sexta-feira, 1 de março de 2013

A educação mineira pede socorro

O artista é novo mas a estratégia do Governo de Minas é a mesma. Ao investir em nova campanha publicitária ele tenta dar a idéia de que a educação mineira vai bem, que os resultados alcançados em olimpíadas e IDEB demonstrariam que a sua política educacional estaria correta.

O que o Governo tenta esconder é que a educação mineira pede socorro.

Não há nenhum mecanismo de diálogo com a comunidade escolar. Ela não é ouvida em relação às demandas da escola. O diálogo é um espaço em que mais de um ator social fala e escuta. Vivemos  monólogos. Vale lembrar do projeto "Professor da família" que ficou apenas no marketing, como a maioria dos projetos lançados.

Os indicadores de acesso, permanência e qualidade da educação que não servem para a propagandas institucionais são ignorados como a falta de cerca de um milhão de vagas no ensino médio. Nao há propostas nem projetos para modificá-lo e assim garantir efetivamente acesso, permanência e qualidade.

A Secretaria de Educação estabelece sua política ignorando a realidade da categoria que está com a carreira congelada, teve seus direitos desrespeitados e nao recebeu nem o que foi prometido no subsídio. Continuamos recebendo um dos piores salários do país e o pior salário do funcionalismo estadual.

A Secretaria conseguiu piorar ainda mais a condição de trabalho do professor. A regulamentação de 1/3 de hora-atividade é tratada como mera formalidade burocrática sem qualquer discussão pedagógica e a Lei estadual ignorada. Professores dos anos iniciais têm sido obrigados a trabalhar jornada superior ao seu cargo, com a justificativa de aulas de exigência curricular.

O direito do aluno é discurso apenas quando estamos em greve porque na prática eles ficaram sem aulas por problemas na designação ou ausência de nomeação de concursados no inicio do ano letivo de 2013. Para a Secretaria podem estudar em salas superlotadas. Não progredimos com mais professores específicos nos anos iniciais mas regredimos sem a educação física e o ensino religioso.

E o Governo continua a manipulação de informações sobre a Lei 100 discursando pela "tranqüilidade" em reuniões no Palácio da Liberdade  enquanto todos sabem que o Supremo Tribunal Federal, em julgamentos semelhantes, considerou a vincularão sem concurso público inconstitucional. Brinca com a insegurança das pessoas. Sonega o entendimento que defendeu junto ao STF, bem diferente do discurso que faz à categoria. 

Ao mesmo tempo,  e silenciosamente, o número de designados nos últimos anos diminuiu em quase 10.000 e as vagas divulgadas para o concurso estão "desaparecendo". O que significa que menos pessoas estão trabalhado mais. Os assistentes técnicos enfrentam uma rotina de sobrecarga de trabalho, cobranças de resultados sem condições decentes de trabalho.
 
Por tudo isso, a educação mineira pede socorro. 

Até o momento foram varias as ações do sindicato para tentar mudar esta realidade. Mas somente as ações de cobrança da direção ou denúncias são serão suficientes. É preciso um amplo processo de mobilização e discussão na categoria cujas estratégicas foram discutidas no Conselho Geral da entidade realizado no dia 23/02. O Estado de Minas Gerais será vidraça com a Copa das Confederações e outras agendas de repercussão internacional. Será a nossa oportunidade de denunciar a condição da educação mineira e assim transformar a realidade.

Acompanhe algumas ações no início de 2013:

Denúncia dos problemas de designação:
 http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4324

http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4300

Questionamento da instituição da placa do IDEB nas escolas:

http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4339

Diálogo com estudantes e pais na primeira semana de aulas:

http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4357

Investimento na organização por local de trabalho:
http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4357

Denúncias aos meios de comunicação:
http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4325

http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4326

http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4322


Defesa do concurso público e nomeação dos concursados:

http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4307

http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4399

http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4386








52 comentários:

Anônimo disse...

nós do interior só temos meios de saber das ações pelos blogs e sites do sindute tirando jf e valadares os outros ficam tanto tempo sem noticias que as vezes penso por que querem nossa contribuição nos cobram participação nos movimentos muitos nem noticias nos dão não é o caso de você Beatriz cobrar mais ação e participação dessas filiais afinal também somos interessados .

Anônimo disse...

como querem participação em massa de uma classe num estado imenso e com um contingente de sedes de sindute que não tem interesse em participar o interior temos escolas abandonadas por todo o governo trabalho em uma onde há apenas um pavilhão junto com escola municipal que nos sede sem a menor infra estrutura também apenas uma colega se comunica com alguns amigos da cidade grande mas não consegue convencer colegas de que existe meios o sindute próximo nunca apareceu para convocar oferecer atendimento para nós.Não é hora Beatriz de você cobrar ação das filiais! Você pode colocar alguem para atualizar o blog não acha?

Anacleto disse...

O que é lamentável para todos nós é: A conclusão de que realmente, o GOVERNO DE MINAS tratou e trata atualmente a EDUCAÇÃO PÚBLICA aqui com o MAIOR DESCASO JAMAIS VISTO NA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS!!! Com isto a EDUCAÇÃO daqui PEDE SOCORROOOOO mesmooooo!!! Porque estamos vivendo um CAOS, uma CALAMIDADE PÚBLICA EDUCACIONAL jamis vista!!!
Faço algumas perguntas aqui: O que serão das nossas futuras gerações? O que será de Minas daqui ha mais uns anos nesta falta de políticas educacionais, e investimento na área da Educação? O que será de Minas, com esta falta de seriedade e ação destes governos com a Educação, onde se arrastam já dezenas de anos, quando um entra e sai do poder, e passa pro outro esta responsabilidade e nenhum assumi nada?
Acho que as trevas do saber e do conhecimento rondam em Minas já há muito tempo!!! E elas tomaram e estão tomando cada vez mais o poder aqui. O poder da ignorância, da burrice, da falta de diálogo, da incompetência, da pobreza de espírito, da violência, das mentiras, das injustiças, das inverdades, dos sofismas, das falcatruas, da corrupção, e tantos outros, que cada um de nós poderia citar aqui muito mais!!!
Olha gente!!! Só fiquem com esta mensagem para todos nós da Educação Pública do Estado: DE ONDE VIEMOS? ONDE ESTAMOS? E PARA ONDE VAMOS COM ESTA ESTA TRISTE E POBRE EDUCAÇÃO QUE NOS FOI E QUE ESTÁ SENDO HERDADA?
OBS:(Agradeço em muito Beatriz Cerqueira, de você estar como presidente do nosso Sind-UTE, e estar sempre citando, relatando, lutando com a gente e tomando todas as rédias para falar da realidade em que vive a nossa Educação; e ainda nos dar oportunidade de falarmos o que a gente pensa e senti no seu Blog!!! Com tudo isto te dou meus PARABÉNS!!!)Abraços!!! Anacleto

Anônimo disse...

Beatriz,
Poderia fazer um post sobre o confisco, por parte do governo, dos proventos sobre extensão de carga horária e exigência curricular (aulas excedentes às 16h/a). A resolução de janeiro diz que essas aulas serão pagas somente em janeiro subsequente ao ano trabalhado. Beatriz, se for isso mesmo, eu pergunto, será que não é mais uma artimanha para não pagar integralmente as aulas excedentes dadas? Algo para compensar o custo da redução da jornada???

Anônimo disse...

Precisamos também que lutem pelos professores dos anos iniciais que tiveram sua carga horária ampliada obrigatoriamente, o que não aconteceria se ele tivesse mantido os professores de Educação Física e Religiosa. A implantação de um terço da jornada fora da sala piorou a vida desses profissionais que ao invés de ter sua carga horária reduzida,sofreu ampliação de 4 horas. Esses profissionais também têm vida própria : precisam se alimentar, cuidar da saúde, dormir. A que horas o governo pensa que farão isso se praticamente todos, se quiserem sobreviver, têm que trabalhar em dois cargos?
Vê se luta por nós também sindute.

Anônimo disse...

infelizmente seu blog está sendo utilizado somente para leitura, o que é uma pena.
Se o comentários fossem publicados em tempo hábil, poderia ser mais um espaço para discussões e troca de informações.

Por exemplo, o que o SIDUTE pretende fazer agora para recuperar as perdas de 2011 sofridas pelos professores que voltaram para o vencimento básico uma vez que o piso deverá ser pago a partir de abril de 2011? Até agora o sindicato não se pronunciou e pelo menos 150 mil funcionários se encontram nessa situação.

Jane disse...

Beatriz,
Estou com uma enorme dúvida.
Segundo a lei para o recebimento do prêmio por produtividade,o professor devera trabalhar 25% dos dis letivos,pois bem estou licenciada desde 14 de agosto de 2011,por ser portadora da síndrome do túnel deTarso,já fiz a cirurgia,mas ainda não estou bem para o trabalho e tenho tendinite no braço direito,mas cumpri mais do mínimo de dias exigidos. Na escola já me avisaram que não terei direito ao prêmio por não ter trabalhado o ano todo,Isto procede?Gostaria que vc desse uma olhadinha para mim.Embora a lei no estado é só para os outros cumpri-las,menos o governo.Já mandei um email para o SEPLAG mas não obtive resposta.Obrigada Jane

Anônimo disse...

QUEREMOS AÇÕES CONCRETAS E NÃO MIDIÁTICAS.

Anônimo disse...

llrikkkkkkkkk, " conseguimos a nomeação dos concursados" Seria ridículo se não fosse hilário.

Beatriz Cerqueira disse...

Sobre a situação das professoras dos anos iniciais,
o tempo de estudo foi transformado em aumento da jornada de trabalho. Tentamos impedir isso no processo de negociação que originou a Lei Estadual 20.592/12. O que impedimos na Lei, a Secretaria de Educação impôs através de Resolução.
Como todas as tentativas de diálogo com a Secretaria falharam, vamos questionar judicialmente esta situação. Já está disponível no site do sindicato a documentação necessária. Esta informação também já foi enviada para as subsedes. Pode conferir no endereço http://www.sindutemg.org.br/novosite/conteudo.php?MENU=1&LISTA=detalhe&ID=4413
Com a Resolução SEE 2.253/13, o professor dos anos iniciais ficou sem o direito de tempo de estudo durante a sua jornada semanal de trabalho na escola. O sindicato está tentando reverter esta situação.
Espero ter esclarecido.
Abraço
Beatriz

Beatriz Cerqueira disse...

Sobre o pagamento da exensão de jornada e exigência curricular em janeiro,

a Lei Estadual 20.592 estabelece no artigo 35, parágrafo 9o. que: "O AEJ (adicional de extensão de jornada) será pago durante as férias regulamentares com base na média dos valores percebidos no ano anterior a esse título". O artigo 36, parágrafo 3o. fala do AEC(adicional de exigência curricular) que "será pago durante as férias regulamentares com base na média dos valores percebidos no ano anterior a esse título."
Isso signfica que será feita uma média de cada um destes adicionais para o pagamento TAMBÉM durante as férias. A cada mês trabalhado, o professor receberá o correspondente a cada adicional. Neste caso, precisamos ficar atentos para ver como a Secretaria de Educação calculará esta média, para que o professor não tenha prejuízos.
Espero ter esclarecido.
Abraço
Beatriz

Beatriz Cerqueira disse...

Ao colega anônimo que questionou "o que o SIDUTE pretende fazer agora para recuperar as perdas de 2011 sofridas pelos professores que voltaram para o vencimento básico uma vez que o piso deverá ser pago a partir de abril de 2011? Até agora o sindicato não se pronunciou e pelo menos 150 mil funcionários se encontram nessa situação",

faço as seguintes ponderações:
- concordo com a crítida da demora em relação aos comentários no blog.

- o sindicato já se pronunciou e já agiu em diversas frentes em relação ao Piso Salarial. Neste momento há cinco diferentes ações judiciais questionando, e portanto tentando modificar, a situação do salário em Minas Gerais: duas no STF, uma no Tribunal de Justiça de Minas Gerais, uma no Ministério Público Federal (em BH e em Brasília)e uma que é individual com a entrega da documentação do filiado,com mais de 5.000 profissionais da educação e com várias vitórias em 1a Instância. Todas estas ações foram divulgadas pela entidade através de boletins, no site, às subsedes. Desde que a Lei Estadual 19.837/11 foi sancionada, o sindicato atua para mudar o que ela impôs.
Mas para além das estratégias jurídicas, também precisamos de mobilização e várias reuniões e discussões foram feitas no início de 2013 para isso.
Espero ter esclarecido.
Um abraço
Beatriz

Beatriz Cerqueira disse...

Ao anônimo que escreveu: "llrikkkkkkkkk, conseguimos a nomeação dos concursados" Seria ridículo se não fosse hilário",

não entendo o motivo da ironia e do desrespeito. Quem está, desde dezembro, cobrando nomeação dos concursados? Aliás, a realização do concurso é resultado de pressões da categoria. Se o governo tivesse compromisso com a prática de realização de concursos públicos, não existiriam tantos contratos temporários, tantos cargos vagos e concursos públicos não entrariam nas pautas de reivinidcações do funcionalismo público estadual.
No entanto, é interesse de setores da SEE descaracterizar conquistas do sindicato, mas cada passo desta secretaria é dado acompanhando o que o sindicato fala, cobra, etc. A divulgação do início das nomeações não foi gratuito. Mas ainda temos muitos questionamentos sem resposta como a não nomeação de concursados para todos os cargos divulgados no edital.
Espero ter esclarecido.
Atenciosamente,
Beatriz

Anônimo disse...

Grande amiga Beatriz, quero lhe informar uma coisa importante sobre os filiados ao sindute. Está começando o ano e vai ter continuidade o julgamento da lei 100/2007 no STF. Em toda minha região, aqui na zona da mata, milhares de efetivos estão falando que se o sindute se posicionar a favor dos efetivados eles vão se desfiliar em massa. Isso é uma coisa séria. Milhares de efetivos estão mesmo ficando excedentes e sendo fortemente prejudicados em remoções e mudanças de lotação por causa dos efetivados e ainda estão escolhendo turmas e horários depois dos efetivados e inclusive tendo que completar seus cargos em outras escolas, enquanto os efetivados que nunca passaram em concurso algum estão com cargo completo. Realmente essa é uma situação no mínimo desumana com os efetivos. O sindute deve escolher de que lado ficar, mas, escolher com cuidado já que pode acontecer uma situação complicada para o sindute. Vejamos: Imagine se o sindute se posicione a favor dos efetivados e mesmo assim o STF venha a anular a lei 100/2007. Sabe o que vai acontecer? O sindute vai perder os efetivados pois a lei 100 sendo anulada todos eles estarão fora do magistério e com certeza deixarão de contribuir ao sindute e ainda o sindute irá perder quase todos os efetivos pois ao ficarem sabendo que o sindute se posicionou a favor dos efetivados irão se desfiliar em massa. Eu por exemplo sou efetiva e contribuo ao sindicato há 20 anos ininterruptamente, já que sou efetiva. Mas claro que não iria gostar de jeito nenhum que o meu querido sindute, ao qual sou filiada há duas décadas, defenda um profissional que está me prejudicando na escola. Portanto, Beatriz, saiba escolher de que lado ficar quando este julgamento se iniciar. Tem um ditado popular que diz que mais vale um passarinho na mão do que dois voando. Se o sindute quiser defender os efetivados, tudo bem, mas deve dizer a verdade ao STF que o governo está dando a eles toda estabilidade do mundo, que não lançou as vagas deles no concurso, que publicou férias prêmio para eles, que milhares de efetivos estão ficando excedentes nas escolas, enfim. Se quiser defender efetivados, que defenda, mas que diga a verdade ao STF tanto a favor dos efetivados quanto a favor dos efetivos. E saiba que acessando o site do STF iremos ficar sabendo na íntegra toda defesa do sindute junto ao STF...

Nilo disse...

Você abre seu post com o título "a educação mineira pede socorro". E de onde virá o socorro?

Anônimo disse...

Grande amiga Beatriz, quero lhe informar uma coisa importante sobre os filiados ao sindute. Está começando o ano e vai ter continuidade o julgamento da lei 100/2007 no STF. Em toda minha região, aqui na zona da mata, milhares de efetivos estão falando que se o sindute se posicionar a favor dos efetivados eles vão se desfiliar em massa. Isso é uma coisa séria. Milhares de efetivos estão mesmo ficando excedentes e sendo fortemente prejudicados em remoções e mudanças de lotação por causa dos efetivados e ainda estão escolhendo turmas e horários depois dos efetivados e inclusive tendo que completar seus cargos em outras escolas, enquanto os efetivados que nunca passaram em concurso algum estão com cargo completo. Realmente essa é uma situação no mínimo desumana com os efetivos. O sindute deve escolher de que lado ficar, mas, escolher com cuidado já que pode acontecer uma situação complicada para o sindute. Vejamos: Imagine se o sindute se posicione a favor dos efetivados e mesmo assim o STF venha a anular a lei 100/2007. Sabe o que vai acontecer? O sindute vai perder os efetivados pois a lei 100 sendo anulada todos eles estarão fora do magistério e com certeza deixarão de contribuir ao sindute e ainda o sindute irá perder quase todos os efetivos pois ao ficarem sabendo que o sindute se posicionou a favor dos efetivados irão se desfiliar em massa. Eu por exemplo sou efetiva e contribuo ao sindicato há 20 anos ininterruptamente, já que sou efetiva. Mas claro que não iria gostar de jeito nenhum que o meu querido sindute, ao qual sou filiada há duas décadas, defenda um profissional que está me prejudicando na escola. Portanto, Beatriz, saiba escolher de que lado ficar quando este julgamento se iniciar. Tem um ditado popular que diz que mais vale um passarinho na mão do que dois voando. Se o sindute quiser defender os efetivados, tudo bem, mas deve dizer a verdade ao STF que o governo está dando a eles toda estabilidade do mundo, que não lançou as vagas deles no concurso, que publicou férias prêmio para eles, que milhares de efetivos estão ficando excedentes nas escolas, enfim. Se quiser defender efetivados, que defenda, mas que diga a verdade ao STF tanto a favor dos efetivados quanto a favor dos efetivos. E saiba que acessando o site do STF iremos ficar sabendo na íntegra toda defesa do sindute junto ao STF...

Anônimo disse...

Grande amiga Beatriz, quero lhe informar uma coisa importante sobre os filiados ao sindute. Está começando o ano e vai ter continuidade o julgamento da lei 100/2007 no STF. Em toda minha região, aqui na zona da mata, milhares de efetivos estão falando que se o sindute se posicionar a favor dos efetivados eles vão se desfiliar em massa. Isso é uma coisa séria. Milhares de efetivos estão mesmo ficando excedentes e sendo fortemente prejudicados em remoções e mudanças de lotação por causa dos efetivados e ainda estão escolhendo turmas e horários depois dos efetivados e inclusive tendo que completar seus cargos em outras escolas, enquanto os efetivados que nunca passaram em concurso algum estão com cargo completo. Realmente essa é uma situação no mínimo desumana com os efetivos. O sindute deve escolher de que lado ficar, mas, escolher com cuidado já que pode acontecer uma situação complicada para o sindute. Vejamos: Imagine se o sindute se posicione a favor dos efetivados e mesmo assim o STF venha a anular a lei 100/2007. Sabe o que vai acontecer? O sindute vai perder os efetivados pois a lei 100 sendo anulada todos eles estarão fora do magistério e com certeza deixarão de contribuir ao sindute e ainda o sindute irá perder quase todos os efetivos pois ao ficarem sabendo que o sindute se posicionou a favor dos efetivados irão se desfiliar em massa. Eu por exemplo sou efetiva e contribuo ao sindicato há 20 anos ininterruptamente, já que sou efetiva. Mas claro que não iria gostar de jeito nenhum que o meu querido sindute, ao qual sou filiada há duas décadas, defenda um profissional que está me prejudicando na escola. Portanto, Beatriz, saiba escolher de que lado ficar quando este julgamento se iniciar. Tem um ditado popular que diz que mais vale um passarinho na mão do que dois voando. Se o sindute quiser defender os efetivados, tudo bem, mas deve dizer a verdade ao STF que o governo está dando a eles toda estabilidade do mundo, que não lançou as vagas deles no concurso, que publicou férias prêmio para eles, que milhares de efetivos estão ficando excedentes nas escolas, enfim. Se quiser defender efetivados, que defenda, mas que diga a verdade ao STF tanto a favor dos efetivados quanto a favor dos efetivos. E saiba que acessando o site do STF iremos ficar sabendo na íntegra toda defesa do sindute junto ao STF...

Anônimo disse...

Tenho 17 anos de magistério sou efetiva e filiada durante todo este tempo. Sou de Juiz de Fora e eu e milhares de outros efetivos que estamos prejudicados por causa da lei 100 estamos esperando qual vai ser o posicionamento do sindicato no processo da lei 100 no STF. Caso o sindicato se posicione a favor dos efetivados fora da lei, nós efetivos vamos nos desfiliar em massa. Desculpe Beatriz mas não é questão de egoísmo mas de sobrevivência pois estamos excedentes e lecionando em escolas em outros bairros distantes da nossa casa enquanto o governo usa os efetivados contra nós. E se ainda assim o sindute ficar do lado do governo no julgamento vai ser demais. O governo usa os efetivados e a lei 100 para nos castigar e dividir. Logo esta lei tem que acabar e abrir concurso e pronto. Espero uma participação coerente do sindute no julgamento.Caso contrário haverá uma desfiliação em massa.

Anônimo disse...

Grande amiga Beatriz, quero lhe informar uma coisa importante sobre os filiados ao sindute. Está começando o ano e vai ter continuidade o julgamento da lei 100/2007 no STF. Em toda minha região, aqui na zona da mata, milhares de efetivos estão falando que se o sindute se posicionar a favor dos efetivados eles vão se desfiliar em massa. Isso é uma coisa séria. Milhares de efetivos estão mesmo ficando excedentes e sendo fortemente prejudicados em remoções e mudanças de lotação por causa dos efetivados e ainda estão escolhendo turmas e horários depois dos efetivados e inclusive tendo que completar seus cargos em outras escolas, enquanto os efetivados que nunca passaram em concurso algum estão com cargo completo. Realmente essa é uma situação no mínimo desumana com os efetivos. O sindute deve escolher de que lado ficar, mas, escolher com cuidado já que pode acontecer uma situação complicada para o sindute. Vejamos: Imagine se o sindute se posicione a favor dos efetivados e mesmo assim o STF venha a anular a lei 100/2007. Sabe o que vai acontecer? O sindute vai perder os efetivados pois a lei 100 sendo anulada todos eles estarão fora do magistério e com certeza deixarão de contribuir ao sindute e ainda o sindute irá perder quase todos os efetivos pois ao ficarem sabendo que o sindute se posicionou a favor dos efetivados irão se desfiliar em massa. Eu por exemplo sou efetiva e contribuo ao sindicato há 20 anos ininterruptamente, já que sou efetiva. Mas claro que não iria gostar de jeito nenhum que o meu querido sindute, ao qual sou filiada há duas décadas, defenda um profissional que está me prejudicando na escola. Portanto, Beatriz, saiba escolher de que lado ficar quando este julgamento se iniciar. Tem um ditado popular que diz que mais vale um passarinho na mão do que dois voando. Se o sindute quiser defender os efetivados, tudo bem, mas deve dizer a verdade ao STF que o governo está dando a eles toda estabilidade do mundo, que não lançou as vagas deles no concurso, que publicou férias prêmio para eles, que milhares de efetivos estão ficando excedentes nas escolas, enfim. Se quiser defender efetivados, que defenda, mas que diga a verdade ao STF tanto a favor dos efetivados quanto a favor dos efetivos. E saiba que acessando o site do STF iremos ficar sabendo na íntegra toda defesa do sindute junto ao STF...

Tarja Preta disse...

Bia, essa ideia não é minha, é de uma amiga professora: deflagrar a greve branca, para reivindicar a revogação da Resolução SEE 2.253/13, e consequentemente, a nomeação de docentes para o Ensino Religioso e Ed. Física nos anos iniciais, revogar o artigo 36, parágrafo 3o. e o artigo 35, parágrafo 9o da Lei Estadual 20.592, e reivindicar demais direitos desrespeitados. Como seria a greve branca? Os docentes se ocupariam somente de ministrar aulas, e fariam um boicote aos serviços essenciais: boicotariam as reuniões do PIP (ninguém participa), inclusive os Conselhos de Classe e Planejamentos também seriam boicotados. Boicotariam a elaboração do PGDI e recusariam a participar do processo de ADI. Boicotariam também as secretarias das escolas, não passariam registros de notas e frequência. Recusa em lançar resultados do PAAE. A desobediência dentro das unidades de exercício é a ideia. Somente com aulas (respeitando a CH dos alunos). Seria um processo de mobilização efetivo, um mecanismo de pressão e desestabilizaria o governo. Os professores não ficariam totalmente com a folha de pagamento cortada - com certeza o governo em retaliação deduziria as ausências das reuniões e o terço extraclasse -, a opinião pública não seria negativa em relação ao professorado mineiro, os alunos não sairiam no prejuízo, o sindicato resgataria sua credibilidade junto à categoria, surpreendendo o governo. Pense nessa articulação. Analisando parece viável e diferente de tudo o que já foi e está sendo feito. Grata pela atenção. Não há necessidade de publicar meu post, somente amadurecer a ideia.

Anônimo disse...

Beatriz, me explica...
a carga horária do professor dos anos iniciais passou agora para 30 h, isso que dizer, que o professor com dois cargos irá trabalhar 60 horas. A legislação permite essa carga horária?
Aguardo resposta!
Muito obrigada!

Beatriz Cerqueira disse...

Prezada Jane, a respeito do prêmio por produtividade,

A Lei Estadual 17.600/2008 disciplina o acordo de resultados e o premio por produtividqade. De acordo com o artigo 24, os requisitos que o servidor deve atender para fazer jus ao recebimento do premio, são:
 
 
Art. 24. Farão jus ao Prêmio por Produtividade os servidores em atividade, ocupantes de cargo de provimento efetivo ou de provimento em comissão ou detentores de função pública de que trata a Lei n° 10.254, de 20 de julho de 1990, inclusive os dirigentes de órgãos e entidades e seus respectivos adjuntos e vices, que no período de referência estiveram em efetivo exercício, nos termos de ato formal, em órgão ou entidade com Acordo de Resultados vigente, por período mínimo definido em regulamento:

(Caput com redação dada pelo art. 30 da Lei nº 19.553, de 9/8/2011.)

I - esteve em efetivo exercício, nos termos de ato formal, por período mínimo definido em regulamento; e

II - (Revogado pelo art. 8º da Lei nº 18.017, de 8/1/2009.)

Dispositivo revogado:

“II - obteve, na avaliação de produtividade por equipe, realizada nos termos definidos em decreto, resultado igual ou superior a 70% (setenta por cento).”

§ 1º Não fará jus ao Prêmio por Produtividade o servidor designado para o exercício de função pública de que trata o art. 10 da Lei nº 10.254, de 20 de julho de 1990.

§ 2º A forma de cálculo do valor do Prêmio por Produtividade a ser percebido por cada servidor será definida em decreto e considerará, no mínimo:

I - o resultado obtido na avaliação de produtividade por equipe, nos termos definidos em decreto;

II - (Vetado);

III - os dias efetivamente trabalhados durante o período de referência.

§ 3º Para os fins do disposto no inciso III do § 2º , consideram-se efetivamente trabalhados os dias de efetivo exercício, definidos nos termos da legislação vigente, excetuados os dias de paralisação, de afastamento, de licença ou qualquer interrupção do exercício das atribuições do cargo ou da função.

O Decreto 44.873/03 veio regulamentar o periodo minimo de efetivo exercicio para a concessao do premio por produtividade:
 
Art. 34 - Fará jus ao Prêmio por Produtividade o servidor em atividade em órgão ou entidade a que se refere o art. 33, ocupante de cargo de provimento efetivo ou de provimento em comissão, ou detentor de função pública, de que trata a Lei nº 10.254, de 20 de julho de 1990, o servidor efetivado pelo art. 7º da Lei Complementar nº 100, de 5 de novembro de 2007, e o ocupante de cargo de Subsecretário de Estado.

§ 1º - Nos termos do inciso I do art. 24 da Lei nº 17.600, de 2007, para fazer jus ao Prêmio por Produtividade, o servidor deverá ter em cada período de referência o mínimo vinte e cinco por cento de dias efetivamente trabalhados.

De acordo com a legislação estadual a o servidor terá que cumprir no minimo 25% de dias efetivamente trabalhados para receber o premio por produtividade. Neste percentual você deve excluir afastamentos, licenças ou qualquer interrupção do exercício das atribuições do cargo ou da função.
Caso você tenha cumprido 25% de dias e não receba o prêmio por produtividade, faça contato com o departamento jurídico do sindicato.
Espero ter esclarecido.
Um abraço
Beatriz
 

Beatriz Cerqueira disse...

Sobre a carga horária do professor dos anos iniciais,

De acordo com o Plano de Carreira (Lei Estadual 15.293/04), a carga horária do professor da educação básica é de 24 horas. A Lei Estadual 20.592 organizou a jornada de hora-atividade, não mudou a jornada. O problema está na Secretaria de Educação que retirou os professores de educação física e ensino religioso e "jogou" a jornada de regência semanal superior as 16 horas como "exigência curricular".
Desde que a Secretaria apresentou a primeira versão do projeto de lei sobre a regulamentação de 1/3, o sindicato já alertava sobre a intenção dela era aumentar a jornada de trabalho. Na versão final do projeto que foi aprovado na Assembléia Legislativa, não houve alteração na jornada. Aí a Secretaria impôs como exigência curricular atraves de Resolução. Nao podemos aceitar este aumento de jornada e as subsedes do sindicato estão encarregadas de realizar reuniões e assembléias locais para articularmos uma mobilização que reverta esta situação.
Um abraço
Beatriz

Beatriz Cerqueira disse...

Depois de 3 anos na Coordenação do sindicato, com três campanhas salariais com suas especificidades, acredito que o "socorro" questionado por um colega virá da própria categoria. Estratégias de atuação no campo jurídico e de organização contribuem, mas reverter a situação só com mobilização e pressão.

IMAGENS AUSPICIOSAS disse...

E quem irá mobilizar a classe para pressionar o governo? Quem estará à frente? E que mobilização seria essa? Quais seriam os mecanismos de pressão?

Carlos Germano disse...

Beatriz todos os professores efetivos efetivados e designados, todos estão ansiosos para saber quando vai acontecer o julgamento da lei 100 não tem como você ver essa situação? Quanto mais rápido ela for julgada melhor para resolver essas intrigas nas escolas

Anônimo disse...

Entendo que a coisa acontece em um momento turbulento. O ano letivo já começou. Vários concursados já foram designados, e outros aguardam o julgamento da lei 100. Tudo indica, na minha opinião, que o STF julgará pela procedência do pedido. A palavra de ordem deveria ser pela não demissão dos efetivados. Se o mesmo ocorrer que seja dado um prazo para abertura de novo concurso. Cabe lembrar que o concurso é para 1 cargo. Aqueles efetivados com dois cargos concorreriam somente para um.
Após a realização desse concurso os efetivados aprovados seriam nomeados, adquirindo assim, a condição de efetivos. Entretanto a escolha de vagas deveria ocorrer seguindo a ordem de classificação do concurso. Sendo assim, muitos poderiam ir para outras escolas, lembrando que seria apenas 1 cargo.

Outra situação seria a de professores que lecionam em disciplinas para a qual não são habilitados. Creio que uma licenciatura curta, paga pelo governo, aproveitando a disciplinas cursadas por eles seria razoável. Para os professores com formação em nível médio, uma proposta seria um desvio de função, caso seja da vontade do servidor, para uma atividade dentro da escola, compatível com sua escolaridade, não esquecendo que ele deveria fazer o concurso. Caso não sejam aprovados, o vínculo em outra escola seria interessante. Os aprovados seriam absorvidos pelo sistema de previdência do estado, e os não aprovados seriam vinculados ao INSS, com o compromisso por parte do governo da quitação dos valores dos servidores ao INSS. Como muitos seriam aprovados, a quitação dos valores em atraso não seria de grande valor, acredito!

Creio que essas medidas não sejam as “melhores”, mas digamos, “menos piores”. Em uma guerra morrem inocentes também.

O que mais preocupa é a situação dos ASB ( porteiros, cantineiras, faxineiras, etc). É sabido que alguns não tem condições de serem aprovados em um concurso. A situação é triste. Muitos são pessoas humildes que ganham salários baixos, e por vezes, são massacrados pelas péssimas condições de trabalho. Sinceramente não sei qual medida poderia ser tomada.

Essa é minha opinião. Não tenho aqui a pretensão de ser o “capataz” dos efetivados, e muito menos de ser o tomador de decisões, mas tento ponderar, pois do outro lado tem servidores, como eu, que são designados e também tem família e contas a pagar. Fui aprovado no concurso, dentro das vagas, e acho que esse não é o melhor momento para as nomeações. Se eu for nomeado agora, posso ir por falta de opção, para uma escola que não atenda as minhas necessidades. Vale lembrar que o estado não dá auxílio transporte.

Anônimo disse...

È muito triste ver que o nosso salario não passa nem perto do piso.E o governo continua afirmando que paga, se você puder comente o assunto por favor Renata. Porque em cima dos vencimentos básicos tem também os benefícios que nos foram tirados. Outra coisa nas escolas federais a carga horaria é de 40 horas semanais, porem apenas 20 em sala de aula, e as outras 20 é para preparação das aulas.O que eu estou falando você pode comprovar.
O piso salarial dos professores do magistério público foi estabelecido na Lei 11.738, de 16 de julho 2008. Na ocasião, o valor era R$ 950. Com a sanção da lei, governadores de Mato Grosso do Sul, do Paraná, de Santa Catarina, do Rio Grande do Sul e do Ceará ajuizaram ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo contra dispositivos da legislação.

Em dezembro de 2008, o STF decidiu, por meio de liminar, que o piso passaria a ser pago a partir do dia 1º de janeiro de 2009. Os ministros estipularam que o piso incorporaria vantagens pecuniárias, em uma espécie de período de experiência para os estados. Isso valeria até o julgamento da Adin, que ocorreu em abril de 2011.

O piso salarial somava R$ 950, em 2009; R$ 1.024,67, em 2010; e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do Ministério da Educação. No ano passado, o valor vigente era R$ 1.451 e, a partir de fevereiro deste ano, passou para R$ 1.567.
E esses valores ainda é para ensino médio.

Anônimo disse...

Pessoal ainda tem gente que acha que a lei 100 vai acabar...

A Secretaria de Estado de Educação (SEE) publicou, no Diário Oficial do Estado, o jornal Minas Gerais, dois atos simultâneos que estabelecem a concessão de férias – prêmio para mais de seis mil profissionais da educação.ontem fez um mês. A relação das listas dos atos 255/2013 e 256/2013 foi publicada como anexo do Diário Oficial e também estão disponíveis no sítio: www.iof.mg.gov.br.
As férias-prêmio foram concedias aos servidores efetivados nos termos da Lei Complementar nº100/2007, que implementaram o interstício de cinco anos de efetivo exercício entre 1º e 31 de dezembro de 2012.
A Secretaria de Estado de Educação esclarece que o usufruto das férias prêmio se dará em época oportuna, de acordo com as regras definidas pela Resolução Conjunta SEPLAG/SEE nº 8.656, de 2 de julho de 2012, publicada em 03 de julho de 2012.

José Carlos disse...

A secretária da educação está afirmando: "Estou prevendo que, na validade do concurso, nós vamos ultrapassar as vagas do edital, porque o sistema é muito dinâmico”.
O certo não é nomear todos os concursados pois sabemos que tem vaga(algumas ocupadas por efetivados, que não são concursados), e pela afirmação da secretária e de acordo com as leis sabemos que todos concursados se ha vagas tem o direito a nomeação.
Pessoal de BH, vamos nós organizar, se não formos nomeados vamos entrar na justiça com um processo coletivo, tem um advogado me orientando é disse que vai se informar melhor, para ver a possibilidade de entrarmos direto no STF, que provavelmente vai ser mais rápido, e como a lei 100 já está sendo julgada eles tem conhecimento da situação. Vamos nos organizar para defender os nossos direitos, temos também a afirmação do governador que a lei 100 não garante estabilidade. Nada contra os efetivados,apenas estamos defendendo os nossos direitos, sei de pessoas que estudaram meses para realização desse concurso, inclusive eu, nada mais justo que sejamos nomeados. Pessoal falei de BH, mas todos os mineiros concursados tem diritos e deve entrar na justiça se seus direitos não forem respeitados.
José Carlos

:

Anônimo disse...

Esta equiparação, usada pelo governador para castigar os professores efetivos, foi o começo do fim da lei 100/2007, não fosse isto,que gerou a revolta dos efetivos vendo seus direitos sendo usurpados, a lei teria passado desapercebida, e tudo estaria tranquilo agora! E não do jeito que esta, medo; revolta; angustia; ansiedade, é assim a vida de um professor em Minas, e olha que eu nem falei de salário!

Anônimo disse...

Beatriz
Há como modificar a situação dos professores em ajustamento funcional?Mais uma vez eles estão fora dos planos do governo. Na prática trabalham muito mais.Não é incoerente?Se não podiam trabalhar antes de serem ajustados,como são obrigados a cumprir uma jornada maior e muitas vezes superior até mesmo de outros funcionários?Não fere um direito adquirido pela constituiçãp?

Anônimo disse...

Olá,Beatriz,
Gostaria de saber se ainda há uma chance de os servidores em ajustamento,obterem 1/3 da jornada.

Anônimo disse...

Beatriz,gostaria de saber se existe alguma ação que me beneficie. Meu caso já foi questionado, mas não recebo explicação plausível. É o seguinte: Vou me aposentar este ano.No VB eu contava com 4 quinquênios 6 biênios e gratificação por Pós.Contava,portanto,com 70% de vantagens e era PEBII. Devido a licenças por tratamento de saúde não tive algumas avaliações de desempenho,sendo penalizada por isto. Nunca fiz curso de Licenciatura Curta. Tenho Plena desde 1998 e fui posicionada no subsídio como TII. Como é que as novatas,independente de tempo ou avaliações de desempenho, já entram com suas licenciaturas plenas. Então seria melhor que eu tivesse feito concurso e abandonado meu cargo de 25 anos? Sou EFETIVA desde 1992. Aguardo alguma resposta,CONVINCENTE. Regina Pessoa. Sete Lagoas. Obrigada.

Tarja Preta disse...

Inesquecíveis greves 2010/2011. Os professores reivindicaram o piso e ganharam o subsídio (teto).

Gostaria de compartilhar com a liderança sindical, uma ideia que parece brilhante para a valorização a nível remuneratório dos profissionais da educação. Compartilho do blogger do companheiro de luta Euler Conrado. Mas, faço mais que isso, tomo a liberdade de divulgar o comentário (na íntegra) de um frequentador do blogger - não se identificou - mas que escreveu entusiasmado:

"Copiei (do PROF. EULER|):
""""""Acho que é preciso ser mais objetivo nas nossas reivindicações. Por exemplo: ao invés de 10% do PIB para a Educação (ou juntamente com isso), seria melhor 10% DO TETO SALARIAL DO SERVIÇO PÚBLICO NACIONAL como piso dos educadores. Nenhum professor poderia receber menos que 10% do teto, como piso (o que daria em torno de R$ 3.000,00, quase o dobro do piso atual, que em Minas não se aplica). Até para fins de marketing seria mais ilustrativo mostrar que os professores, modestos, estariam reivindicando apenas uma décima parte do teto salarial que é pago aos ministros do STF, aos deputados e outros chefes dos demais poderes - eles, que nunca descuidam dos reajustes dos seus próprios salários. Mas querem 10% do PIB? Tudo bem. Querem ser enganados? Tudo bem. Não duvidem que Dilma, Aécio, Eduardo Campos e Marina Silva prometam até 15% do PIB para a Educação... para depois da COPA de 2030, quando o pré-sal virar pó.""""""""""

***Grande Prof. Euler, essa sua ideia de 10% do teto salarial do serviço público nacional como PISO dos EDUCADORES foi - incontestavelmente - A MELHOR IDEIA SURGIDA até aqui. Sinceramente, esse seu pensamento foi MAGISTRAL. Merece PATENTE. Merece PATENTE. Merece PATENTE!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Atenção, SINDUTE e todo o MAGISTÉRIO de MG, vamos DISSEMINAR essa grande ideia do Prof. Euler.
EUREKA! Até que enfim uma GRANDE IDÉIA.
Prof. Euler, sinceramente, agora você deu um CHEQUE em toda a CÚPULA do SISTEMA EDUCACIONAL mineiro e brasileiro.
- Será que "ainda" haveria uma outra DESCULPA???!!!
- Será que "ainda" haveria uma outra DESCULPA???!!!
- Será que "ainda" haveria uma outra DESCULPA???!!!
A PARTIR DE HOJE (17/03/2013) o SINDUTE tem uma BANDEIRA a ser levantada!
FORÇA NA LUTA ATÉ A VITÓRIA!!!"

Anônimo disse...

Gostaria de saber a posição do SindUte sobre como ficará a situação dos concursados em Educação Física.

O Governo, segundo Renata Vilhena, cobrará registro no conselho regulador, porém conselho é para bacharelado.

Anônimo disse...

Beatriz, gostaria de saber se e legal fazer o prof dos anos iniciais cumprirem uma carga horária de 30h, para assim fazer o1/3 feira da regência,já que ele passa as 20 h na sala c alunos? Fizemos concurso p uma carga horária de 24h não de 30h.

Anônimo disse...

Veja mais em http://professoresemacaomg.blogspot.com.br/

Anônimo disse...

Beatriz, na escola em que trabalho, a inspetora disse que um professor com 4 horas de AEC receberá por 30 horas semanais. Só quero ver meu contracheque dia 01/04 para ver se será verdade. A SEE distorceu uma lei federal a seu favor. Eu sou professora de matemática, tenho 4 horas de AEC, sou obrigada ir à escola todos os dias da semana e o horário referente ao 1/3 que seria a minha escolha, segunda a inspetora, é a minha ida para casa no mesmo horário que os alunos, pois minha carga horária semanal aumentou para 30 horas. O pior é que faço metrado e a SEE não aceita como capacitação pois alegam que só podem dispensar o professor das horas a serem cumpridas na escola para cursos oferecidos pela SEE. Então um mestrado ou outro curso de pós-graduação não é uma capacitaçã?

Wanderson Arte disse...

ola bia... meu nome é wanderson , sou professor e fui aprovado no ultimo concurso..ainda nao fui chamado.... mas estou apreensivo quanto algumas qwuestoes.... toda semana sai algum dado referente aos exames....no edital pedia-se videolaringoscopia com laudo, posteriormente saiu nota de que deveria-se registrar em foto o rosto do paciente, posteriormente dia 22 - 23 saiu outra que nao pode ser com laringoscopio flexive...somente com laringoscopio rigido(foice de tortura)...tem gente de interior que saiu da cidade pagou caro poelos exames e terao que fazer tudo de novo ... psgsr e tudo... no face book da secretaria.. professores relatando sobre reprovação em massa durante as pericias....ta muiiito complicado.....

Anônimo disse...

De que adianta pedir socorro se o sindicato só serve para fazer passeio turístico. Agora mesmo o pessoal de Montes Claros está indo para praia, PORTO SEGURO, para ser mais preciso. Tudo por conta do sindicato e aí eu pergunto pra que mesmo que se paga o sindicato, pois semrpe vejo uma desculpa de que "temos que organizar a luta". Façam-me o favor. SINDTUR TÔ FORA. O governo deve nos achar ridículos.

Anônimo disse...

Na minha opinião o sindicato deve rever suas estratégias. Como tem feito até agora já ficou comprovado que não tem dado certo, bater de frente assim só sairemos perdendo, é preciso aprender negociar. Pelo visto não conseguiremos o piso, e estamos pagando para trabalhar, não seria melhor reivindicar vale transporte, vale alimentação para todos os funcionarios da educação?Toda empresa tem beneficios para o trabalhador e todo sindicato visa isso, mas parece que o Sindute não aprendeu a negociar até hoje. Três dias de greve acho bobagem. Depois teremos que pagar esses dias fora as horas que temos que cumprir, que vocês do Sindicato exigiram que fosse implantado. Até agora não conseguimos nenhum progresso. Se continuar assim pretendo me desfiliar, e sei de mais pessoas que pretendem fazer o mesmo. Estou decepcionado com esse sindicato.

TATIANA RODRIGUES disse...

Acho engraçado determinadas posturas do sindicato. Sou professora e infelizmente vândalos se aproveitam da fragilidade da classe. Certa vez voltando para minha cidade, não sabia que Minas estava em greve. Fui verificar vagas e grevistas quase me agrediram (professores) quando tentei tirar o papel que tampava as publicações. Agora há uma denúncia dizendo que o governo burla as publicações...e aí? Quem será que perdeu o respeito por quem? Não consigo mais ver o sindicato lutando e sim se rendendo...

Beatriz Cerqueira disse...

Anônimo que escreveu sobre Montes Claros,

o que você afirmou não é verdade. Nenhuma subsede do sindicato está fazendo excursão para Porto Seguro ou qualquer outro lugar turístico. É preciso ter mais responsabilidade e honestidade ao tratar de informações. Mas falar mentiras se escondendo na assinatura de "anônimo", depreciar as pessoas, é muito fácil e serve bem aos interesses do governo. Algumas pessoas preferem usar as redes sociais para atacar subsedes. Mas poderiam ajudar participando das atividades, cobrando a atuação da direção estadual e das subsedes, acompanhando a gestão do sindicato, cobrando e criticando. Mas crítica não se conjunde com a a tentativa de desmoralização, a tentativa de colocar descrédito nas lideranças do sindicato. Assim como você lê este blog, a Secretária de Educação, os assessores dela e a vários jornalistas também leem. Então ele precisa ser um instrumento que nos ajude.
É muito fácil criar a alcunha "Sindtur". Será que quem escreve sobre isso alguma vez, deixou sua família em casa e pegou a estrada durante a noite inteira para chegar a uma reunião do Conselho Geral ou do Comando de Greve no dia seguinte? Será que tem a dimensão do sacrifício que muitos colegas fazem viajando de Espinosa, ou Almenara ou Águas Formosas para uma atividade do sindicato e, quando acabar, pegar estrada novamente totalizando duas noites dormidas dentro do ônibus e um dia inteiro de atividades?
É preciso ter respeito e quem avalia que esta direção não merece confiança teve a oportunidade de montar sua própria chapa e concorrer as eleições. E, por favor, sem fazer o discurso de vítima de que não teria chance porque a direção "controla a máquina". Se existisse este perfil de descrédito da categoria, não haveria máquina que segurasse vota na oposição.
Fica aí a reflexão.

Beatriz Cerqueira disse...

Tatiana,
respeito sua opinião mas não veja graça em nada do que estamos sofrendo. A greve é a interrupção do trabalho ou da prestação de um serviço público. Quando se consegue a substituição de quem está em greve, esta característica desaparece e o governo fica muito a vontade para retaliar com corte de salário e demissões. Além disso, ele não se sente pressionado a negociar.
Ao acompanhar melhor as nossas lutas verá que batalhamos por conquistas coletivas como Piso salarial, melhores condições de trabalho, uma carreira decente. Sem estas lutas, a nossa profissão não terá futuro.
Por tudo isso, fomos tão enfáticos em tentar impedir a designação para os cargos dos colegas em greve. Não vi esta estratégia com outras categorias profissionais. No mesmo período a Polícia Civil também estava em greve e não houve nenhuma tentativa do governo em substituí-los. Nem de candidatos ao posto quererem substituí-los.

Beatriz Cerqueira disse...

Olá Wanderson!
É preciso ficar atento e fiscalizar todo o processo do concurso. Por isso, caso perceba problemas ou tenha dúvidas, oriento procurar a subsede mais próxima do Sind-UTE.
Quando tivermos reunião com a Seplag, levaremos este questionamento também.
Um abraço
Beatriz

Beatriz Cerqueira disse...

Concordo com a colega que afirmou que a SEE distorceu uma lei federal ao impor jornadas extenuantes aos professores. O que está fazendo nada tem a ver com preocupação pedagógica. Respondendo ao seu questionamento, os cursos de Mestrado podem ser considerados para a utilização do tempo de hora-atividade. Mas para isso é necessário uma orientação da SEE sobre isso, o que não tenho conhecimento que tenha ocorrido até o momento. Mas também poderiamos contar com mais bom senso de algumas Superintendências Regionais de Ensino, que poderiam contribuir neste debate. Não precisamos de fiscais. Desculpem a franqueza mas já abolimos a figura do "capitão do mato" em nossa sociedade. Pertencemos à mesma categoria. Sofremos com os mesmos salários.

beth disse...

Não quero fazer um comentário e sim uma pergunta: Como fica a jornada de trabalho do professor dos anos iniciais?

Anônimo disse...

BOA TARDE.
ESPERO ADESÃO EM MASSA A PARALISAÇÃO, INFELIZMENTE NÃO EXISTEM OUTROS MEIOS DE NEGOCIAR COM O GOVERNO. nOSSA NOVA CARGA HORÁRIA É UM DESRESPEITO AO PROFISSIONAL QUE NO PAPEL DEVERIA PLANEJAR, E NA VERDADE ESTÃO SENDO OBRIGADOS A SUBSTITUIR E APLICAR INTERVENÇOES, NOS HORÁRIOS QUE SERIAM DESTINADOS AO "APERFEIÇOAMENTO E PLANEJAMENTO". TODOS PASSARAM NUM BANCO DE ESCOLA E TIVERAM UM MESTRE, ALGUÉM QUE DE UMA FORMA OU DE OUTRA LHE TRANSMITIU CONHECIMENTO, E CADA DIA QUE PASSA ESSE MESTRE MORRE ESMAGADO PELO DESCASO, PELA FALTA DE RECONHECIMENTO DE DIGNIFICAÇÃO DA CATEGORIA. A EXPECTATIVA DA PROXIMA DECADA É QUE SALA DE AULA SEJA TERRA DE NINGUÉM....

Anônimo disse...

Que fala mais egoísta...aff. Há horas que sinto vergonha da classe que pertenço...

isac Haber disse...

Beatriz, nos teremos aumento esse mês???

Anônimo disse...

Beatriz,apenas postar nossos comentários não nos interessa.Gostaria que só publicasse os meus quando tivesse uma resposta,todos os dias abro em busca da resposta e nada.É desgastante. Obrigada.Regina Pessoa.Sete Lagoas.