e irresponsável é o governo do PSDB de Aócio Neves e do Satanasia.
Murilo Maia - Montes Claros

Mara Candeia - Pedro Leopoldo disse...

Olá, Beatriz! Quero apenas dizer que concordo/compartilho das alternativas apresentadas por Pedro Paulo (Gov. Valadares). Penso que, no contexto atual (séc.XXI), a greve e as paralisações não são as únicas e nem as melhores estratégias para a área da educação. A greve, na nossa categoria, já teve a sua importância para muitas ou poucas conquistas, mas esse tipo de pressão precisa ser revisto para o cenário político atual.

Mara Candeia - Pedro Leopoldo

Anônimo disse...

É claro que tudo que o governo quer é enfraquecer nosso movimento e ficou claro que o absurdo do desconto nesse pagamento foi para ficarmos com raiva do sindicato. Estratégia política "das mais antigas". Acordem e parem de reclamar ou se desculpar no blog, nesse momento devem estar rindo de todos nós, pois estão conseguindo nos desestabilizar. Você mesmo comentou que eles liam seu blog antes de irem para a reunião. Vamos esclarecer através de informações no blog, mas não vamos demonstrar fraqueza. O trabalho de quem está na linha de frente é esse mesmo e esse governo ... bem nós o conhecemos. Um abraço

Anônimo disse...

Então não houve reuñião com a secretaria de educação ontem? A maioria dos professores de minha escola já suspenderam a reposição.

Anônimo disse...

Beatriz,
verifique alguma forma de pagamento desse piso na carreira. Nos blogs da vida há mensagens estranhas que sugerem flexibilidade do governo em faze-lo de forma escalonada. Mesmo que consigamos até 2014 já seria um ganho para quem até agora nada tem. Veja se há essa possbilidade. Abraço.

Anônimo disse...

Gostei da idéia do Pedro Paulo de GV,e ainda poderia sugerir uma idéia de acampamento e acorrentamentos em forma de RODIZIO,de forma que ninguém levasse corte de pagamento,pois apesar de sermos tão mal remunerados,ainda é a nossa forma de sobrevivência.

Marcel disse...

Gostei muito das sugestões do Sr. Pedro Paulo, de Governador Valadares. Sugiro ao SINDUTE uma discussão sobre estes pontos dentro de todas as escolas mineiras. Vou começar pela minha.

MARIA AMÉLIA de Montes Claros disse...

Olá Beatriz,
Faço minhas as palavras do Pedro Paulo - Gov. Valadares.
E quem espera que o sindicato faça milagre, ainda não entendeu a batalha que se travou com esse governo! Volto a dizer. Não estamos lutando com um inimigo comum.
E a palavra CONFIANÇA veio acalhar. Ou é melhor enfiarmos de corpo e alma dentro das Escolas e esquecer valorização da categoria?
Força colegas! Não vamos nos deixar abater. Que cada um assuma a sua bandeira de luta e juntos ganharemos essa GUERRA. Um abraço!

Élida Barros disse...

Beatriz, você tem sido equilibrada e coerente mas não deve esquecer de estar sempre informando e animando os filiados pois só com o diálogo constante e a informação atualizada podemos sentir mais confiança no sindicato porque nas escolas estamos mais fragilizados devido as diferentes posturas dos colegas e diretores. Grande abraço, Élida - Ubá.

Professor Luiz Jr disse...

Os problemas detectados por nós como contribuição reflexiva são:
-Diretores sindicais que não entraram em greve e não sofreram punição alguma;
-A falta de apoio sincero, verdadeiro, fraterno, sindical consequente dos representantes do CNTE e da CUT.
-Os partidos políticos podem estar representados no Sindicato; mas, o sindicato não pode ser serviçal de uma corrente política manipuladora e descompromissada com a luta social;
-A falta de contato e de visitações frequentes aos locais de trabalho para colher dúvidas e angústias e repassar informações. As eleições sindicais geraram burocratas e a maioria nem se mobilizou. Ou pior, contribuíram adversamente aos interesses do movimento combativo que construímos com esforço, dedicação, coragem e muita determinação coletiva;
-Falta o respeito com quem verdadeiramente luta com e pela categoria. Nós, entramos em greve, viajamos, contribuímos em todas as reuniões, passeatas e discussões. No entanto, somos desprestigiados pela direção estadual. Nas sub-sedes a oposição sindical é obstruída na ação de forma conveniente com inadequada quantidade de delegados com voto nas assembleias e instâncias deliberativas do SindUTE;
-Iniciou-se a greve logo após a eleição dos diretores escolares. A maioria esmagadora destes antes mesmo de assumir os cargos já começaram a trabalhar a favor do governo e contra a categoria que os elegeu.
-Precisamos avaliar sobre o processo eleitoral dos "gestores" escolares;
-A maioria das escolas não demitiu os "mestres da educação" contratados para nos substituir. Alguns, para não dizer a maioria, não realizam tarefa alguma, chegam e esperam o transcorrer das aulas assinam ponto e retornam descansados para os seus lares;
-Se a greve não foi ilegal o contrato e a presença destes seres humanos nas escolas mereceria uma ação judicial contra os responsáveis que os mantém como a punir-nos por termos ousado lutar;
-Com todo o respeito, as reuniões semanais com representantes do governo desde 27/09 não têm assegurado nada de producente para os grevistas. No entanto, através da mídia nos dias seguintes às reuniões são divulgadas as determinações (provocações) do governo. Principalmente, SOBRE os grevistas.
-Ou vamos para o embate, promovendo um desgaste real sobre o governo ou seremos cada vez mais massacrados pela mídia, colegas e alunos;
-Sentimo-nos personagem exótica no ambiente escolar e na vida social. Lutamos como se fosse coisa inadequada, como de interesse menor, como retrógrados saudosos;
-O governo Federal e seus ministérios simplesmente agem como Pôncio Pilatos, lavando as mãos enquanto as estende aos governos autoritários e complacente com os "parceiros" públicos;
-Voltamos ao tempo de Roma Imperial: Pão e Circo. Ou seja, Bolsa disso, bolsa daquilo; Olímpiada e Copa do Mundo. Como se não existissem cidadãos neste país; -A preocupação é com os turi$ta$ que virão, usarão os recursos materiais, físicos e humanos de nosso rincão despreocupadamente; apenas remunerando compassivos os favores e delícias desfrutados em território tupiniquim.

Professor Luiz Jr disse...

Os problemas detectados por nós como contribuição reflexiva são:
-Diretores sindicais que não entraram em greve e não sofreram punição alguma;
-A falta de apoio sincero, verdadeiro, fraterno, sindical consequente dos representantes do CNTE e da CUT.
-Os partidos políticos podem estar representados no Sindicato; mas, o sindicato não pode ser serviçal de uma corrente política manipuladora e descompromissada com a luta social;
-A falta de contato e de visitações frequentes aos locais de trabalho para colher dúvidas e angústias e repassar informações. As eleições sindicais geraram burocratas e a maioria nem se mobilizou. Ou pior, contribuíram adversamente aos interesses do movimento combativo que construímos com esforço, dedicação, coragem e muita determinação coletiva;
-Falta o respeito com quem verdadeiramente luta com e pela categoria. Nós, entramos em greve, viajamos, contribuímos em todas as reuniões, passeatas e discussões. No entanto, somos desprestigiados pela direção estadual. Nas sub-sedes a oposição sindical é obstruída na ação de forma conveniente com inadequada quantidade de delegados com voto nas assembleias e instâncias deliberativas do SindUTE;
-Iniciou-se a greve logo após a eleição dos diretores escolares. A maioria esmagadora destes antes mesmo de assumir os cargos já começaram a trabalhar a favor do governo e contra a categoria que os elegeu.
-Precisamos avaliar sobre o processo eleitoral dos "gestores" escolares;
-A maioria das escolas não demitiu os "mestres da educação" contratados para nos substituir. Alguns, para não dizer a maioria, não realizam tarefa alguma, chegam e esperam o transcorrer das aulas assinam ponto e retornam descansados para os seus lares;
-Se a greve não foi ilegal o contrato e a presença destes seres humanos nas escolas mereceria uma ação judicial contra os responsáveis que os mantém como a punir-nos por termos ousado lutar;
-Com todo o respeito, as reuniões semanais com representantes do governo desde 27/09 não têm assegurado nada de producente para os grevistas. No entanto, através da mídia nos dias seguintes às reuniões são divulgadas as determinações (provocações) do governo. Principalmente, SOBRE os grevistas.
-Ou vamos para o embate, promovendo um desgaste real sobre o governo ou seremos cada vez mais massacrados pela mídia, colegas e alunos;
-Sentimo-nos personagem exótica no ambiente escolar e na vida social. Lutamos como se fosse coisa inadequada, como de interesse menor, como retrógrados saudosos;
-O governo Federal e seus ministérios simplesmente agem como Pôncio Pilatos, lavando as mãos enquanto as estende aos governos autoritários e complacente com os "parceiros" públicos;
-Voltamos ao tempo de Roma Imperial: Pão e Circo. Ou seja, Bolsa disso, bolsa daquilo; Olímpiada e Copa do Mundo. Como se não existissem cidadãos neste país; -A preocupação é com os turi$ta$ que virão, usarão os recursos materiais, físicos e humanos de nosso rincão despreocupadamente; apenas remunerando compassivos os favores e delícias desfrutados em território tupiniquim.

Anônimo disse...

Quero somente parabeniza-la por tudo que já foi conquistado e que ainda vai ser conquistado,pois está é minha oraçao de sempre,pra tudo tenha desfecho que vocês acharem que é ofmelhor para nós!!!abraço fraternal!! Que continue te abênçoando e te iluminando!!!

Anônimo disse...

Quero somente parabeniza-la por tudo que já foi conquistado e que ainda vai ser conquistado,pois está é minha oraçao de sempre,pra tudo tenha desfecho que vocês acharem que é ofmelhor para nós!!!abraço fraternal!! Que continue te abênçoando e te iluminando!!!

Anônimo disse...

Acho que o nosso colega Pedro Paulo nos deu uma grande ideia.Conscientizando os alunos principalmente os do EM que são eleitores.
Acho que vc fez o possivel,e que ainda não acabou,muita coisa vai acontecer até janeiro de 2012.

Tania moreno disse...

Beatriz
Acabei de ler no log da Renata Pimenta que a Assembléia legislativa está pleiteando Auxílio Alimentação e me veio ao pensamento por que o sindicato não coloca em pauta o Ticket Alimentação para os professores de MG????

Anônimo disse...

Comentei algo sobre o desconto do IPSEMG e não foi postado. Esse blog funciona por loteria?

Anônimo disse...

Como estamos mansos, cordeiros mansos. Já era hora de acabar com essa palhaçada e voltar a greve para fechar o ano letivo. Antes, instruir os alunos a não irem nas escolas terem aulas com substitutos, pois os próprios alunos reclamaram que eles não sabiam nada e se sentiram feito bobos quando os titulares voltaram e explicaram como o governo usou esses alunos e tampões para atrapalhar a greve. Meus 3º anos por exemplo, tenho certeza que se eu voltar para a greve, eles não vão às aulas dos tampões.Queimemos bem o filme dos tampões, instruímos os alunos a não servirem de massa de manobra e voltemos para a greve JÁ!!! ESTAMOS COM FALTA DE VERGONHA NA CARA! O HOMEM NÃO CUMPRIU NADA, NÃO TEM NADA DE CONCRETO ATÉ AGORA, REUNIÕES E MAIS REUNIÕES PARA CHOVER NO MOLHADO E A GENTE SEM SALÁRIO. QUE BANDO DE IDIOTAS SOMOS NÓS? VOLTEMOS À GREVE IMEDIATAMENTE E NÃO FECHAREMOS O ANO LETIVO! QUERO VER O GOVERNO ARRUMAR PROFESSORES SUBSTITUTOS PARA TODAS AS SÉRIES, DE TODOS OS TURNOS, PARA TODAS AS TURMAS EM TODAS AS ESCOLAS QUE VOLTAREM PARA A GREVE PARA FECHAR O ANO LETIVO ATÉ MARÇO. IMPOSSÍVEL. ESTAMOS COM A FACA E O QUEIJO NA MÃO MAS ESTAMOS DEIXANDO O RATO CORROER NOSSOS CALCANHARES... COMO SOMOS BOBOS E PASSIVOS. E CONFORMADOS. FICAMOS AQUI CHIANDO, PEDANTES E RESIGNADOS. GREVE JÁ!!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

olá Bia, Gostaria de saber se após as negociações do piso, o governo se comprometerá em atualizar as tabelas anualmente em janeiro conforme orientação do mec. prinecipalmente em janeiro de 2012.
Isso tem que ficar bem claro nesse novo projeto que será encaminhado para apreciação da assembleia. Olha está dificil convencer os colegas a permanecerem no vencimento básico. Quem não tem vantagens está migrando para o subsídio.
tchau força na luta, a meio ver não saímos perdendo, avançamos pouco mas avançamos, afinal já não tinhamos armas para lutar. e agora precisamos unificar as reeivindicações, pois o governo já conseguiu nos separar, teremos em muuito pouco tempo a maioria no subsídio e a minoria no vencimento básico, essa é a nossa realidade atual, então greve será um instrumento não eficaz pois terá pouca adesão, pois os que optarem pelo vencimento básico não farão greve para melhorias no subsidio, e nem que está no subsídio fará greve para melhorias no vencimento básico. O meu caso por exemplo mesmo com essa tabela vergonhosa a minha remuneração será bem maior que o que ganhava no subsídio. Sou PEB4B e tenho 3 Quinquenios e 8 biênios + pó de giz = 90% de gratificações. isso é claro contando que em janeiro teremos 16% de atualização da tabela. Por isso Beatriz a luta não está sendo em vão. está valendo a pena. Mas pode ser ainda melhor.
abraçoes que Deus e o Espirito Santo de Ilumine cada vez mais.
Idinei - Ipatinga

Anônimo disse...

Bia!
Adorei a idéia levantada pelo nosso colega Pedro Paulo G. Teixeira!
se houver uma mobilização de toda categoria vai dá muito certo! Participei dessa greve,mas como designada sofri mais pressão ainda e estou com muito receio de participar de uma nova greve!!!

Anônimo disse...

Beatriz,acho que devemos mostrar a este governo que não é hora para brincar com os educadores,já que tá ruim ,vamos parar tudo.

Anônimo disse...

Muito inteligente a idéia do professor Pedro Paulo DE GOVERNADOR VALADARES.Acho que está na hora de tirar os votos dos tucanos em MG,estes que oprime os educadores.

Anônimo disse...

Beatriz continue firme confiamos em você temos certeza de que sabe o que está fazendo .Deus a abençoe.

Anônimo disse...

Beatriz continue firme confiamos em você temos certeza de que sabe o que está fazendo .Deus a abençoe.

Cláudia Zanin disse...

Beatriz, precisamos nos manter ainda mais unidos e o Sind-UTE é nosso porto seguro. Penso que nossa melhor arma agora é divulgar para todo o Brasil a atitude desonesta do governo Anastasia diante das negociações. Inserções na TV sempre dão um bom resultado, panfletos, outdoors, campanhas nas redes sociais, e-mails para os jornais e para as revistas jornalísticas de maior circulação no país são só alguns dos meios de divulgar os desmandos desse governo. Não há nada que incomode mais os políticos do que ter sua imagem desgastada na mídia. Até nossos colegas que não aderiram à greve são capazes de colaborar, juntamente com pais e alunos. O "resgate" da educação pública tem espaço na mídia atualmente. Que tal apostar nessa estratégia?

Cláudia Zanin disse...

Beatriz, precisamos nos manter ainda mais unidos e o Sind-UTE é nosso porto seguro. Penso que nossa melhor arma agora é divulgar para todo o Brasil a atitude desonesta do governo Anastasia diante das negociações. Inserções na TV sempre dão um bom resultado, panfletos, outdoors, campanhas nas redes sociais, e-mails para os jornais e para as revistas jornalísticas de maior circulação no país são só alguns dos meios de divulgar os desmandos desse governo. Não há nada que incomode mais os políticos do que ter sua imagem desgastada na mídia. Até nossos colegas que não aderiram à greve são capazes de colaborar, juntamente com pais e alunos. O "resgate" da educação pública tem espaço na mídia atualmente. Que tal apostar nessa estratégia?

Anônimo disse...

BIA

Concordo com tudo que vc escreveu
e, se me permite vou parafrasear o ex Presidente LULA: nunca antes na história desse sindicato houve líder tão astuciosa(o),tão guerreira(o),tão companheira(o) quanto VC,além de linda,é claro!!
O problema da nossa categoria(fraca adesão)não é por culpa do sindicato,e,sim,de nossa própria classe.Nós devíamos mirar no exemplo dos policiais militares,pois basta apenas eles mostrarem suas insatisfações que o governo lhes atende protamente.Lamentavelmente, muitos colegas não tem consciência do valor de seu trabalho para a sociedade,os policiais tem e, como tem.Muitos professores acham que são injustiçados,reclamam,reclamam,mas
não fazem nada,outros´são conformados com os baixos salários,eles devem acreditar que as coisas caem do céu e uma grande parte são oportunistas(esperam sempre que os outros lutem por eles e por ai vai...
Talvez eu possa ajudar com essa sugestão:eu creio que se o sindicato conseguisse um líder em cada escola estadual(pelos menos nas cidades com mais de 50.000 h)para servir de ponte e transmitir informes através de e-mails,os professores ficariam mais mobilizados,mais atentos e repassariam também aos alunos,à comunidade,inclusive, fazendo
severas críticas ao governo,bem como,aos deputados
abraços

Anônimo disse...

Cara Beatriz!!
Tenho colocado minhas observações e você não a tem repassado e nem retornado para mim. É com muita tristeza que vejo a falta de compromisso do governador, de seus secretários e aliados. Estamos desamparados pelo governo federal.
Volto a afirmar que o governador conseguiu colocar colegas contra colegas e colegas contra sindicato.
Espero que você tenha luz para resolver esses impasses!!!!

elaine disse...

Gosrtaria de propor que fizéssemos uma paralisação no dia 10 Elaine- Unai

Anônimo disse...

Beatriz,

Estamos vivendo um momento delicado.Este deve ser de união e não de crítica para alcançarmos a nossa vitória.
No momento, não me importo com a situação financeira, muito menos com o prêmio produtividade. Penso numa visão mais ampla, que é a conquista do nosso piso salarial na carreira.Este é para sempre.
Por isso que todos nós devemos concentrar no nosso objetivo, pois a justiça será feita.
Que Jesus nos proteja,

Vera Ribeiro

Anônimo disse...

Cara Bia,
Muita luz na próxima segunda feira...

Gostaria de fazer uma pergunta para vc e, se possível, que me responda.

Mesmo sendo o Piso sendo repaldado por diversas leis e tornando-se constitucional, Minas Gerais recebendo o repasse de verbas do MEC, o governo pode não pagar o piso, mesmo proporcional?
Como fica a questão da progressão vertical e horizontal, direitos do servidor?
Grata....

Anônimo disse...

Beatriz, sua força e determinação,me ajudam a vencer a cada dia a angústia que se instalou em cada educador mineiro.
Penso que temos mesmo que nos mobilizar,como disse o companheiro Pedro Paulo G. Teixeira.
Vamos vencer! Precisamos mostrar para a sociedade o que estamos vivendo!
Precisamos derrubá-los. Desgastar ainda mais a imagem desses políticos e cia.
Participei de todas as greves e nunca vi governo tão ordinário!
As eleições chegarão e mostraremos a eles, quem são os EDUCADORES MINEIROS !
Força na luta!

Anônimo disse...

Beatriz, sua força e determinação,me ajudam a vencer a cada dia a angústia que se instalou em cada educador mineiro.
Penso que temos mesmo que nos mobilizar,como disse o companheiro Pedro Paulo G. Teixeira.
Vamos vencer! Precisamos mostrar para a sociedade o que estamos vivendo!
Precisamos derrubá-los. Desgastar ainda mais a imagem desses políticos e cia.
Participei de todas as greves e nunca vi governo tão ordinário!
As eleições chegarão e mostraremos a eles, quem são os EDUCADORES MINEIROS !
Força na luta!

Anônimo disse...

Beatriz,
Concordo com suas avaliações, mas também é necessário que o sindicato entenda que a situação financeira de muitos professores tornou-se insustentável, é uma questão de sobrevivência, apesar do baixo salário que recebemos. Quando a greve terminou, logo depois tivemos acesso ao nosso contracheque e praticamente zerado, por isso alguns professores, e aí eu me incluo, começaram a reposição. Os substitutos estavam lá na escola, não foram dispensados. Sei que não foi o correto, mas questões de ordem financeira levaram a isso. Por tal fato compartilho as ideias do colega de Governador Valadares, precisamos mudar nossa estratégia de luta, porque fazer greve de 112 dias, sofrer pressão psicológica, moral e financeira fica difícil. Acredito que é por questões financeiras que muitos não aderiram a greve, o que também não concordo porque se tivéssemos mais união a greve não se prolongaria durante tanto tempo e seríamos mais respeitados. Enfim penso que é o momento de avaliarmos e repensarmos nossas próximas estratégias.

Anônimo disse...

Não é só de piso salarial que precisamos. Precisamos de vale-transporte, vale alimentação e nem isso o sindicato consegue arrancar com o governo. e como ficamos?

Jaime Francisco disse...

Olá, Beatriz. Sou de Itajubá, Sul de Minas. estou de acordo como Pedro Paulo de Gov. Valadares quando ele fala sobre os emails, pois já faço este serviço aqui, mas tenho outra idéia talvez maluca porque não paramos de dar provas, trabalhos e exercícios para nossos alunos e no final do bimestre dar nota maxíma para todos, talvez assim os pais e a imprensa comece a reconhecer nossa importância.Para que ficarmos trabalhando tanto corrigindo se não estamos ganhando por isso, perdendo finais de semana, etc, etc... Nós aqui no sul de minas também temos nosso NDG e estamos com o sindicato. (Jaime - Itajubá-MG)

Anônimo disse...

Bia acredito no sindicato, o problema é que estou chocada com está situação em que meu salário esta reduzido, onde trabalho muito e ganho metade que qualquer outro da minha escola, pois voltei pro plano de carreira!Sei que está sendo feito algo com relação a isso, más eu te pergunto até quando vc acha que poderei aguentar? Não pago meu carro, não consigo ter vida social, não saio de casa, fico ilhada no meu mundo de amarguras! Ai penso que se estivesse no subsídio pelo menos estaria recebendo 800 reais a mais, pra trabalhar do mesmo jeito, e poderia estar com minhas contas em dia. Más ai estaria eu disistindo de um direito meu e isso eu não quero, mas quero saber de vc sinceramente o que devo fazer! Não repor tudo bem não reponho, mais e ai amanha serei obrigada a repor isso ate 2015, pois fiz a greve completa e não dou conta mais de ficar deste jeito. Estou orando e pedindo a misericórdia de DEUS, poís minha situação está realmente complicada, não irei me identificar não por oportunismo, mais por vergonha, vergonha de estar devendo, vergonha de estar com medo e por final vergonha de ser educadora; pois hoje em dia não me sinto mais educadora! Me sinto como uma babá, necessária ao governo para ensinar os jovens a não mascarem chicletes, pois as leis não me permitem ensinar, temos a 521 que tanto cria oportunidades que a simples presença basta ao aluno, sem mais delonga bia, quero te agradecer, pois vc me deu uma esperamça com a greve, mais espero que embreve vc me de tbm a notícia de vitória, mais uma vitória verdadeira com resultados reais e não verbais. bjs e bom fim de semana!

LEIA: Liberta Minas NDG disse...

NDG de Plantão

Força e coragem !!!

"A hora mais escura da noite é justamente aquela que nos permite ver melhor as estrelas".
Charles A. Beard

abraços
Gleiferson Crow
LEIA: Liberta Minas NDG
http://leialibertaminasndg.blogspot.com

Gleiferson Crow disse...

NDG de Plantão
... ________________
"Enquanto houver vontade de lutar haverá esperança de vencer."
Santo Agostinho
__________ ...

Olá companheiros, dia 10 de novembro vem aí.

Não podemos nos curvar diante da falsidade e da falta de respeito com nós educadores e demais profissionais da educação de Minas Gerais. Você digníssimo governador coloque suas "barbas" de molho, e veja bem ao molho com azeite e água quente viu, tu vais precisar !!! Eleições vem aí, nossa voz irá ecoar em cada rincão dessa nossa Minas Gerais para espantar qualquer TUCANO "iscundidu".

abraço
Gleiferson Crow
LEIA: Liberta Minas NDG
http://leialibertaminasndg.blogspot.com/

Anônimo disse...

Beatriz,

Confiamos em você e sabemos que você fará tudo para que nestas negociações os direitos dos professores sejam preservados e garantidos.

Valdinei - Uberlândia

Anônimo disse...

Bia,

Achei legal e interessante esse post do blog da Cris. Reflita com sua equipe e assessores: a proposta seria novo lance e passaria a bola novamente para o governo dar outra mancada:

"Anônimo disse...

N E G O C I A Ç Õ E S

Façamos uma contra-proposta na próxima reunião.

Exemplo:
Com o Piso Salarial Profissional Nacional, proporcional assegurado.

Escalonamento entre níveis:
12% em 2012;
15% em 2013;
18% em 2014 e,
22% em 2015

Escalonamento entre as letras:
1% em 2012;
2% em 2013 e,
3% em 2014.

Lembrando-os sempre que fizemos a opção pelo regime remuneratório VIGENTE e não por uma nova carreira.

É muito importante também que ofereçamos algumas condições para as negociações.

Com um acordo escalonado para o pagto da progressão entre níveis e letras até 2015, as relações entre a categoria e o Governo ficariam pacificadas por um longo período.

LEMBRANDO-OS SEMPRE QUE, UM ACORDO É BOM PARA TODAS AS PARTES.
AS RELAÇÕES ENTRE A CATEGORIA E O GOVERNO FICARIAM PACIFICADAS POR UM LONGO PERÍODO."

Força na luta. Parte da categoria não vai conseguir raciocinar com o despero dos contracheques, Infelizmente. Sua posição é coerente e propositiva. O caminho está correto.

Anízio Bragança Júnior
Uberaba - aniziobjunior@yahoo.com.br

Anízio Bragança Junior

Anônimo disse...

E quem disse que a ditadura acabou?Toda essa arrogância é a prova que a ditadura não acabou.È só visitar Minas Gerais para vivenciar o período da ditadura militar.Fala quem pode, obedece quem tem juízo.Minas está retroagindo...assim é mais fácil governar....fim.

Juliana-Bh disse...

E quem disse que a ditadura acabou?Toda essa arrogância é a prova que a ditadura não acabou.È só visitar Minas Gerais para vivenciar o período da ditadura militar.Fala quem pode, obedece quem tem juízo.Minas está retroagindo...assim é mais fácil governar....fim.

Anônimo disse...

Mas quem está a ponta da laça, passando as maiores dificuldades, trabalhando igual doido e aguentando humilhações e desaforos, não é o sindicato, mas os professores.
Esta greve não serviu de nada! Não temos força política!
Depois de 112 dias ininterruptos em greve o que eu ganhei foram dívidas, nome no SPC e SERASA, empréstimos e desconfiança na justiça e no sindicalismo.
O governo não me decepcionou, porque nunca confiei nele!

É triste, mas é mais pura verdade!

Anônimo disse...

Beatriz, sou professor e confio plenamente no sindicato. Entendo a dificuldade da continuidade da luta tendo lido esses comentários criticando seu trabalho. Mas relaxa, as pessoas estão nervosas com a falta de dinheiro. Tenho um amigo que fala o seguinte " Quando temos que trocar o biscoito recheado pelo cream cracker, o bicho pega" Isso está acontecendo, mas confiamos em vc. Um dia daremos risadas desse período e caso tenhamos sucesso nessa luta, (Eu acredito em nossa vitória) eu poderei falar para meus colegas que não aderiram a greve, que fui um dos responsáveis pela maior transformação da história de nossa país. E vc minha cara colega, será lembrada na história não só do Sindicato como no país, como a líder dessa transformação.
Grande abraço e continue na luta.

Carla - Araçuaí disse...

Olá Beatriz! O governo continua tratando a educação como a galinha de ovos de ouro.Veja que tivemos uma reunião recentemente com 3 inspetores da SRE - Araçuaí e o que eles insistiram o tempo todo é que os professores devam usarem de todas as estragédias para "aprovar" todos os alunos. O governo não quer alunos retidos;como se os professores é que reprovassem os alunos porque quisessem ou, porque todos os alunos fossem iguais e aprendessem no tempo certo, ignorando todas as situações existentes. Será que esses que dizem representantes da educação realmente conhecem do que estão falando?São tantas aberrações que ouvimos de todos os lados, é que vejo que estamos nadando contra a maré. Consertar isso é mesmo uma tarefa muito difícil.Para resolvermos creio que precisaríamos de gente engajada no sucesso do processo educacional.Enquanto tivermos nessa politicagem a educação não terá êxito.De um lado um governo intransigente e arrogante, de outro profissionais também sem compromisso(muitos por sinal).Veja quantos dias de greve! Muitos encaram esses dias como descanso, não participam de nem um movimento.Esperam o sucesso inertes.Sabem que depois a reposição é só pra inglês ver.Não estão nem aí pra nada.È sabido também que temos profissionais sérios, coerentes com a causa.Mas enquanto não tivermos consciência da arte de educar,não sairemos do lugar.A greve é muito desorganizada, sem planejamento. No interior principalmente, não funciona.A escola abre normalmente.As secretarias e os diretores nem se incomodam com a greve.Permanecem inertes como se a educação do interior fosse diferente da de BH e talvez nem fizesse parte de Minas Gerais. A greve então fica desequilibrada.De um lado gente em greve, de outro, a mesma categoria trabalhando normalmente.Há um desencontro muito grande.Pessoas descompromissadas com tudo e o governo se aproveita disso. Enquanto não formos uma categoria organizada, unida e compromissada com o processo educacional ficaremos aquém da evolução. O sindicato por si não resolve sozinho.Precisamos de representantes sérios no interior.Acredito que o sindicato é responsável pra treinar esses multiplicadores de cada cidade.O governo só vai respeitar a categoria a partir do engajamento de todos os autores da educação.Principalmente se for no início do ano letivo.

paulo disse...

bom dia beatriz!!! acho bem justo seu depoimento sobre confianca!! vejo que vc esta tratando as negociacoes com transparencia e recuo quando necessario!! mas tem alguns assuntos que foram esquecidos: 1- sobre a legalidade da greve frente ao stf? 2-reuniao com perluso? 3-dilma sua intervencao ao governo de minas? 4- comissao que viria para minas avaliar a implementacao da lei do piso(base federal) 5- concurso publico com pagamento em subsidio?
obs* acho q precisamos nos mobilizar novamente, nao somente denuncia o governador de minas, mas tb governo federal e o senador aecio neves! precisamos fazer camisetas, bones , chaveiros e vender por todas subsedes de minas gerais contra os inimigos da educacao! atenciosamente paulo!

Anônimo disse...

O Sindicato é igual a mídia só publica o que interessa. Paralisar para que? Ficar sem salário de novo e não resolver nada. Me desculpe a franqueza.

Pedro- BH disse...

Bia, ouvindo um noticiáro da rede globo na sexta-feira,entrou uma notícia de Bh; dizendo que o governo de Minas já está sendo atingido pela crise internacional tendo dificuldades para pagar suas contas. Será que não é mais uma estratégia para explicar o não pagamento do nosso prêmio? Só que ele esqueceu que o pagamento do prêmio de produdividade é relativo a 2010 e que Minas Gerais não fechou em déficit naquele ano.Estamos de olho!!!!!! Se deixar...vai que cola....

Anônimo disse...

Beatriz, apesar de todo cansaço, de todo desgaste, da falta de ânimo, das privações, da falta de respeito por parte do governo, estamos com você, contamos com você e o sindicato, pois são nossas únicas esperanças. Não queremos mais ser massacrados, humi-lhados por este governador medíocre. Tenho certeza de que, juntos, na assembleia do próximo dia 10/11, encontraremos uma solução. Abraços

Anônimo disse...

Beatriz, apesar do cansaço, do des-gaste, da falta de ânimo, do desrespeito do governo, das privações pelas quais estamos passando, contamos com você e o sindicato, pois vocês são nossa única esperança. Chega de humilhação, de retaliações. Tenho certeza de que na assembleia do dia 10/11, encontraremos, juntos, uma solução. Abraços.

Anônimo disse...

Bia eu confiou no sindicato, mas infelizmente muitas pessoas são influenciadas pela mídia. O que temos que fazer é mostrar pra sociedade realmente a verdade, alunos nos anos finais do fundamental que não sabem:ler,escrever, porque muitos profissionais que estão na área educação não são habilitados na área, falar que o governo prefere que isso aconteça porque assim ele pode continuar pagando péssimos salários . Perguntar aos pais se eles querem que seus filhos sejam ridicularizados , quando é vinculado na net as pérolas do Enem , com erros gritantes de ortografia e outros. Sensibilizar as grandes empresa no sentido que o nosso pais cresce economicamente , mas falta não de obra qualificada, porque não temos uma educação de qualidade, essas empresas deveriam cobrar uma politica publica para melhor a educação,(valorização dos profissionais educação,mais apoio pedagógico, estrutura física,etc) afinal elas também precisa de trabalhadores qualificados, e isso deve ser responsabilidade do governo.Bia eu acredito que vamos vencer essa batalha, primeiro Deus existe e ele não vai nos desamparar, segundo somos guerreias(os) pois até hoje carregamos esse Estado nas costa, fazendo das tripas corações pra não deixar a educação em Minas falir de vez.Pode apostar a sociedade confia na gente, em uma pesquisa feita , três categorias que a sociedade confia: BOMBEIRO, CARTEIRO E PROFESSORES.O governo de Minas pode aguardar,porque ninguém consegue enganar as pessoas pra sempre , qualquer dia a farsa vai aparecer.Talvez esse banco mundial não vai se importar muito, mas poderíamos tentar mostrar pra eles que Minas é uma farsa.Afinal temos também uma lei federal. ,devemos cobrar do governo federal uma postura mais rígida porque ele, vive fazendo propaganda do PDE. ABRAÇOS A LUTA CONTINUA. Vanderléia.

westerley disse...

UMA AVALIAÇÃO POLÍTICA DOS NOSSOS ERROS
(2 págs)

1/2
A intenção desta análise é avaliarmos e aprendermos com os erros cometidos e, tomarmos atitudes mais bem planejadas agora e no futuro próximo. É claro que por estar avaliando à distância, fora do centro das decisões do Sindicato, algumas variantes importantes me escapam o que pode tornar esta avaliação imprecisa em alguns pontos. Neste caso antecipo minhas desculpas. As nossas deficiências e justificação completa para cada ponto omitirei por motivos óbvios.

1- Erro - Na avaliação de conjuntura:

Em minha opinião o nosso primeiro erro, e se consideramos a greve de 2010, foi a segunda vez, foi a data de início da greve. Deveríamos ter começado após acórdão do STF. Se não me engano Minas foi o primeiro Estado a entrar em greve. Era obvio que o Governo iria cozinhar e nada responder até o acórdão sair. Conclusão: nos desgastamos quase 60 dias para só depois, termos um fato jurídico mais definitivo a nosso favor que poderíamos usar para pressionar o governo.

O que fazer? Entendo que nas próximas chamadas de greve o Sindicato 1) avalie antes o cenário nacional, ligue para os Sindicatos de Professores de todo Brasil, se informe das orientações nacionais, ajuste as datas de nossa greve com estes. 2) Avalie as ações jurídicas que estiverem em andamento e o tempo médio de resposta. 3) Analise o tempo médio histórico de greve da categoria e use como estratégia o calendário Escolar, pensando inclusive nos recessos e datas de aplicações de provas do governo. Há um “momento ótimo” dentro do calendário escolar que devemos usar a nosso favor e não estamos usando.

2 – Erro – Estratégico do dia 27/09.

Para mim este foi o momento mais crítico negativamente e a causa de todo este processo desgastante da “pseudonegociação”. Vejamos: No mesmo momento em que o governo elaborava uma proposta tentando por fim a greve (Termo de Compromisso de Negociação) 9 mil professores estavam reunidos na praça da Assembléia após as 19:00h aguardando. Era uma terça feira.

Manda o bom senso que diante de uma tomada de decisão, principalmente dessa importância, que se peça ou consiga um tempo para análise da proposta (do governo) ao qual nunca devemos acreditar na boa fé. Era para alguém dá a ordem de dispensar, terminar a assembléia dos professores antes que o governo atrelasse o “acordo” ao término imediato da greve. - Naquela noite enquanto a direção do Sindicato ouvia e fazia uma primeira leitura do documento do governo, outro alguém deveria dispensar a assembléia, pois, sem a assembléia não haveria resposta imediata e teríamos mais uma semana para avaliarmos e decidirmos. No entanto ficamos até as 22:00h como alvos parados a espera do ataque do governo. Para mim este foi o nó que o governo nos deu.

continua...

westerley disse...

3 – Erro – Chamada de Greve sem Tempo de Preparo da Categoria:

Em se tratando de uma categoria de baixos recursos, além do fundo de greve, o Sindicato poderia (não é obrigação) prepará-la para greve com antecedência maior. De modo que teríamos tempo para cada um fazer suas reservas, seu “fundo de greve” particular. – É uma estratégia.



4 – Erro – Ineficiência no Sistema Informação e Comunicação.

Informação ágil e sistemática com avaliações políticas, econômicas, Jurídicas e até Históricas, é elemento de mobilização e conscientização da categoria. A base de comunicação do Sindicato/sociedade/ categoria e desta entre si, me pareceu um tanto quanto “improvisada” e tardia, centralizada apenas na Beatriz o que é humanamente impossível e às vezes sem avaliação (está melhorando).

É preciso entender que as avaliações do Sindicato (com o devido cuidado, pois o blog é investigado) servem de orientações e leitura do quadro geral para a categoria, o que nos ajuda a entender as nuance e formar nosso entendimento e idéias sobre os fatos e processo. Ajuda a categoria a formar o consenso, a coesão. A falta do sistema de comunicação e avaliação ajuda a formar o contrário e abre espaço para o governo e orientações não oficiais concorrem com o sindicato, mesmo que neste ultimo caso a intenção seja de ajudar. Isso só acontece devido à lacuna deixada.

Beatriz, observe a nossa falta de percepção e costume neste ponto: quase todas os posts no seu blog não são de uma comunicação entre nós professores, não comentamos os comentários uns dos outros para construirmos um consenso, ao invés disso, centralizamos e endereçamos toda a comunicação a você. No máximo endereçamos à categoria (uma entidade abstrata). Eu me incluo nisso! – O Sindicato já está reestruturando este ponto.

5 – Erro – de Orientação após retorno.

No retorno da greve observei (não sei se ocorreu em todo Estado), que nós Professores chegamos às escolas um pouco desorientados com a situação. Encontramos: (substitutos em nosso lugar, Diretores e supervisores bem orientados pelo governo sobre calendários, reposição etc...) e nós não estávamos bem orientados sobre como agir. Inclusive com estratégias para mantermos a mobilização. Uma delas foi à questão da reposição. Este problema não era para existir era para organizarmos momentos de discussão e mobilização nas escolas durante o retorno. Más...

6 – Erro – Falta da Manutenção da Mobilização e apostar na mesa só em Minas.

(Já disse em post anterior)


7 – Erro – Na avaliação sobre este Governo.

Já disse em outra oportunidade. Precisamos fazer uma nova avaliação deste Governo. Não estamos tratando com Político. É só ver seu histórico, orientação governamental e sua prática atual (IPSEMG, corte de salários, afastamentos de funcionários, redução de tabela, resistência em conversar, etc...), nada disso é típico da lógica política Estatal a que estamos acostumados. Tentei fundamentar meu alerta com fundamentações, mas infelizmente muita gente entendeu que eu estava chamando o governo de Fascista e tecnocrata. Não foi isso! Minha intenção foi demonstrar com fatos que estamos na leitura lógica errada e que precisaríamos refazer nosso plano de ação estratégica. Acho que ninguém me entendeu até agora! Já detalhei isso em comunicação particular.

Bem! Se minha análise estiver correta, o que fazer?

Tenho enviado vários comunicados sobre isso. Mas uma coisa é certa. Precisamos fazer uma releitura política deste governo e inclusive de nossas potencialidades e deficiências e a partir desta releitura elaboramos ou ajustarmos nosso plano de ação!

Espero estar contribuindo de algum modo!
Westerley 05/11/2011

Anônimo disse...

ELEIÇÕES, ELEIÇÕES E MAIS ELEIÇÕES

Quantos somos hoje e quantos poderemos ser amanhã:

(1) Os funcionários da educação são hoje aproximadamente 360.000;

(2) Vamos estimar por baixo que somos 160.000 em sala de aula, aproximadamente 1,16% do poder de voto do Estado de Minas Gerais;

(3) Segundo dados do TSE – noticiado em 14/01/08 no seu setor de comunicação – o número de eleitores de Minas Gerais em 2007 era de 13.762.441, número esse utilizado para fazer os cálculos acima e abaixo;

(4) Se multiplicarmos os 160.000 x 40 (número aproximado de famílias em cada sala de aula tomando por baixo a paridade 1 x 1), teremos um total de 6.400.000 votantes, que representam 46,5% dos eleitores mineiros (seria um trabalho feito na comunidade e voltado para as famílias);

(5) A Assembléia Legislativa de Minas Gerais conta hoje com 77 deputados que foram eleitos com aproximadamente 5.017.000 de votos, ou seja, 36% dos votos de Minas Gerais, a saber, menos de 50% da população votante;

(6) Esses números significam que temos, como formadores de opinião que somos, capacidade de eleger todos os deputados da Assembléia e ainda capacidade de mudar a história de Minas nos próximos anos;

(7) Precisamos, de agora em diante, participar de todo o processo eleitoral do estado e do país com o objetivo de transformar a educação e influenciar diretamente na escola dos vereadores, deputados, senadores, governadores e presidentes; (estamos sentindo na pele e no bolso o nosso pouco envolvimento na escolha do nosso governador);

(8) O poder de transformação está em nossas mãos. Pense nisso e adote essa idéia.

Núcleo anti-PSDB - Norte de Minas

westerley disse...

Bem! Se minha análise estiver correta, o que fazer?

Tenho enviado vários comunicados sobre isso. Mas uma coisa é certa. Precisamos fazer uma releitura política deste governo e inclusive de nossas potencialidades e deficiências e a partir desta releitura elaboramos ou ajustarmos nosso plano de ação!

Espero estar contribuindo de algum modo!
Westerley 05/11/2011

Anônimo disse...

Beatriz, creio eu, que o Ministério Público Estadual, e a Assembléia Legislativa,instituições, constitucionalmente, independentes devem ser arguidas neste processo. A meu juízo, o Procurador Geral do Estado ao ser escolhido de uma lista tríplice, onde não era o mais votado e levado à recondução de um novo mandato, tornou-se, totalmente, comprometido com o Governo. Esta assertiva se materializa com as condecorações da Grande Medalha, do Governador, para o Procurador Geral e do Grande Colar do Procurador Geral para o Governador. Um levantamento das emendas dos deputados, da base do governo, que aprovam todas as matérias do executivo, evidenciam a segunda assertiva e devem ser tornadas públicas. Salvo melhor juízo, este é o melhor caminho da confrontação.

Anônimo disse...

Beatriz,
Penso que o trabalho de conscientização dos alunos , e por consequência das famílias, é uma boa estratégia.
Acho que posso me orgulhar do trabalho que fiz no Leopoldo de Miranda. Li com os alunos as matérias do editor do cadreno Pensar, João paulo Cunha, "Que falta de educação" e Quem educa o educador", após a análise do texto foram desenvolvidos trabalhos imagéticos, ficaram muito bonds e pregamos na escola. Os aluno fizeram um debate antusiasmados e trabalhos artísticos de alta qualidade.
O retorno que tive através deles sobre a mudança dos pais em relação ao que pensavam sobre nós e a greve foi gratificante.
Espero que cada um de nós seja capaz de multiplicar o asco que este governo provoca em seu descaso conosco, com os alunos e suas famílias.
Continuamos na luta!
Abraço,
Helena (prof. de Arte)

Lucas Ferreira disse...

Beatriz,

Concordo com suas observações e o comentário de Pedro Paulo G. Teixeira apresenta uma visão realista sobre nossa greve. SIM, NOVAS ESTRATÉGIAS, DEVEM SER ADOTADAS - COM SABEDORIA.

Abraços,

Anônimo disse...

ATENÇÃO, PROFESSORES:
- Não abram o DEMONSTRATIVO de pagamento concernente ao mês de novembro. POR QUÊ?
PORQUE está carregado de
"CONTRACHOQUE" de 220v.
FORÇA NA LUTA ATÉ A VITÓRIA!
FUERZA EN LA LUCHA HASTA LA VICTORIA!

GREVE JÁ!
HUELGA YA!

Porteño/brasileño

Anônimo disse...

"... e dilma hora para outra" será criado o
MINISTÉRIO DE ASSUNTOS ALEATÓRIOS
com aquiescência do "CEMITÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS".
Enquanto isso perdurar, EDUCADORES de MINAS ao
DEUS DARÁ.
Abaixo o "CHOQUE DE GESTAÇÃO" (daqui a pouco serão nove meses em reunião).
TOMEMOS A BASTILHA!
LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE!
A GREVE É GRAVE, MAS É O ÚLTIMO RECURSO PARA ESSE ENTRAVE!

Anônimo disse...

BRASIL: 84º lugar no RANKING do IDH 2011 (Índice de Desenvolvimento Humano). Minas Gerais deve ter contribuído bastante para isso.
QUE VERGONHA!
WHAT A SHAME!
QUÉ VERGÜENZA!

FORÇA NA LUTA ATÉ A VITÓRIA!
TODOS SE PREPARANDO PARA A NOVA GREVE!
PRECISAMOS TOMAR A BASTILHA!
FRATERNIDADE, LIBERDADE, IGUALDADE!

P.S.: - Até quando ficaremos nessa de "Bento Carneiro, vampiro brasileiro"???

Anônimo disse...

MINAS GERAIS: Estado governado por ETs REPTILIANOs contrários ao PSPN (PISO SALARIAL PROFISSIOANL NACIONAL). É só conferir o PERFIL de cada um.
Onde fica o Estado: na REPUBLIQUETA "BRASAL" descoberta pelo português PEDRO ÁLVARES CABRIL no mês de abril.
PRESIDENTE: Sílvio Santos
Chefe da Casa Civil: Ratinho
Ministro da Economia: Luciano Hook
Ministro da Educação: Tiririca
Ministro das Relações Exteriores: Pelé
Senador: Aócio Faraó Never
Posição da REPUBLIQUETA no RANKING do IDH 2011 (Índice de Desenvolvimento 2011): 84º lugar. "E 'TÁ RUIM??? - "'Tá danado de bão, cumpade!" (nóis nem pricisa istudá o tal de português na nossa "xicolinha". O negóssio agora é parti pra tar de comunicassão. Sou o Bento Carneiro, defendo o povo brasileiro, uai!)
*** Quem quiser pode ir completando a lista.

Anônimo disse...

Beatriz, sou Dalgiza de Divino e quero dizer que também confio no Sindicato, se as coisas parecem não avançar é por causa do Judiciário, que nada decide a nosso favor.Temos que continuar pressionando sim, mas de forma que não sejamos tão penalizados. Informo-lhe também que ontem(06/11) o dep.Padre João esteve aqui em minha cidade e perguntei-lhe sobre a Comissão de Brasília que viria acompanhar os trabalhos para a implementação do Piso. Ele respondeu-me que o que está amarrando é a falta de um relator, que o PSDB não concorda com os que são escolhidos.Disse também que ele não pode fazer muita coisa pois não é da Comissão. Sugeriu que cobrássemos do deputado federal Reginaldo Lopes, pois ele está ligado diretamente ao caso. Para a companheirada que quiser mandar emils o endereço é: dep.reginaldolopes@camara.gov.br
Vamos lá pessoal vamos cobrar aos responsáveis uma solução, afinal trabalham para nós e que podem também nos ajudar.

Anônimo disse...

Acho que o principal canal de comunicação com o servidores é a internet, principalmente no interior.
Mas não vejo muitas publicações no site do Sindute, ou quando ocorrem, são demoradas.
Se o principal veículo na internet é este blog, ele deveria ser mais divulgado.

Anônimo disse...

Beatriz, gostei muito das sugestões do companheiro Pedro Paulo, de Governador Valadares. São ações de um protesto inteligente e pode ser uma saída. Sei que está recebendo mensagens de desabafo todos os dias, mas gostaria de compartilhar com o sindicato mais um. Vivo momentos de muita dificuldade financeira porque, por mais que seja triste,essa migalha que ganhamos do estado, faz falta quando não a recebemos; principalmente para mulheres casadas e mães, como é o meu caso.Mas, o que mais me entristece, é ver que somos nada, ninguém, para um governo que não dá crédito para a educação que ele mesmo oferece. Nunca me senti tão desvalorizada como pessoa e como profissional. A Secretaria de Educação não tem conhecimento da formação de quem ela emprega? Não achei meu diploma no lixo, assim como meus companheiros de profissão. Estou cursando , sem o mínimo de ânimo e motivação, uma pós graduação que não sei daqui quantos anos será reconhecida. A vontade que dá é de desistir de tudo e procurar outra profissão que cause menos angústia; mas aí a gente esbarra no comodismo, no fato de ser concursada há muitos anos e na esperança em dias melhores que, ingenuamente, insistimos em ter. Essa esperança está contida na confiança que deposito no sindicato. Tenho esperança que as reinvidicações dessa luta sejam apreciadas por um juíz sério que nos dê razão, que reconheça a grandeza da nossa missão como educador e que desbanque a injustiça, a maldade, a irresponsabilidade, os interesses escusos e a ditadura desse governo Anastasia/Ana Lúcia Gazolla/Renata Vilhena. Abraço!

Anônimo disse...

Gostaria de saber qual foi a posição dos deputados da comissão tripartite quando o governo apresentou essa tabela vergonhosa.

Anônimo disse...

COLEGAS, até o AMÉRICA está mostrando que NÃO ESTÁ MORTO. Está na LANTERNA do CAMPEONATO BRASILEIRO, mas ganhou hoje do LÍDER CORÍNTHIANS. Pois bem, nós professores também sairemos da "lanterna" e ganharemos do (DES)Governo, porque a LEI nos favorece.
FORÇA NA LUTA ATÉ A VITÓRIA!
DIA 10 VEM POR AÍ!
COLEGAS, não vamos entregar os PONTOS!
VOU BATER O MARTELO: - 2011 foi a ÚLTIMA VEZ em que o ESTADO nos fez de IDIOTAS.
*NÃO HAVERÁ OUTRA
*NÃO HAVERÁ OUTRA
*NÃO HAVERÁ OUTRA

LMBASTOS disse...

“Sem o pó para o meio dia.”

Nunca um ditado popular fez tanto sentido em minha vida nestas últimas horas. O fato se deve ao motivo de uma consulta em meu contracheque estadual. Estava em São João da Figueira dando minhas aulas, mas após consultar, pela Internet, meu salário, fiquei “desconectada”, exatamente 175,00 R$. Compreendi, verdadeiramente, o que significa trabalhar por amor...mas, neste caso, significando sem ter como saudar minhas contas do mês e reduzir ainda mais as despesas para evitar que um verdadeiro caos se instale em minha vida.
Durante a semana passada e início desta, devido às chuvas, a maneira para chegar até à escola foi de taxi, ou seja, sem receber e ainda pagando para trabalhar. Na volta, o ditado popular mais uma vez se encaixou no horário, pois sem transporte, vínhamos de lá a pé por volta de 11h30min e, a propósito, são 15 km de estrada de chão.
Trabalhar na educação tem sido uma frustração para os professores e outros segmentos que sonham, há muito, com a valorização que nunca vem. Os sonhos de anos, os projetos que almejamos de melhorias que nunca acontece. É uma ilusão. É uma derrota. E olha que para eu dizer isto, significa mesmo desilusão sem consolo, uma vez que ser professora sempre foi um sonho desde a infância. Acredito que eu nasci para estar numa sala, com alunos querendo, assim como eu, aprender todo dia, ainda assim este último não tem se realizado, pois os alunos não têm tanta sede de aprender como um dia já tivemos.
Trabalhar por amor é ótimo, mas também precisamos cuidar da nossa vida, de nossa saúde, de nossa alimentação, vestuário, dar uma vida digna aos nossos filhos, alimentá-los adequadamente, comprar o que eles necessitam, e eles, sendo crianças, necessitam diariamente de tudo, acredito eu que, nossa obrigação é prover do que seja necessário na infância dos mesmos. Mas como professores que somos, está ficando difícil; tem sido uma tarefa árdua. A falta de respeito para conosco é imensa, somos sucateados todos os dias.
Para um profissional que estudou, se preparou e se prepara para estar em sala todos os dias é fator de desilusão e, emocionalmente, estamos altamente prejudicados. A tranquilidade, a força e a coragem devem ser nossas principais armas para continuarmos na luta e não desistirmos de tudo, na pior das hipóteses, cumprirmos tecnicamente nosso compromisso, sem nos envolvermos tanto, fazermos teatro, fingirmos que tudo está bem. Entrarmos e sairmos da escola frios, sem aquele sentimento de missão cumprida, de valorização de nós mesmos e dos nossos alunos.
Agora, é esperar mais um mês passar, e ele, com certeza, vai demorar, esperando um décimo terceiro salário ou, quem sabe um prêmio por produtividade ou....ou.... De novo o sonho que insiste em continuar apesar de tantas adversidades...
É isto aí, e para encerrar, o ditado popular realmente se encaixa, pois pelo visto não será falta só do “pó”, mas de tudo e nem só para o meio dia, mas para o resto dos dias, até que um milagre venha a nos salvar nesta grandiosa e gloriosa missão de educar e formar cidadãos competentes para atuarem na sociedade respeitando e valorizando o próximo e aos trabalhadores desta nação brasileira.
Laura M.Bastos

LMBASTOS disse...

“Sem o pó para o meio dia.”

Nunca um ditado popular fez tanto sentido em minha vida nestas últimas horas. O fato se deve ao motivo de uma consulta em meu contracheque estadual. Estava em São João da Figueira dando minhas aulas, mas após consultar, pela Internet, meu salário, fiquei “desconectada”, exatamente 175,00 R$. Compreendi, verdadeiramente, o que significa trabalhar por amor...mas, neste caso, significando sem ter como saudar minhas contas do mês e reduzir ainda mais as despesas para evitar que um verdadeiro caos se instale em minha vida.
Durante a semana passada e início desta, devido às chuvas, a maneira para chegar até à escola foi de taxi, ou seja, sem receber e ainda pagando para trabalhar. Na volta, o ditado popular mais uma vez se encaixou no horário, pois sem transporte, vínhamos de lá a pé por volta de 11h30min e, a propósito, são 15 km de estrada de chão.
Trabalhar na educação tem sido uma frustração para os professores e outros segmentos que sonham, há muito, com a valorização que nunca vem. Os sonhos de anos, os projetos que almejamos de melhorias que nunca acontece. É uma ilusão. É uma derrota. E olha que para eu dizer isto, significa mesmo desilusão sem consolo, uma vez que ser professora sempre foi um sonho desde a infância. Acredito que eu nasci para estar numa sala, com alunos querendo, assim como eu, aprender todo dia, ainda assim este último não tem se realizado, pois os alunos não têm tanta sede de aprender como um dia já tivemos.
Trabalhar por amor é ótimo, mas também precisamos cuidar da nossa vida, de nossa saúde, de nossa alimentação, vestuário, dar uma vida digna aos nossos filhos, alimentá-los adequadamente, comprar o que eles necessitam, e eles, sendo crianças, necessitam diariamente de tudo, acredito eu que, nossa obrigação é prover do que seja necessário na infância dos mesmos. Mas como professores que somos, está ficando difícil; tem sido uma tarefa árdua. A falta de respeito para conosco é imensa, somos sucateados todos os dias.
Para um profissional que estudou, se preparou e se prepara para estar em sala todos os dias é fator de desilusão e, emocionalmente, estamos altamente prejudicados. A tranquilidade, a força e a coragem devem ser nossas principais armas para continuarmos na luta e não desistirmos de tudo, na pior das hipóteses, cumprirmos tecnicamente nosso compromisso, sem nos envolvermos tanto, fazermos teatro, fingirmos que tudo está bem. Entrarmos e sairmos da escola frios, sem aquele sentimento de missão cumprida, de valorização de nós mesmos e dos nossos alunos.
Agora, é esperar mais um mês passar, e ele, com certeza, vai demorar, esperando um décimo terceiro salário ou, quem sabe um prêmio por produtividade ou....ou.... De novo o sonho que insiste em continuar apesar de tantas adversidades...
É isto aí, e para encerrar, o ditado popular realmente se encaixa, pois pelo visto não será falta só do “pó”, mas de tudo e nem só para o meio dia, mas para o resto dos dias, até que um milagre venha a nos salvar nesta grandiosa e gloriosa missão de educar e formar cidadãos competentes para atuarem na sociedade respeitando e valorizando o próximo e aos trabalhadores desta nação brasileira.
Laura M.Bastos

Anônimo disse...

Bia, sou seu fã, sei que existe muita desconfiança, mas nessa hora é difícil segurar a tristeza e a incerteza de todos. Que vê seu salário ser reduzido (o que é inconstitucional) e tem essa proposta nojenta empurrada goela abaixo. Temos que mudar esse quadro já, acho que Paralisar todos os trabalhos seria muito complicado, porque tem muita gente sem salario há um tempo que precisa receber. Mas que deveríamos mobilizar para que este ano só termine depois que tudo for definido de maneira correta. e tem mais Bia, cuidado com a artimanha do governo em protelar essa decisão, porque daqui a pouco os deputados entram em recesso e ai 2012 começará com nossos salários reduzidos e sem piso!!!

Leonardo disse...

O jeito é retomar a greve. Somente desta forma as pessoas terão consciência das atitudes do sr. Desgovernador e da Secretária Renata Vilhena, pessoas totalmente despreparadas para gerir um Estado.

siibelin disse...

Vejo muitos a reclamar e poucos a agir. Por que não agir mais e falar e reclamar menos? Creio que assim, unidos, poderíamos ter mais sucesso em qualquer negociação.

MARIA CLARA disse...

Cara Beatriz,
Sou sindicalizada há 15 anos. Acredito no sindicato e faço parte dele.
Confio na equipe de coordenação.
Sou do sul de Minas e me envergonho por não ter participado da greve de 2011. As escolas daqui não aderiram.
Acredito que a greve ainda é a melhor forma de reinvidicação e luta.Participei do movimento me mantendo informada, mandando e mails a toda comunidade escolar.
faço o possível para conscientizar colegas, pais e alunos.
Faço parte dessa luta! Estou com vocês! Acredito e agradeço.
Maria Clara - São Lourenço

Vanderlei - BH disse...

Estou indignado e envergonhado com os erros de ortografia e pontuação do comentário enviado ao seu blog presente no segundo parágrafo. Como um(a) professor(a) tem coragem de enviar uma crítica para um blog de convívio de educadores sem uma revisão decente de seu texto. Temos demasiado número de pessoas a nos criticar, então não precisamos que um(a) professor(a) despreparado(a) encha de munição a arma de quem nos fere. Por favor, antes de criticar o cisco no olho do sindicato, verifique a trave que está na sua escrita.

Anônimo disse...

Bia,
apesar de você informar que as orientações foram repassadas às subsedes, ate´hoje nossas escolas ainda não recebeam a convocação para a paralisação do dia 10/11, nem maiores esclarecimentos sobre a suspensão da reposição...

tá todo mundo inseguro...

e temos colegas que não participaram dos 112 dias, que agora estão dispostos a parar...

Maria Aparecida Araújo disse...

Olá, Beatriz!
Sou professora em M. Claros e gostaria de uma orientação em relação a uma situação que, creio eu, está sendo vivenciada por muitos professores que estavam de férias-prêmio no período de greve. No meu caso, só aderi à greve a partir de 1º de agosto e assim permaneci até o final do movimento. As minhas férias-prêmio compreenderam o período de 14 de maio a 14 de junho. Mediante publicação, afastei-me no período previsto e dois substitutos entraram no meu lugar, pois tenho 02 cargos. Agora, a direção da escola me convoca a repor o período que compreende as minhas férias-prêmio que, a meu ver, não é da minha responsabilidade e por isso, não me interesso em repor. Disseram que terei que assinar uma declaração confirmando o meu posicionamento e que poderei receber até uma punição ( que ninguém sabe qual é ). Neguei-me a assinar qualquer coisa que possa me comprometer, pois penso que não tenho nenhuma responsabilidade em repor um período que não é da minha responsabilidade, já que estava afastada legalmente. Por favor, aguardo orientações a respeito. Desde já, obrigada.

Alan Abreu disse...

Olá Beatriz, há 2 dias fiz um comentário à respeito da pressão que vocês estao fazendo para a dispensa dos designados pela resoluçao 1905/2011. Queria que o meu comentário fosse ao menos respondido por vsa excelência. Pois irei fazer o concurso da educação e gostaria que pelo menos que as "LIDERANÇAS SINDICAIS" tivessem respeito conosco, futuros professores concursados e futuros representados por essa instituição que chama de sindicato "Sind_UTE".

Aguardo pelo menos a resposta, não precisa nem de publicar se não quiser.

westerley disse...

Olá Beatriz,
Só para saber se está havendo algum problema no envio de minhas mensagens. Você recebeu duas análises que enviei? (Uma reflexão muito séria e UMA AVALIAÇÃO POLÍTICA DOS NOSSOS ERROS)
(autocrítica).

Responda se recebeu por gentileza!

Outra dúvida. Ficou combinado na penultima reunião do comando que iriamos enviar uma carta aos alunos e pais. O que Houve? Não seria um bom momento agora?
Abraço!

Janethe de O. Sanches disse...

Beatriz, concordo com o Pedro paulo.Já queimamos bastante o governo, mas precisamos extratégias inteligentes para continuarmos este trabalho, penso que no momento, não podemos ter atitudes que venham provocar antipatia. Temos além do alunado e família, temos a internet, Precisamos articular para derrubar este governo.

kelsen André disse...

Ola Bia, aqui quem escreve é Kélsen. Estivemos juntos no Sind-ute quando o governo afirmava que não faria concurso para as áreas de Filosofia (a qual defendo e atuo), sociologia e ensino religioso. Pois bem, a Assembleia Legislativa ofereceu um curso de formação politica para professores e mto dos palestrantes enfocaram o ponto jurídico na atual batalha sindical. Um deles, inclusive, ex ministro, se ofereceu para contribuir, não creio que tenha sido demagogia. Perceber que as batalhas sindicais hoje se dão mais no campo jurídico do que na mobilização de milhares na rua é algo a ser observado.

Mas, pensando em estratégias, eu vou desde a ataques bombas, atentado contra deputados e governador, sequestro; a greve fria. Pensando mais nestas do que nas outras, embora acho que as vezes falta uns coquetéis molotov, umas ações mais extremistas para que sejamos minimamente, se nao respeitados, temidos. Aos meus olhos não somos nem temidos, nem respeitados, por isso se brinca tanto conosco.

Mas pensando de forma mais pacifica, creio que a não aplicação das provas do governo é uma medida. Aulas de 30 minutos é outra. Nenhuma categoria vai para o confronto contra o governo, porque mesmo vitoriosos a sensação é de derrota. O embate deve se dar em outros fóruns e precisamos construir e articular essa ação de desconstrução. Na greve um professor se liga a outro, movimentam juntos, sejam da mesma escola ou não. O sindicato pode propor essa articulação solidária entre as escolas próximas. Caso precise, eu ajudo na elaboração das estratégias e das ações a serem desenvolvidas.
Eu me assustei quando fui em 2009 conversar com a inspetora e vi "todas" as diretoras da metropolitana B juntas. Desses encontros semanais nasce coesão, orientações, jurisprudências. Nós não temos isso e precisamos consolidar- mediante eventos esportivos, uma escola contra a outra, gincanas, algo que diminua a disputa e aumente e amplifique a solidariedade. Não podemos perder de vista que isso é politico, e se não se faz necessariamente partidário, tem que ser radical ( ir as raízes) e ter claro os nomes daqueles nos quais não votamos enquanto classe e fazemos campanha para que nossos alunos não votem também. Isso pode ser mais efetivo e para tanto o sindicato precisa de marcar uma posição. Não precisa dizer: votamos em Rogério Correa, mas tem que ser: não votamos no Gustavo Valadades, no Eros "Biônico" e tantos outros. Podemos e temos condições de diminuir o numero de votos deles e até mesmo os inutilizar, que seja um por região, escolhido a dedo para fazer confronto de força. O que não pode é essa gente dizer para nós depois de 14 horas de espera que não precisam do voto dos professores e se reelegerem. Bom, falei demais, mas pontuando:
1-precisamos que os professores se falem, isto implica desde a criação de espaços virtuais quanto físicos.
2- postulo cada vez mais temerário conduzir a categoria para o enfrentamento de peito aberto; nenhuma categoria faz isso, nem as mais aparelhadas para tanto, seja juridicamente (magistrados), seja militarmente (policia). Esta ingenuidade precisa ser corrigida. 3-Vamos fazer greve sem sair do nosso espaço de atuação, especificamente a sala de aula, mais localmente a escola, mais regionalmente o bairro. O impacto dessa ação, embora demorado pode ser mais exitoso. Imagina se nós da região de Ibirité façamos oposição sistemática aos Pinheiros? Lá é o colégio eleitoral dele. Lá ele precisa de ouvir e na medida do possível atender as solicitações dos seus eleitores. Estenda essa ação para Curvelo, São Gotardo, cada localidade de Minas. Atuando dentro da sala de aula, mas sabendo que a sala é o mundo, é Minas, é o Brasil, é o Japão e o Haiti podemos mais. Sem mencionar que evita os cortes de ponto e a contratação de substitutos.

bjs e espero que a gente vá se falando. Todos nós e as muitas vozes pensantes que não chegam até o sindicato, mas atua brilhantemente em sua sala do mundo.

kelsen André disse...

Ola Bia, aqui quem escreve é Kélsen. Estivemos juntos no Sind-ute quando o governo afirmava que não faria concurso para as áreas de Filosofia (a qual defendo e atuo), sociologia e ensino religioso. Pois bem, a Assembleia Legislativa ofereceu um curso de formação politica para professores e mto dos palestrantes enfocaram o ponto jurídico na atual batalha sindical. Um deles, inclusive, ex ministro, se ofereceu para contribuir, não creio que tenha sido demagogia. Perceber que as batalhas sindicais hoje se dão mais no campo jurídico do que na mobilização de milhares na rua é algo a ser observado.

Mas, pensando em estratégias, eu vou desde a ataques bombas, atentado contra deputados e governador, sequestro; a greve fria. Pensando mais nestas do que nas outras, embora acho que as vezes falta uns coquetéis molotov, umas ações mais extremistas para que sejamos minimamente, se nao respeitados, temidos. Aos meus olhos não somos nem temidos, nem respeitados, por isso se brinca tanto conosco.

Mas pensando de forma mais pacifica, creio que a não aplicação das provas do governo é uma medida. Aulas de 30 minutos é outra. Nenhuma categoria vai para o confronto contra o governo, porque mesmo vitoriosos a sensação é de derrota. O embate deve se dar em outros fóruns e precisamos construir e articular essa ação de desconstrução. Na greve um professor se liga a outro, movimentam juntos, sejam da mesma escola ou não. O sindicato pode propor essa articulação solidária entre as escolas próximas. Caso precise, eu ajudo na elaboração das estratégias e das ações a serem desenvolvidas.
Eu me assustei quando fui em 2009 conversar com a inspetora e vi "todas" as diretoras da metropolitana B juntas. Desses encontros semanais nasce coesão, orientações, jurisprudências. Nós não temos isso e precisamos consolidar- mediante eventos esportivos, uma escola contra a outra, gincanas, algo que diminua a disputa e aumente e amplifique a solidariedade. Não podemos perder de vista que isso é politico, e se não se faz necessariamente partidário, tem que ser radical ( ir as raízes) e ter claro os nomes daqueles nos quais não votamos enquanto classe e fazemos campanha para que nossos alunos não votem também. Isso pode ser mais efetivo e para tanto o sindicato precisa de marcar uma posição. Não precisa dizer: votamos em Rogério Correa, mas tem que ser: não votamos no Gustavo Valadades, no Eros "Biônico" e tantos outros. Podemos e temos condições de diminuir o numero de votos deles e até mesmo os inutilizar, que seja um por região, escolhido a dedo para fazer confronto de força. O que não pode é essa gente dizer para nós depois de 14 horas de espera que não precisam do voto dos professores e se reelegerem. Bom, falei demais, mas pontuando:
1-precisamos que os professores se falem, isto implica desde a criação de espaços virtuais quanto físicos.
2- postulo cada vez mais temerário conduzir a categoria para o enfrentamento de peito aberto; nenhuma categoria faz isso, nem as mais aparelhadas para tanto, seja juridicamente (magistrados), seja militarmente (policia). Esta ingenuidade precisa ser corrigida. 3-Vamos fazer greve sem sair do nosso espaço de atuação, especificamente a sala de aula, mais localmente a escola, mais regionalmente o bairro. O impacto dessa ação, embora demorado pode ser mais exitoso. Imagina se nós da região de Ibirité façamos oposição sistemática aos Pinheiros? Lá é o colégio eleitoral dele. Lá ele precisa de ouvir e na medida do possível atender as solicitações dos seus eleitores. Estenda essa ação para Curvelo, São Gotardo, cada localidade de Minas. Atuando dentro da sala de aula, mas sabendo que a sala é o mundo, é Minas, é o Brasil, é o Japão e o Haiti podemos mais. Sem mencionar que evita os cortes de ponto e a contratação de substitutos.

bjs e espero que a gente vá se falando. Todos nós e as muitas vozes pensantes que não chegam até o sindicato, mas atua brilhantemente em sua sala do mundo.

Anônimo disse...

Pedro Paulo G. Teixeira, você não é de luta. Não existe manifestação em silêncio. Você é exatamente o que o governo espera que sejamos todos: fracos, cansados, sem esperança. Vai manifestar aos sábados para quem?. Se não for no grito e na raça não conseguiremos nada. Temos que parar tudo e sermos vistos.As pessoas precisam saber o que acontece na educação de Minas. O governo só se abala quando estamos na mídia. Se fizermos o que você propõe aí sim, podemos desistir de lutar. Não desanime, Levante a cabeça e lutemos pelo futuro de nossos filhos e familiares.

Anônimo disse...

O governo apertou o cerco e nós de fato estamos desgastados, mas não derrotados(as).É preciso criar estratégias para atingir a gestão do governo como denúncias de suas mazelas administrativas juntamente com os outros sindicatos do funcionalismo: o déficit mineiro é real?Onde está o dinheiro de Minas que tanto arrecada:IPVA,ICMS,CEMIG (Sindifisco e sindieletro)),A saúde mineira está doente?(Sindsaúde)e a segurança e apuração dos crimes como está?(Sindipol) .Vamos usar horário na TV,out-door,rádios alternativas,jornais dos movimentos sociais,panfletos,youtube,e rede sociais, blogs e etc. Não podemos tentar fazer greve agora porque infelizmente estamos empobrecidos e não temos condições de sobreviver sem pagamento e poderemos de fato ser demitidos pelo governador facista.Temos que repensar o combate e retomar a luta logo no início do ano.Agora é tentar fechar um acordo garantindo opiso e a tabela alternativa,para depois centrarmos fogo no governo exigindo novo reposicionamento,e entrar com ações judiciais se necessário for.

Anônimo disse...

Muita forçaa!! Confiamos no sindicato e em vc.Sabemos que a luta é dura. Mas vamos conseguir!

Anônimo disse...

Parabens Paulo concordo plenamente com vc esse governo é inatigivel com a questão da greve ele se sente ebm confortavel pois foi ele com mais de 75% do votos a greve não ati ideias e sua opinião é muito válida pois num estado rico, os professores estão sendo humilhados e alvo de piadas na sociedade com greves que não resolve o nosso problema mas simaumenta a angustia e ansiedade além do odio de alunos e pais, sejamos politicos dentro da sala de aula para derrubar esse governo , e agora eu pergunto se o Piso é lei FEderal por que o governo federal não pune Minas, ora as vesperas de uma copa do mundo seria muito ruim não é entao pagamos o preço com humilhação e a falta de aumento salarial até 2012, estamos indo contra mão ´pois greve não atinge o governo. E os pro fessores que estão no subsidio não fazem parte da categoria , Beatriz vc so fala dos colegas que stã no piso ? E não nos dados concretos de quantos estão no piso ou subsidio ? e por que so no final do governo e no inicio desse o sindicato se mobilizou ? Esse governo é herança de mais de 20 anos é greve nao os atingiu no passado , O subsidio hoje é chance de se ganhar um pouco melhor se congelar onde estará o sindicato a lei do piso é par a todos . Pedro Parabens precisamos fazer o movimento na sala de aula pois mas 850 municipios bem trabalhados em cada sala de aula mudará essa herança e desertará os futuros herdeiro.

Neuzeni Carvalho Lopes disse...

Beatriz, tenho uma proposta porque não fazermos a chamada greve tartaruga com 40 min rm vez de 50 e 30 em vez de 40. Estaríamos na escola mas manifestando nosso desagrado ao Governador.
Neuza BH

PAULO DINALI JUIZ DE FORA disse...

beatriz o sindicato tem minha total confiança. quem faz os comentarios negativos são covardes mediocres que não participam do movimento, portanto não sabem como as coisas funcionam estes ainda acreditam em papai noel,digo, no anastasia.
por favor ignore esses mediocres e continue me representando e muitos outros q sei confiam em vcs.

abraço e força na luta!

PAULO DINALI JUIZ DE FORA disse...

mania q esse povo tem de ficar preocupado com pai e aluno. não estou aq pra fazer caridade sou profissional e muito bom no q faço por isso mereço ser bem remunerado. nunca vi um medico ou um advogado fazer caridade.eu vendo meu trabalho quer comprar pague bem. temos q parar de dar uma de bons samaritanos temos q pensar grande e recebermos a altura de nossa formação. abrços e força na luta!

PAULO DINALI JUIZ DE FORA disse...

beatriz o sindicato tem minha total confiança. quem faz os comentarios negativos são covardes mediocres que não participam do movimento, portanto não sabem como as coisas funcionam estes ainda acreditam em papai noel,digo, no anastasia.
por favor ignore esses mediocres e continue me representando e muitos outros q sei confiam em vcs.

abraço e força na luta!

kaka disse...

concordo com o Pedro Paulo de valadares.

Anônimo disse...

Olá Beatriz. É lamentável termos constatar que ainda temos na categortia pessoas que não querem enchergar a nossa dura realidade. Sofremos hoje as consequências das ações do governo do PSDB e seus aliados. Essa gente que nos governa há dez anos é má, covarde,DISSUMULADOS, MENTIROSOS,não tem compromisso com qualquer melhoria em nossos salários, ao contrário tudo que fazem é na tentativa de reduzí-lo ainda mais.Defendem o estado mínimo, reduzindo minvestimentos sociais. Para eles tem que sobrar dinheiro para as obras pois estas rendem muito mais em todos os sentidos. Estamos enfrentando um governo com práticas FACISTAS, NAZISTAS, ANTIDEMOCRÁTICAS.Se acham acima da Lei ao não querer cumprir em MG uma Lei FederaL. eLES TEM O CONTROLE DOS Deputados, Mídia e o apoio dos grandes empresários deste Estado, a quem servem há muito tempo. Vejam a tabela que apresentaram. Querem nos humilhar, rebaixar nossa qualidade de vida ao nos propor salários tão baixos. Na verdade as pessoas que escrevem sobre o Sindicato, desconfiando do nosso trabalho são eleitores desta gente má. Então ao invés de fazerem autocrítica,acordarem pra esta dura realidade para juntos enfrentarmos esta triste situação, preferem atacar o Sindicato e a nossa organização. Com salários baixos, há uma natural evasão das "melhores cabeças pensantes" para outros setores mais atrativos financeiramente. Assim eles pensam que vão nos dominar. Nos dividindo. Querendo baixar nossa "moral". Tentando quebrar nossa resistência.
FORÇA, SIGAMOS EM FRENTE. Nosso Lema é: A GENTE NUNCA DESISTE E NUNCA DESISTIREMOS DE LUTAR POR UMA MELHOR EDUCAÇÃO E PELA DIGNIDADE SALARIAL DA NOSSA CATEGORIA.
O PSDB e aliados passou a nível federal,(fizeram muito mal ao Brasil também) vai passar aqui em MG. o Mal é transitório. O bem vencerá.
Nós continuaremos firmes até a vitória. Gostei das sugestões do Pedro Paulo de Valadares. Precisamos discutí-las.
Sidilúcio Ribeiro Senra
Leopoldina

luiz claudio Ribeiro disse...

Beatriz(Bia)
Participei da greve desde o pirmeiro dia e nunca vi um movimento tão organizado, relamente funcionou os principios que regem a Administração, houve em todos os aspectos legalidade,impessoalidade, publicidade e eficiência no combate as mentiras governamentais,percebi matérias circulando em jornais, até então nunca visto anteriormente, não desprezando os anteriores e nem deixando de dizer que cada realidade nos permite contextualizar.Tivemos momentos impares na história dos professores,percebemos que o treinamento dos docentes ainda é primário em compararmos com os movimentos do ( MST - Partidos e etc) mas, estamos no caminho certo.Temos um sindicato comprometido com a verdade e a realidade...Acredito que Deus tem dado os diretores, funcionários, enfim todos os sindicalistas que somos nós a ter uma nova visão global da importância da união,somos um exército, mas, é preciso continuarmos na batalha e temos a maior arma em nossas mãos que é o "Conhecimento"...Podemos mudar uma nação como Martin Luther King "Eu tive um sonho"brancos e negros sentaram em Alabama juntos, mas, a história começou por causa de uma mulher...Nós somos muito e podemos mudar esta nação...Estamos na prática correta...unirmos para vencermos...Guerreiros e guerreiras estão presentes nesta batalha que não iniciou e nem acabou no dia que sentamos para reunir com o grande "Faraó" por que ele perdeu a batalha e foi engolido, acredito e tenho colocado confiança neste honrado sindicato e nunca vi tantasações judiciais fundamentas e licitas contra o governo,,,Estou honrado com o meu sindicato, faço uma camisa e digo dom honra " Eu sou professor e pertenco ao Sind-ute de MG"

Alexandre Gomes disse...

Força!! A nossa força está na nossa união. O sindicato somos todos nos juntos em todos os lugares. "Um mais um é sempre mais que dois"A força do governo é a nossa miséria e nossa divisão.
Um abraço a todos(as).
Alexadre Gomes

Anônimo disse...

Ontem, 08/11/11, no jornal da Globo, pela manhão passou a greve do Paraná, lá o ano letivo só vai terminar em abri, se tudo se resolver logo, no CEFET, fizeram greve a uns 5 anos e o ano passado foi o 1.º a terminar dentro do próprio ano, o calendário foi "empurrado" aqui em Minas onde tudo pode acontecer, pode se empurrar o calendário sim! Só não pode cortar o mísero salario dos servidores.

westerley disse...

Ao Colega Pedro Paulo. (Gov. Valadares ) e aos que concordam com sua proposta.

Pedro,

Alguns pontos de sua proposta eu concordo e já disse também e faço na minha prática em sala. Por exemplo: estou trabalhando com os alunos o Filme “Germinal” e a atividade inclui uma avaliação comparativa e longa pesquisa , debates, conclusões sobre nossa greve. Também estou em conversações via blog e Emails com vários alunos, alguns Deputados e Senadores. Quando disse em post anterior que não sabemos a força que temos, um exemplo é este.

Quanto à comunicação, a Beatriz já está reestruturando isso. Mas o ponto central de sua proposta é a questão da mobilização aos sábados e a preocupação com a opinião pública, trânsito, aulas e os alunos.
Ora! Na luta de classe, e estamos no olho do furacão de uma, as únicas forças que a classe dos trabalhadores tem, são: 1) sua força de trabalho, 2)sua capacidade de organização (inclusive de comunicação) e 3) sua capacidade de leitura crítica e política da realidade que se apresenta. ( pois é desta que saem as ações estratégicas). Esta força no conjunto é tanto maior quanto mais harmonizada elas forem.

No entanto não temos esta três forças hamonizadas ainda. Estamos em construção. O que significa que à mão, só temos mesmo a nossa força de trabalho.

Pois aí que está o problema de sua proposta! “ Então o que fazer? Penso que, coordenados pelo Sindicato, podemos fazer grandes manifestações sem comprometer os dias letivos. Podemos fazer manifestações com todos os educadores nos sábados, por exemplo”

Quando você propõe o citado acima, você acaba por minimizar, reduzir e muito os impactos da força de trabalho da categoria. Em outros termos: enfraquece a força maior que temos, pois, sem impacto para o governo e a sociedade ( inclusive pais e alunos) as mazelas da educação e de nossa realidade não aparecem, nem na mídia, nem nas estatísticas oficiais, nem no ano letivo, nem gera preocupação a ninguém, só a nós mesmos.

Pergunto: o que preocupará o governo se as aulas correrem normalmente? O que fará os pais e alunos e a sociedade se as aulas correrem normalmente? Respondo. Nada!

Esta proposta gera uma contradição lógica, física e política. Lógica e física, porque não é possível parar e caminhar ao mesmo tempo, política porque não é possível usar a única força que temos e abrir mão dela ao mesmo tempo. Logo; peço a você e ao pessoal que concordou com isso, reavaliarem a proposta.

Entendo a sua preocupação, mas numa luta todos perdem. A questão é contabilizar as perdas e danos! A única alternativa que a humanidade encontrou foi parta evitá-la foi a Democracia que pressupõe diálogo, consenso e justiça. Conceitos que o Sr. Anastásia desconhece!

Grato!

Vanderlei - BH disse...

é... realmente tá difícil de aceitar um comentário meu e não entendo qual o porquê disso. Não falei mal de você, nem do Sind-UTE. Fiz uma crítica, mas que foi de construção, não pra rebaixar. Todos os dias leio o blog. Entro nele mais de uma vez por dia, e é assim que sou respeitado. Há colegas que postam 15 comentários do mesmo assunto e é aceito. Eu escrevo 10 linhas e não é aceito. É difícil.

Vanderlei - BH disse...

P.S.: Eu confio no sindicato! Se não confiasse não seria associado.

Beatriz Cerqueira disse...

Prezado Vanderlei de BH,
postados nos blog encontrei dois comentários que já estão publicados. Peço que verifique no momento da postagem, caso tenha feito outros comentários. Infelizmente demoro um pouco para liberar os comentários em função de conciliar a agenda de trabalho com um tempo de dedicação ao blog, mas os comentários são publicados, exceto quando a pessoa pede para não publicar ou tem conteúdo ofensivo, preconceituoso, etc.
Um abraço,
Beatriz

Vanderlei - BH disse...

Só pra contextualizar. No meu comentário havia uma crítica aos colegas que escrevem nos blogs e em sites de jornais qdo saem notícias envolvendo-nos e cometem muitos erros de ortografia. Acho que escrever certo é premissa de qualquer professor, não interessa se ele não é alfabetizador ou professor de Língua Portuguesa. Ser das exatas não é atestado pra sair escrevendo errado por aí e um cidadão qualquer ler e taxar todo professor de desqualificado.

Beatriz Cerqueira disse...

Prezada Maria Aparecida,
de fato você não é obrigada a assinar qualquer documento. O nosso departamento jurídico também entendi que você não é obrigada a realizar reposição uma vez que não deve carga horária, mesmo se tratando de recomposição de calendário.
Atenciosamente,
Beatriz